Informação policial e Bombeiro Militar

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Furtaram o cofre do gabinete do Secretário de Segurança Pública, não me surpreende mais nada, assaltaram um Comandante Geral!

Segurança decadente


Furto acontece dentro do gabinete do secretário de Segurança Pública. Fato demonstra fragilidade da instituição

O caos está instalado na Secretaria de Segurança Pública. A escalada da violência em Goiás é nítida e não existem condições de falar o contrário. Roubos, latrocínios, estupros – de adultos e vulneráveis – e o crime mais grave – o assassinato. É verdade que o Judiciário tem sentenciado mais que nunca, em Goiás, mas isso não impede que os crimes continuem a crescer, e que a sensação de impunidade prevaleça.
A última a acontecer é de rir. Depois de investigar, claro! Um cofre teria sido roubado do gabinete do Secretário de Segurança Pública Joaquim Mesquita. Dentro da sala, o larápio surrupiou o objeto, que não cabe mais que R$ 20 mil e alguns documentos – segundo informações do jornal O Popular, havia dinheiro e documentos no interior do cofre. A mesma informação não é confirmada pela SSPJ.
O cofre fica na sala da chefia de gabinete, onde o secretário fica em situações que precisa ter conversas reservadas. O furto teria acontecido, em abril, conforme o jornal. Mas Mesquita só soube do ocorrido em junho, quando deu falta do objeto. Conforme a Assessoria de Comunicação da SSPJ, as investigações são sigilosas e desempenhadas pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) – “a investigação deve apurar se o extravio realmente ocorreu e, caso tenha acontecido, será necessário se saber qual o conteúdo do cofre. As investigações seguirão sob sigilo necessário”, descreve a assessoria ao Diário da Manhã.
O delegado que apura o caso é Glaydson Carvalho, mas ontem ele não foi encontrado por telefone e não teria comparecido à Deic, segundo informaram agentes da especializada. A titular da delegacia não quis falar sobre o assunto. O delegado-geral da Polícia Civil, João Cargos Gorski ressalta que a investigação ainda está em seu curso e sob sigilo – “não é possível falar nada sobre o caso à imprensa”. (Colaborou, Joaquim Munduruca)

Fonte: Diário da Manhã 

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