Informação policial e Bombeiro Militar

domingo, 6 de novembro de 2011

Delegados querem ganhar igual a prcuradores. Ficou decidido em assembleia geral que todos delegados entregariam os cargos e que nenhum outro delegado aceitaria assumir o cargo vago até que o governo atenda suas revindicações. Veja as demais imposições dos delegados.

Delegados de Policia do Estado, decidem suspender operações


Assembleia Geral decide série de ações para que governo do Estado cumpra legislação e corrija distorção remuneratória entre delegados e procuradores


Todos os delegados detentores de cargos de chefia devem colocar seus cargos à disposição e nenhum colega deve aceitar substituí-lo. Esta foi uma das decisões da Assembleia Geral que reuniu durante todo o dia de hoje (05/11) mais de 300 delegados de todos RS. A categoria rejeitou qualquer índice de reajuste que não esteja vinculado à reivindicação dos delegados; o realinhamento salarial com os procuradores do Estado, conforme assim decidiu o Supremo Tribunal Federal, em pelo menos quatro decisões.


A recusa em participar das operações Verão, Serra e Litoral; a suspensão das operações; da participação no mutirão das investigações de homicídio e a de lecionar na Academia de Polícia, também foram resoluções tomadas e que serão entregues na segunda-feira pelo presidente da Asdep, delegado Wilson Müller Rodrigues ao secretário de Segurança Pública. “ Desta forma, entrego ao governo, de forma pública e transparente, as decisões da categoria definidas democraticamente e informo que estamos em estado de Assembléia permanente, enfatiza.


As definições foram tomadas após a rejeição dos delegados, por
unanimidade, da proposta do Governo do Estado que ofereceu 10% de reajuste a ser pago
em duas parcelas: a primeira em janeiro de 2012 e a segunda em abril do mesmo
ano e propõe a data de junho de 2012 para a retomada das discussões sobre
a pauta da categoria.


Wilson Müller lembra que estas decisões são derivadas do clima de revolta dos delegados de Polícia. “A categoria quer somente o reconhecimento de um direito que lhe foi suprimido. Não somos inconseqüentes achando que o assunto se esgotará em um ano ou dois. Queremos o compromisso do governo atual na elaboração de projeto de lei para que os delegados não sejam obrigados a atitudes que poderão representar prejuízo para todos, afirma. Ele lembra que as relações com o governo deverão continuar cordiais, respeitosas e transparentes.

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