
Enquanto Richa viaja aos EUA, faltam pão e combustível na Polícia Militar do Paraná; comandante da tropa, coronel Kogut, reconhece os problemas, mas jura que estão sendo solucionados; Associação de Praças ingressou na Justiça para garantir direito elementar ao ser humano trabalhador: a alimentação; juiz Tiago Cagliano Pinto Alberto, da 2ª Vara da Fazenda Pública, intimou governo do estado a explicar a questão em cinco dias.
O juiz Tiago Cagliano Pinto Alberto, da 2ª Vara da Fazenda Pública, expediu ordem judicial determinando que o estado informe em cinco dias a situação da falta de alimentação aos policiais militares em serviço (clique aqui para ler o documento).
O comandante-geral da PM, coronel Cesar Vinicius Kogut, em entrevista ao site Paraná Online, confirmou a falta de suprimentos nos quartéis, mas disse que a situação está sendo resolvida.
“O problema da alimentação que faltava em alguns quartéis praticamente já foi resolvida. De todas as unidades do Paraná, há três ou quatro pendentes no processo licitatório, mas estão sendo feitos os pagamentos. No máximo esta semana, o problema será solucionado. Sobre a falta de combustível, repasse de pagamento resolveu o problema esta semana. Combustível não faltou, o abastecimento é que estava sendo feito um pouco mais longe”.
Em seu site (clique aqui), a APRA diz que entrou na Justiça com o intuito de “buscar o direito humano de alimentação dos Profissionais de Segurança Pública do Estado do Paraná”.
Este blog registrou em junho que no governo Beto Richa (PSDB) a tropa da PM vai às ruas enfrentar bandidos de barriga vazia. Na época, algumas companhias já fazia “vaquinha” para comprar pão e manteiga (clique aqui para relembrar).
Ontem (5), este blog mostrou que “viaturas de postos da região metropolitana, como Araucária e São José dos Pinhais, tiveram que ir até um local de abastecimento no bairro Portão, na capital, em busca de combustível” (clique aqui para relembrar).
Fonte: Blog do Esmael
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