Informação policial e Bombeiro Militar

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O BLO DO ADEILTON9599 ESTÁ ATUALIZADO, ABAIXO DECISÃO DO TJPE QUE ANULOU PARTE DA PORTARIA DA SDS QUE PERMITIA QUE SOLDADO FOSSE PROMOVIDO A SARGENTO SEM ANTES TER SIDO CABO, PARA VER NOVAS POSTAGEM CLIQUE NO NOME "ADEILTON9599" E NO FINAL DA PÁGINA CLIQUE EM (POSTAGEM MAIS ANTIGA)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Candidata a Governadora é agredida na rua por propor a extinção da PM!


"DISSOLVE A PM AGORA, SUA NEGRA VAGABUNDA"


A candidata do PCO ao governo de Minas Gerais, Cleide Donária, foi agredida de maneira covarde por levantar a bandeira da extinção da Polícia Militar

No dia 15 de setembro, a candidata ao governo de Minas Gerais pelo PCO, Cleide Donária, a única candidata mulher, trabalhadora e negra, foi agredida de maneira covarde quando se dirigia à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Venda Nova, como parte das atividades da campanha eleitoral. Quando ela transitava pelo canteiro central da Avenida Vilarinho, Cleide foi abordada por um elemento de aproximadamente 30 anos, vestido à paisana, que atravessou a rua e se dirigiu diretamente a encontra-la. Sem mais, ele aplicou um forte soco na altura do estômago da Cleide e a derrubou no chão, enquanto gritava com raiva e cuspia em cima da candidata que acabou ficando paralisada pela dor e a surpresa da agressão. O agressor, que saiu das proximidades de uma casa de shows, fez questão de mostrar que portava uma arma enquanto gritava “Cadê o seu partidinho de merda para dissolver a PM?” Dissolve a PM agora sua prostituta Sua negra vagabunda.

Depois de ter batido e cuspido na Cleide várias vezes, o agressor acabou se afastando.

O acontecimento não faz parte de uma mera casualidade, de um ataque isolado de um desiquilibrado, mas revela os crescentes ataques contra a liberdade de expressão no Brasil, assim como acontece com os demais direitos democráticos.



Por que o fim da Polícia Militar?



A defesa das chamadas “políticas de segurança”, defendida pela direita e pela quase totalidade da “esquerda” nacional não é outra coisa senão o fortalecimento do braço armado do Estado capitalista e, consequentemente, da burguesia. Medidas como o aumento do efetivo policial e o aparelhamento das polícias militares necessariamente se voltam contra a população. A única maneira de garantir uma verdadeira segurança para a classe operária só pode acorrer com a dissolução da PM e a constituição de milícias populares para proteger os trabalhadores dos ataques do braço armado do Estado.

Até a própria ONU (Nações Unidas), que é um órgão controlado pelo imperialismo, tem se posicionado pelo fim da Polícia Militar, tal o escandaloso grau de violência e o alto índice de mortes causadas pelas PMs brasileiras. E o problema não reside na insuficiência do treinamento dos policiais, uma vez que o problema se encontra na estrutura da instituição e não na conduta individual de determinados membros da corporação. Isto fica ainda mais claro quando observamos a atuação da PM na história e na forma de agir que sempre segue a mesma tendência truculenta.

A morte de diversos jovens nas favelas e nos bairros da periferia, principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, fez com que esta se tornasse também uma das principais bandeiras dos movimentos sociais. No campo, o assassinato de camponeses diretamente pela polícia, ou por jagunços a serviços dos latifundiários, acobertados pela polícia, são rotineiros. O movimento estudantil também tem entrado em confronto em reiteradas ocasiões, com a polícia devido à presença da polícia em várias universidades.



Pelas bandeiras de luta da classe operária



Pelo fim das ocupações das comunidades operárias do Rio de Janeiro e de todo o País (UPP’s) pela PM e tropas federais, realizadas para defender os interesses dos especuladores imobiliários e outros tubarões capitalistas e para intensificar o terror contra a população pobre.

Acabar com a máquina de guerra e terror contra a população pobre e negra que é a Polícia Militar.

Pela dissolução da PM e de todo o aparato repressivo.

Abaixo a ditadura civil, pelos direitos democráticos dos trabalhadores e da população oprimida. Pelo direito irrestrito de greve; pela plena liberdade de organização sindical; pelo fim da censura, liberdade de expressão; pela liberdade para todos os presos políticos, fim dos julgamentos fraudulentos; pela punição para os assassinos dos trabalhadores.

Pelo direito da população a se armar. Substituição da polícia e do exército permanente e controlado pelo Estado por um sistema de milícias populares.

Contra a constituição golpista, por uma assembleia Nacional Constituinte, livre e soberana, onde as organizações sociais estejam representadas.

Por um partido operário, revolucionário e de massas (do qual o PCO é O MAIS IMPORTANTE NÚCLEO E O ÚNICO PARTIDO QUE DEFENDE DE MANEIRA CONSCIENTE ESSA PERSPECTIVA, que impulsiona esta política de forma consciente e organizada) que organize a vanguarda da classe operária e dos seus aliados e impulsione a mobilização dos explorados em direção à derrubada da ditadura capitalista e a sua substituição por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo e pela conquista do socialismo em escala internacional.


TEXTO EXTRAÍDO DO SITE DO PCO.


Fonte: Blog do Almança

UMB recorre da sentença que não reconheceu a legitimidade dela para implantar gratificação de risco aos inativos e pensionistas da PMPE

O Advogado Heitor de Souza Luna(Cel Heitor), que é Advogado da UMB e também  da AOSS, atual AME, ingressou com recurso para ver se consegue reverter a situação.


Publicação: 1.     
Data de Publicação: 17/09/2014
Data de Disponibilização: 16/09/2014
Jornal: Diário Oficial PERNAMBUCO
Cade
rno: Tribunal de Justiça
Local: CAPITAL  
          Capital – 6ª Vara da Fazenda Pública  
Página: 00916
Data: 16/09/2014. Pauta de Sentenças Nº 00129/2014. Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos abaixo relacionados: 

Sentenca Nº: 2014/00427
Processo Nº: 0118936-16.2012.8.17.0001 Natureza da
Acao: Acao Civil Publica
Autor: UNIAO DOS MILITARES ESTADUAIS E FEDERAIS DO BRASIL - UMB
Advogado: PE33688 - Allison Bernardo de Almeida
Advogado: PE032162 - HEITOR DE SOUZA LUNA
Advogado: PE014838 - Mandermiro Nogueira Sobrinho
Reu: 
ESTADO DE PERNAMBUCO-PE
Reu: FUNAPE Procurador Judicial: Paulo Sergio Cavalcanti Araujo
SENTENCA: Ante o exposto, com base nos preceitos legais referidos, julgo extinto o processo sem julgamento de merito, acolhendo a preliminar aduzida pelo Estado de Pernambuco e, nos termos do art. 267, inciso VI do Codigo de Processo Civil, extingo o processo. Condeno a autora sucumbente ao pagamento das custas processuais e honorarios advocaticios, que fixo em 10% do valor da causa.P.R.I. Transitada em julgado, ao arquivo. Recife, 28 de agosto de 2014. Marcone J. Fraga do Nascimento. Juiz de Direito.



Publicação: 2.     
Data de Publicação: 17/09/2014
Data de Disponibilização: 16/09/2014
Jornal: Diário Oficial PERNAMBUCO
Caderno: Tribunal de Justiça
Local: CAPITAL  
          Capital – 8ª Vara da Fazenda Pública  
Página: 00930
Data: 16/09/2014. Pauta de Despachos Nº 00183/2014. Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados dos DESPACHOS proferidos, por este JUÍZO, nos processos abaixo relacionados: 

Processo Nº: 0054477-34.2014.8.17.0001 Natureza da
Acao: Procedimento ordinario
Autor: ASSOCIACAO DOS OFICIAIS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLICIA MILITAR E BOMBEIROS DO ESTADO DE PE - AOSS
Advogado: PE033688 - ALLISON BERNARDO DE ALMEIDA
Advogado: PE032162 - HEITOR DE SOUZA LUNA
Reu: ESTADO DE PERNAMBUCO
Despacho: FLS.91 PROCESSO Nº 0054477-34.2014.8.17.0001 DESPACHO: Ciente do agravo. Mantenho a decisao agravada. Caso haja apresentacao de defesa, intimem-se os autores para apresentacao de Replica, quando a apresentacao da Contestacao. Apos, Ministerio Publico.Recife, 10 de setembro de 2014.MOZART VALADARES PIRESJUIZ DE DIREITO

VOCÊ CONCORDA COM ESSAS DECLARAÇÕES DESSE JORNALISTA DE VEJA?

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Quer compará lá com aqui é? Manda ele vir para cá! Polícia britânica 'atirou apenas três vezes’ em um ano

Polícia britânica 'atirou apenas três vezes’ em um ano


Luiza Bandeira

Da BBC Brasil em Londres
Credito: EPA
Maior parte dos policiais britânicos não usa armas; modelo teria dificuldades de ser 
implantado no Brasil

Um forte controle sobre o acesso a armas de fogo e condições sociais e culturais fizeram com que as polícias da Inglaterra e do País de Gales disparassem armas apenas três vezes entre maio de 2012 e abril de 2013 – sem matar ninguém.
Os números chamam atenção quando comparados aos de outros países. No Brasil, a conta dos tiros dados por ano nem é feita. Em relação às mortes provocadas por policiais, um levantamento feito pela BBC Brasil apontou que, no ano passado, foram mortas 1.259 pessoas pela polícia em 22 Estados brasileiros que forneceram dados à reportagem.
Mesmo nos Estados Unidos, país desenvolvido como o Reino Unido, a média é de 400 mortos pela polícia a cada ano.
Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, três fatores ajudam a explicar a baixa letalidade da polícia britânica: os policiais praticamente não usam armas; os cidadãos (e criminosos) também raramente têm armas; e há menos pobreza e desigualdade social do que no Brasil.
Não andar armada é característica central da identidade da Metropolitan Police - que responde pela região de Londres - desde que ela foi criada, em 1829. No início, alguns policiais tinham armas. Mas, após 1936, apenas oficiais com treinamento específico passaram a usar armas de fogo - hoje, eles estão restritos a cerca de 5% do contingente.
Toda força policial britânica tem uma unidade armada, mas este é o último recurso que costuma ser utilizado - e precisa ser autorizado com antecedência. No dia a dia, o policiais usam armas de menor potencial ofensivo, como Tasers (que contêm o suspeito por meio de um choque elétrico).
"A polícia britânica não quer nem precisa carregar armas de forma rotineira", disse o presidente da ACPO (Association of Chief Police Officers), Hugh Orde.

SEGURANÇA E ELEIÇÃO

A abordagem dos temas da violência policial e da violência contra os policiais como parte da cobertura especial da BBC Brasil sobre as eleições de 2014 foi sugerida em uma consulta com leitores promovida pelo #salasocial - o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.
Na página da BBC Brasil no Facebook (www.facebook.com/bbcbrasil), leitores participam do debate e fazem comentários sobre a questão. Dê você também sua opinião!
"Nosso modelo de policiamento depende de uma estreita ligação entre o público e a polícia. O uso mínimo de força e um mínimo de interferência com o cidadão são uma parte vital desse vínculo, gerando confiança e legitimidade", afirma.
Na opinião de Orde, ao olhar para outras polícias do mundo fica óbvio que "trazer armas de fogo na equação do policiamento não resolve o problema dos crimes violentos ou protege policiais de serem feridos ou mortos."

Desarmamento

Jean Charles de Menezes
O brasileiro Jean Charles de Menezes foi morto pela polícia britânica em 2005
De fato, os números de policiais britânicos mortos não se comparam aos do Brasil. Desde 2007, apenas dois policiais morreram baleados em serviço na Inglaterra e no País de Gales.
A ausência de armas não torna os policiais britânicos extremamente vulneráveis porque a maior parte dos criminosos também não está armada.
O Reino Unido tem uma das legislações mais restritivas ao uso de arma em todo o mundo. O controle se tornou ainda mais rígido em 1997, um ano após um massacre em uma escola na Escócia ter gerado uma campanha popular que culminou na proibição das armas de fogo no país.
"A posse de armas legais ou ilegais no Reino Unido não está na escala de muitos países, o que é uma coisa boa. Como resultado, a polícia geralmente não encontra infratores transportando ou usando armas com muita frequência", diz Richard Garside, diretor do Centro para Estudos de Crime e Justiça no Reino Unido.
Entre 2012 e 2013 (os dados são calculados por ano fiscal), dos 551 homicídios cometidos no país, apenas 29 foram causados por arma de fogo, segundo dados do ONS (Office for National Statistics). No Brasil, armas de fogo são responsáveis pela maior parte dos homicídios.
Mas os especialistas acrescentam que os baixos índices de letalidade no Reino Unido estão, de uma forma mais profunda, ligados à própria estrutura da sociedade.
"Tem muito mais a ver com a história, a cultura, os níveis de desigualdade. Não temos favelas como as do Brasil. Quando há altos níveis de desigualdade tende-se a ter mais crimes e outros problemas", afirma o professor da Universidade de Wolverhampton Peter Waddington, especialista em polícia e segurança.
"O Reino Unido, comparado a outros países, é relativamente mais pacífico por causa dos nossos arranjos sociais e políticos. A polícia é, em um sentido importante, até irrelevante" acrescenta Garside.
Como exemplo desse arranjo social, Garside aponta, por exemplo, o sistema de saúde britânico, gratuito, como um diferencial em relação até mesmo aos Estados Unidos – país mais rico do mundo, mas onde a polícia mata muito mais do que no Reino Unido. Outro diferencial, diz, é que os Estados Unidos permanecem “profundamente divididos” por questões raciais.

Brasil

Credtio: Getty
Desarmar a polícia brasileira é tarefa difícil, segundo especialistas, mas outras iniciativas britânicas poderiam inspirar reformas.
Seria possível, então, adotar o modelo britânico no Brasil e ter uma polícia sem armas?
"Você não tem em Londres o tráfico de drogas com fuzil, dando tiro em cima do policial. Os instrumentos da polícia para conter e solucionar os crimes precisam ser proporcionais", diz o coronel Ubiratan Ângelo, da ONG Viva Rio e ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Na opinião dele, o Brasil poderia se inspirar no Reino Unido em relação à legislação sobre o acesso a armas. Ângelo afirma que 60% das armas aprendidas pela polícia foram produzidas de forma legal, mas acabaram caindo nas mãos de bandidos.
"A arma dá uma falsa sensação de segurança. Primeiro, porque ela acaba ficando com os criminosos. Segundo, porque ela só oferece segurança se a pessoa está preparada para usá-la. Ter uma arma no porta-luvas ou guardada em casa não adianta nada, porque o ladrão não avisa quando vai vir", diz.
O diretor do Brazil Institute do King’s College de Londres, Anthony Pereira, também acha que “o Brasil está longe de uma polícia desarmada”, devido ao grande número de armas na sociedade e aos altos índices de homicídio.
"Há cerca de 50 mil homicídios por ano no Brasil. Nestas circunstâncias, será politicamente muito difícil convencer a polícia a andar desarmada", diz.
Pereira, assim como outros especialistas, afirma que a polícia britânica não deve ser idealizada: há suspeitas de corrupção, acusações de preconceito e críticas tanto quanto ao uso de armas Taser como de armas tradicionais – no início do mês, uma pessoa morreu baleada pela polícia, após dois anos desde a última morte.
Além disso, o caso do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais após ser confundido com um terrorista na esteira dos atentados no metrô de Londres em 2005, mostra que ainda há muitos problemas a serem enfrentados.
Mas a noção de policiamento comunitário, diz Pereira, é algo que poderia ser aproveitada pelo Brasil. No Reino Unido, afirma, as delegacias são mais acessíveis às pessoas, a polícia tem reuniões mensais com as comunidades e seu trabalho é complementado por membros civis.
"Se houver pressão política, acho que a Polícia Militar pode caminhar no sentido de se tornar uma polícia mais pacífica e voltada para a comunidade”, afirma.
A abordagem dos temas da violência policial e da violência contra os policiais como parte da cobertura especial da BBC Brasil sobre as eleições de 2014 foi sugerida em uma consulta com leitores promovida pelo #salasocial - o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.

Nas Cliqueredes sociais, muitos leitores da BBC Brasil participaram do debate e fizeram comentários sobre a questão. CliqueDê também sua opinião.



Fonte: BBC Brasil

RICARDO BALESTRERI É EX-SECRETÁRIO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA. VEJA O QUE ELE DIZ SOBRE AS POLICIAIS BRASILEIRAS INCLUSIVE A PM , O TCO E OS DELEGADOS.

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Policial militar é baleado durante assalto em Maceió




Um policial militar foi baleado no braço durante um suposto assalto na noite desta terça-feira, 16, no bairro do Vergel do Lago, parte baixa de Maceió. A vítima foi socorrido por guardas municipais e encaminhada para o Hospital Geral do Estado (HGE).
O soldado Francisco de Assis Pereira da Silva, 32 anos, teria sido abordado por seis homens não identificados, que anunciaram o assalto. Na ocasião, segundo informações do BPESc, onde o militar é lotado, a pistola, objetos pessoais e a motocicleta CG 150 foram levados.
Ainda de acordo com as informações do BPESc, a vítima teria reagido ao assalto quando foi atingido pelo disparo de arma de fogo no braço esquerdo.
Após sofrer o disparo, o militar teria pedido ajuda ao grupamento da Guarda Municipal, no Conjunto Joaquim Leão. Os guardas socorreram a vítima e encaminharam para o HGE. O militar já recebeu alta hospitalar.
Fonte: Alagoas 24hs

PMPE: SAD e SDS disponibiliza o Edital do CFO 2014


PORTARIAS SAD DE 16.09.2014

PORTARIA CONJUNTA SAD/SDS NO 92, DE 16 DE SETEMBRO DE 2014.

O SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO e o SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL tendo em vista o disposto na Lei Estadual nº 14.538, de 14 de dezembro de 2011 e em atendimento à autorização contida na deliberação Ad Referendum nº 033, de 18 de março de 2014, da Câmara de Política de Pessoal – CPP, bem como os termos da Lei nº 6.783 (Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Pernambuco), de 16 de outubro de 1974, e suas alterações, a Lei 12.544 (Fixação de Efetivo da PMPE) de 30 de março de 2004, e suas alterações, e a Lei Complementar nº 108 (Ingresso nas Corporações Militares do Estado), de 14 de maio de 2008, e suas alterações, e o Decreto nº
41.029, de 25 de agosto de 2014, que aprova o Plano do Curso de Formação de Oficiais PM/2014 (CFO PM/2014),

RESOLVEM:

I. Abrir Concurso Público para o preenchimento de 35 (trinta e cinco) cargos de Ofi ciais da Polícia Militar de Pernambuco, no posto inicial de Segundo-Tenente e obedecerá às normas constantes neste Edital e outras que poderão vir a integrá-lo, sob a forma de comunicados e avisos.

II. Determinar que o concurso público, de que trata o Item anterior, terá validade de 01 (um) ano, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Secretaria de Defesa Social, a contar da homologação de seu resultado fi nal, publicado no Diário Oficial do Estado.

III. Esclarecer que os candidatos que vierem a ocupar os Cargos de que trata o Item I, desta Portaria Conjunta, serão regidos pelo Estatuto dos Policiais Militares do Estado de Pernambuco, instituído pela Lei nº 6.783/1974, e alterações.

IV. Autorizar que o certame seja executado pelo Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (IAUPE/CONUPE), que será responsável pela criação dos instrumentos técnicos necessários à inscrição, seleção e divulgação dos resultados, além de todos os comunicados que se fi zerem necessários.

V. Instituir Comissão Coordenadora, responsável pela normatização e acompanhamento da execução do presente Concurso Público, ficando, desde já, designados os seguintes membros, sob presidência do primeiro:

NOME CARGO INSTITUIÇÂO

Maurison da Costa Gomes 
Diretor de Recursos Humanos IRH

Leonardo Henrique Fernandes Bezerra 
Analista em Gestão Administrativa SAD

Paulo Fernando de FIGUEIREDO Silva 
Comandante do CEMATA SDS

JORGE Luiz de Melo Pereira 
Diretor de Gestão de Pessoa SDS

VI. Esta Portaria Conjunta entra em vigor na data de sua publicação.

ADAILTON FEITOSA FILHO
Secretário de Administração em exercício

ALESSANDRO CARVALHO LIBERATO DE MATTOS
Secretário de Defesa Social

Para ver o Edital Completo Clique AQUI


PMPE: a procura dos poste que estão com as luzes queimadas! Isso não éfunção da PM e sim das Prefeituras, mas os meliantes procuram sempre os lugares escuros para atacarem suas vítimas. Veja o documento que está circulando na internet.



Pensão de militar morto será dividida entre esposa e companheira


A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou, na última semana, recurso da União e manteve sentença que determinou a divisão da pensão entre a esposa e a companheira de um militar da Marinha ainda casado legalmente, mas separado de fato quando faleceu.
A companheira ajuizou ação em 2008 e teve reconhecido seu direito à pensão pela 1ª Vara Federal de Rio Grande (RS). A decisão levou a Advocacia-Geral da União (AGU) a apelar no tribunal alegando ausência de provas da união estável.
Para a relatora do processo, desembargadora federal Marga Barth Tessler, ainda que o segundo relacionamento  tivesse um curto período, entre os anos de 1997 e 1998, ficou clara a intenção do militar de iniciar uma nova família. Para Marga, são fatores que reforçam esse entendimento a existência de um filho do casal e de uma ação de divórcio entre o falecido e a esposa.
“Sob tal aspecto, o fato do ex-militar falecido, apesar de separado de fato, ao tempo do seu óbito ainda permanecer formalmente casado com sua anterior esposa, a qual permanece sendo beneficiária, em nada afeta o reconhecimento da união estável havida entre o mesmo e a autora, para efeitos de partição da pensão”, afirmou a desembargadora.
A companheira deverá receber a pensão retroativa a maio de 2003, com juros e correção monetária. Apesar de o óbito ter ocorrido em 1998, as parcelas anteriores estão prescritas.

 

Fonte: Âmbito Jurídico

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Médica se recusa a atender PM por ele estar armado!



Médica se recusa a atender policial armado em Mulungu

Uma médica que trabalha no hospital de Mulungu no Maciço de Baturité, se recusou a aplicar uma injeção em um soldado da Polícia Militar por ele estar portando uma arma de fogo. O fato ocorreu nesta segunda-feira (15/09), dentro de um hospital público, e virou assunto nas redes sociais com protestos e comentários acerca da polêmica sobre o uso da arma de fogo em locais públicos e particulares.
O soldado foi até o hospital para tomar uma injeção, mas a médica informou que só iria atendê-lo se deixasse a arma em outro local. O motivo seria o constrangimento causado pela presença de uma pessoa armada dentro do consultório. O comandante da área foi até o local e pediu explicações acerca do caso.
A médica divulgou o seguinte depoimento nas redes sociais; “Meu direito de me recusar a atender um paciente em uma situação que me deixe desconfortável. Armas versus o direito e o dever de portar a arma dele em serviço. Pedi ao policial para deixar a arma com algum colega e pelo semblante não gostou, mas voltou sem a arma. Daqui a pouco entra o comandante que me interroga sobre o motivo e respondi que me deixava extremamente desconfortável, daí só entendia que dois homens grandes na minha frente e um deles interrogando o motivo do meu desconforto e tentando me convencer que estão a serviço da gente e da população. Eu sei, mas não muda o fato que eu fico nervosa e o coração vai a mil. Depois do interrogatório e discurso atendi o policial sem a arma”, publicou no Facebook.
A médica não pretende mais comentar sobre o caso, pois não se trata de um problema referente ao porte de arma, mas referente a uma questão pessoal de ficar desconfortável com a arma de fogo dentro de um ambulatório pequeno.
Segundo informações do Relações Públicas da Polícia Militar do Estado do Ceará, tenente-coronel, Fernando Albano, o comando da PM poderá se pronunciar sobre o caso nesta terça-feira (16).
O sindicato informou que a médica tem o direito de não atender um policial armado, não sendo um caso de urgência. E também relatou que os profissionais da saúde se sentem inseguros, pois existem casos de pacientes que entram armados e tentam pressionar os médicos por se sentirem prejudicados em relação ao atendimento da unidade hospitalar ou por não obterem atestado médico.

Fonte: Ceará Agora

Pernambuco: PMs e BMs dão as costa em protestos contra deputados na ALEPE - Assembléia Legislativa de Pernambuco.




REIVINDICAÇÃO


PMs protestam na Alepe por mudança no critério de promoção

Atualmente, os policiais e bombeiros militares são promovidos pelo critério 3 por 1, que são três indicações e uma promoção por antiguidade. A categoria deseja que o critério seja de 1 por 1

Publicado em 16/09/2014, às 12h11

Do JC Online

 / Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros protestaram na manhã desta terça-feira (16), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), após saberem que o projeto de modificação das promoções dentro da corporação teve sua votação postergada. A proposta, de autoria do Governo do Estado, está sob os cuidados da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), que não colocou a matéria em pauta nas últimas reuniões.
Atualmente, os policiais e bombeiros militares são promovidos pelo critério 3 por 1, que são três indicações e uma promoção por antiguidade. O governo apresentou uma proposta de reduzir para duas indicações e manter uma promoção por antiguidade, mas o deputado Guilherme Uchôa (PDT) apresentou emenda reduzindo o critério para 1 por 1. Os militares são contra o texto do governo e pedem que as promoções passem a ser no critério 1 por 1. 
Tanto na reunião da CCLJ, quanto na sessão plenária, todos os policiais presentes e alguns deputados se manifestaram pela imediata votação do projeto. A presidente da comissão, a deputada Raquel Lyra (PSB), apelou para que houvesse mais discussões a fim  de dirimir as diferenças entre o governo e a categoria. O deputado Ricardo Costa (PMDB), que é o relator do projeto, interpelou para que a votação fosse feita logo e, já na semana passada, protocolou um requerimento exigindo a deliberação em caráter de urgência. Ele também é a favor do critério 1 por 1.
O deputado Sílvio Costa Filho (PTB) sugeriu que a matéria fosse para votação na quarta-feira (17) - Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem
O deputado Guilherme Uchôa falou que se o projeto não saísse da comissão até o dia 29 de setembro, o texto seria sumariamente votado pela plenária. Entre os deputados que protestaram, estava o oposicionista Sílvio Costa Filho (PTB), que usou o discurso do seu partido na campanha deste ano para defender a mudança no critério de promoção na polícia. "O Pacto (pela Vida) tem que ser repactuado. Os policiais trabalharam, deram seu sangue para que o programa fosse exitoso. A reivindicação deles é justa. Eu sugiro que ela seja votada já amanhã (17)", defendeu o deputado.

Se essa moda pega vai pegar noutro lugar! Manifestantes jogam deputado na lata do lixo, e achando pouco, ainda jogaram um pneu por cima dele.

ISSO ACONTECEU NA UCRÂNIA