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O BLO DO ADEILTON9599 ESTÁ ATUALIZADO, ABAIXO DECISÃO DO TJPE QUE ANULOU PARTE DA PORTARIA DA SDS QUE PERMITIA QUE SOLDADO FOSSE PROMOVIDO A SARGENTO SEM ANTES TER SIDO CABO, PARA VER NOVAS POSTAGEM CLIQUE NO NOME "ADEILTON9599" E NO FINAL DA PÁGINA CLIQUE EM (POSTAGEM MAIS ANTIGA)

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

PERNAMBUCO: ATENÇAO POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO: GOVERNO DO ESTADO TENTARÁ APROVAR O NOVO CÓDIGO DISCIPLINAR QUE PODE LHE DAR UMA SUSPENSÃO QUE VOCÊ NÃO RECEBERÁ SALÁRIO DENTRO DO MÊS! O PROJETO POD SER APROVADO NESTA SEGUNDA-FEIRA 03 DE NOVEMBRO, PORTANTO, VAMOS ENCHER A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO PARA QUE QUE ESSE PROJETO NÃO VENHA SER APROVADO. O PROJETO PREVER SUSPENSÃO DE 21 A 30 DIAS, COM ESSA SUSPENSÃO O PM OU BM NÃO RECEBERÁ SALÁRIO NO FINAL DO MÊS.


Prezados Policiais e Bombeiros Militares, na ultima quarta-feira, o Governo do Estado de maneira silenciosa e estratégica empurrou o projeto que modifica o Codigo Disciplinar. Graças a Deus, o famigerado projeto não foi votado. Eles adiaram para a próxima segunda-feira. Temos que ficar atentos pra não sermos mais uma vez enganados. Portanto, gostaria de convocá-los para na próxima segunda-feira, às 09h, fazermos plantão junto à ALEPE, a fim destas propostas não serem aprovadas. Associação de Cabos e Soldafos! Albérisson!

Facebook da polícia ajuda a prender suspeitos de tráfico em Teresópolis


Dupla foi detida na noite desta quinta-feira (30), na comunidade do Pimentel.
Nesta sexta-feira (31), três menores foram apreendidos com drogas.


Do G1 Região Serrana

Facebook ajuda a prender suspeitos em Teresópolis (Foto: Divulgação/Polícia Civil)A denúncia foi feita pela página da 110ª Delegacia
de Polícia (Foto: Divulgação/Polícia Civil)


Bruno da Silva Souza, de 18 anos, e Pablo Charles de Oliveira, de 21, foram presos na noite desta quinta-feira (30) em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, por suspeita de tráfico de drogas após uma denúncia feita pelo Facebook da Polícia Civil do município. A dupla foi flagrada na comunidade do Pimentel, em São Pedro, onde, segundo a informação, eles atuavam na venda de entorpecente. Eles estavam com dois tabletes de maconha e nove sacolés de cocaína, além de dinheiro proveniente da venda da droga.

Com a chegada dos policiais, os suspeitos ainda tentaram dispensar o material entorpecente em um matagal ao lado da rua. De acordo com a polícia, Bruno já tem passagem por roubo, e Pablo por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles foram autuados no tráfico e serão encaminhados nesta sexta-feira (31) ao complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro.

As denúncias podem ser feitas através da página e perfil do Facebook da 110ª DP -  que é Delegacia Policial de Teresópolis – 110ª DP e Delegacia de Teresópolis –  e também pelo WhatsApp, através do  número (21) 96461-7283.

“Agradecemos ao cidadão que confiou na Polícia Civil e usou a página da Delegacia de Teresópolis para fazer a denúncia. Gostaria que a população soubesse que todas as denúncias feitas tanto através da nossa página do Facebook quanto pelo WhatsApp serão apuradas”, disse o delegado titular da unidade, Heberth Tavares Cardoso.
Droga e dinheiro apreendidos com três menores em Teresópolis (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Uma denúncia também levou a polícia aos três
menores (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Três menores são apreendidos no Rosário
No bairro Rosário, três adolescentes – dois de 15 anos e um de 13 – foram apreendidos no início da madrugada desta sexta-feira (31) com três touxinhas de maconha e um cigarro da droga, além de R$ 128. O trio também foi detido após denúncia feita à Polícia Civil, que acionou o Serviço Reservado (P2) da Polícia Militar (PM) para apurar a informação. Segundo os agentes, um dos menores já tem passagem por tráfico de drogas. Os três foram autuados no fato análogo por tráfico e associação para o tráfico. Eles serão apresentados ainda pela manhã à Vara da Infância e Juventude.

Droga para 5 dias de uso é consumo pessoal, aprova comissão do Senado! A Comissão do Senado aprovou consumo diário de 16 pedras crack ao dia e 80 pedras semanas para uma pessoa, isso quer dizer que se o projeto de lei for aprovado, uma pessoa que for detida com 80 pedras de crack não será considerado mais traficante e sim usuário! Que beleza! Veja o projeto.


Para ver o projeto clique AQUI

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Falta de combustível nas viaturas da PM

Piauí

Secretário nega contingenciamento de combustível para viaturas da polícia



O secretário estadual de Segurança Pública, Luís Carlos Martins, desmentiu nesta quinta-feira (30) rumores de que estaria ocorrendo contingenciamento de combustível para viaturas no Piauí. 
Desde ontem, um áudio propagado através do aplicativo para celulares Whatsapp, direcionado a membros de um grupo do bairro Bela Vista, denuncia que viaturas da zona Sul de Teresina não estariam fazendo rondas por falta de combustível. A mensagem orienta as pessoas a ficarem em casa para não correrem o risco de serem alvos de crimes. "Fiquem resguardados pois não tem polícia na rua porque não tem combustível. As viaturas estão baseadas todas nas suas unidades, não podem fazer ronda. Só saem através de atendimento do Copom, e tem que ver a gravidade".  

Luís Carlos Martins negou que as viaturas tenham saído das ruas. "Não houve contingenciamento nem na Polícia Civil e nem na Polícia Militar. Foi apenas um boato, coisa que causa preocupação, mas até hoje não houve", disse o secretário em entrevista ao vivo no Jornal do Piauí desta quinta-feira. 
Martins afirmou ainda que existe uma dívida do Estado com o fornecedor de combustível, mas que o governador estaria reunido com a equipe econômica e outros gestores para negociar o pagamento desse valor. 
O comandante da Polícia Militar, coronel Lídio Filho, lamentou a divulgação da informação. "Ficamos muito tristes porque é um fato inverídico", declarou para a TV Cidade Verde, afirmando ter aberto procedimento para apurar quem gravou a mensagem e acioná-la para responder penalmente. 
O coronel também deixou uma mensagem para garantir que a PM está trabalhando. "Nós estamos na rua. Você vê que a Central de Flagrantes e as penitenciárias estão abarrotadas de presos. A Polícia Militar está na rua. A sociedade piauiense e teresinense pode confiar", completou. 
Fábio Lima (com informações da TV Cidade Verde)
fabiolima@cidadeverde.com

Cerca de 30 pistolas somem do Batalhão de choque!

Quase 30 armas roubadas dentro de quartel da PM


Rio de Janeiro

Pistolas sumiram de reserva de armamento do Batalhão de Choque, no Rio. Segundo assessoria da policia militar, local foi encontrado aberto por volta das 6h desta quarta


Dezenas de armas da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro desapareceram da reserva de armamento do Centro de Manutenção de Materiais, unidade que funciona dentro do Batalhão de Choque (BPChq), no Centro da capital fluminense.
A assessoria da PM informou que, por volta das 6h desta quarta-feira (29), policiais encontraram a reserva de armamento aberta e após conferirem as armas, constataram a falta de 23 pistolas ponto 40 da corporação, sem carregadores e munição, além de cinco armas pessoais de policiais que estavam em serviço na unidade.
A área foi completamente isolada e a equipe de militares que estava de serviço permanecia até o fechamento desta edição, presa administrativamente. Todos os militares que estavam de serviço estão sendo ouvidos. 
Ainda segundo a assessoria da corporação, a perícia está em andamento e todo o material estava sendo contabilizado. 
Equipes do Centro de Criminalística da Polícia Militar e da 1ª Delegacia de Polícia Militar Judiciária estiveram no quartel da PM para identificar a autoria e localizar o armamento. Até o fechamento desta edição, não havia suspeitos.

Fonte: O Fluminense

Capitão Feminina que chefiou segurança no Supremo Tribunal Federal será processada


Capitã que chefiou segurança no STF será processada

Por ter aparecido no Facebook ao lado do capitão Wagner e ter declarado voto a ele e a Eunício Oliveira, oficial responderá processo disciplinar

Demitri Túliodemitri@opovo.com.br






Mais dois oficiais da Polícia Militar (PM) serão processados pelo governo do Ceará por declarar, nas redes sociais, voto às candidaturas do capitão Wagner (deputado estadual), cabo Sabino (deputado federal) e Eunício Oliveira (governo do Estado). O capitão Marchezan Nacarato Rocha e a capitã Keydna Alves Lima Carneiro engrossam, agora, a lista de 20 militares que serão julgados por um conselho de justificação. Eles poderão ser punidos com prisão e até expulsão. A ordem para processá-los está no Diário Oficial do Estado 199 e no Boletim do Comando Geral da PM da última sexta-feira.
A capitã Keydna Carneiro, que chefiou em 2006 a segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) a convite da então ministra Ellen Grace, entrou no rol dos investigados do governo porque postou uma imagem em sua conta no Facebook na qual aparece fardada ao lado do vereador capitão Wagner.

Fonte: Jornal de Hoje

Suspeitas de fraudes derruba quatro coronéis da PM!

Rio de Janeiro

Quatro coronéis são exonerados por suspeita de fraude na compra de itens para hospitais da PM

Oficiais eram lotados em unidades da corporação no Rio e em Niterói. MP investiga contratos para aquisição de produtos

por 

RIO — Quatro coronéis da Polícia Militar foram exonerados, nesta quarta-feira, de seus cargos na área de saúde por conta de possíveis irregularidades na aquisição de material para hospitais da corporação. Além de uma investigação interna da PM, o Ministério Público (MP-RJ) estadual, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), está investigando os contratos de compra de produtos. Foram afastados de seus cargos, no Hospital da Polícia Militar de Niterói, os coronéis Kléber dos Santos Martins, da Diretoria Geral de Administração e Finanças (DGAF); Alberto Alves Borges, da Diretoria Geral de Saúde (DGS); e Sérgio Sardinha, diretor da unidade. O coronel Armando Porto Carreiro de Souza, diretor do Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, também foi afastado. Os quatro vão passar a cumprir expediente na Diretoria Geral de Pessoal, considerada a “geladeira” da corporação.
Em nota, a Polícia Militar informou que a “decisão do comando da corporação foi pelo afastamento dos oficiais até a conclusão do Inquérito Policial-Militar já aberto visando a dar maior transparência nas apurações”. A PM comunicou ainda que, por enquanto, não dará mais informações a respeito das investigações. O Ministério Público estadual, por sua vez, confirmou que há uma apuração, que segue sob segredo da Justiça.
ROMBO DE R$ 11 MILHÕES
De acordo com a denúncia do MP, entre os contratos investigados está a compra de 13.720 aventais com dinheiro do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom) para o Hospital da PM em Niterói. Mas 9.620 peças teriam desaparecido. Outro contrato sob suspeita foi para a compra de 75 mil litros de ácido peracético para o Hospital Geral da PM, nunca entregues. Nos dois casos, o volume contratado também foi considerado muito acima do necessário para abastecer uma única unidade de saúde. Um hospital de grande porte, por exemplo, consome cerca de 700 aventais por ano. No caso do ácido, seriam necessários cinco caminhões-pipas para armazenar o material. A estimativa é de que o rombo no Fuspom chegue a R$ 11 milhões.
O Fuspom recebe recursos de toda a tropa da Polícia Militar, que, por sua vez, tem direito a utilizar as duas unidades hospitalares, além de quatro policlínicas, uma odontoclínica e uma rede de clínicas credenciadas. Além do desconto feito na folha de pagamento dos PMs, o Fuspom recebe repasses do estado e da União. A investigação começou quando o ex-gestor do fundo Décio Almeida da Silva foi exonerado, em setembro. Foi aberta uma sindicância interna para apurar se havia irregularidades e, como foram detectados indícios de crime, a PM abriu um Inquérito Policial-Militar.
FURTOS EM UPP E NO BOPE
No mês passado, oito pistolas da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Caju, na Região Portuária, desapareceram. O Comando da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) instaurou um inquérito para apurar o caso. Policiais que estavam de plantão prestaram depoimentos, e os dois soldados responsáveis pela Reserva Única de Material Bélico (Rumb) foram presos administrativamente por 72 horas. A investigação tem prazo de conclusão de 40 dias. Segundo o CPP, os dois foram afastados da função e estão respondendo ao inquérito em liberdade, fazendo tarefas administrativas.
Em 2005, quatro oficiais e um sargento foram indiciados pelo desaparecimento de 26 armas da Seção de Material Bélico do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Dez pistolas e 16 fuzis sumiram. A investigação se estendeu por quase dois anos e, ao final, não chegou a uma conclusão sobre os culpados. Os PMs investigados no caso foram responsabilizados apenas por não terem fiscalizado corretamente o material da unidade.
Fonte: O Globo

PMs são suspeitos de desviar R$ 30 milhões de entidade social



Entre as denúncias que chamaram a atenção dos investigadores estão a compra de 199 pares de coturnos por R$ 50 mil e a apropriação indevida de dois cheques de uma prestadora de serviço por um ex-funcionário chefe de TI da Cabe

Publicação: 29/10/2014 07:31 Atualização: 29/10/2014 15:48

A Operação Tiradentes investiga 22 policiais militares (Ed Alves/CB/D.A Press)
A Operação Tiradentes investiga 22 policiais militares

A Polícia Civil e o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) deflagram, na manhã desta quarta-feira (29/10), a Operação Tiradentes, que tem como alvo 22 policiais militares, incluindo o ex-comandante-geral Sebastião Davi Gouveia. Os praças e oficiais são suspeitos de desviar R$ 30 milhões em recursos da Caixa Beneficente (Cabe), entidade de interesse social com finalidade de administrar diversos benefícios dos cerca de 22 mil associados da tropa. São diversas irregularidades investigadas, a maioria por fraude na emissão de notas fiscais.

Os investigados não foram presos, mas serão obrigados a prestar depoimento, a chamada condução coercitiva. Além disso, agentes da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) e promotores do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumprem mandados de busca e apreensão em empresas que prestavam serviços para a Cabe.

Uma das denúncias consta que um ex-funcionário chefe de TI da Cabe Marcelo Medeiro teria se apropriado indevidamente de dois cheques que deveriam ser depositados na conta de uma prestadora de serviço. A empresa reclamou do calote, mas o alto escalão da Cabe, formado pelos coronéis Gilberto Carvalho e Alexandre Saud resistiram em demitir Marcelo. Descobriu-se, mais tarde, que o funcionário acabou mantido no cargo por ameaçar contar outras supostas ilegalidades nos contratos da instituição.

Outra suposta falcatrua descoberta é a compra de 199 pares de coturnos pelo valor de R$ 50 mil. Chamou a atenção dos investigadores da Deco e da Gaeco que, menos de um ano depois, o mesmo autor da compra vendeu 500 pares de coturnos por R$ 58 mil. Ou seja, na compra, a Cabe pagou R$ 378 em cada par e, na vendeu por R$ 116. Seria um indício de superfaturamento na primeira transação.

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O segundo comandante da PM na gestão de Agnelo Queiroz, coronel Sebastião Davi Gouveia, é investigado por supostamente ter participado de um contrato fraudulento que simulou a contratação de uma empresa que faz assistência e manutenção de computadores. À época, Gouveia era gerente administrativo da Cabe e autorizou a emissão de sete notas no valor de R$ 12 mil. Os representantes da empresa alegam que nunca fizeram negócio com a Cabe. 

Assista a reportagem da TV Brasília:

Fonte: Correio Braziliense

Ex-tenente publica foto com suposta bala de fuzil e ameaça Dilma: 'É pra vc'


Mensagem foi publicada depois de confirmada reeleição da presidente. Ministério da Defesa diz que homem é ex-militar e segurava chaveiro.
29/10/2014 17h41 - Atualizado em 29/10/2014 17h41
Por Raquel Morais
Do G1 DF
Postagem feita por ex-tenente do Exército em rede social; homem ameaça Dilma após resultado das eleições (Foto: Reprodução)
Postagem feita por ex-tenente do Exército em rede social; homem ameaça Dilma após resultado das eleições (Foto: Reprodução)
Uma publicação que circula em redes sociais desde a noite do último domingo (26) traz um homem vestido com uma farda de tenente do Exército ameaçando a presidente Dilma Rousseff (PT). A legenda da foto em que o homem aparece segurando o que parece ser uma bala de fuzil diz: "Dilma... Essa é pra vc... Eu estou pronto! Só esperando o toque da corneta."
O Ministério da Defesa informou que o autor do post serviu ao Exército em 1998 em Belo Horizonte (MG) e não pertence mais ao quadro da instituição. O G1 tentou entrar em contato com ele no início da tarde, mas a página pessoal do ex-militar tinha sido retirada do ar.

De acordo com o ministério, o objeto na mão do homem é um chaveiro e ele não se apresenta de forma condizente com as normas das Forças Armadas – tem barba por fazer e veste um uniforme desatualizado. O caso não vai ser investigado, por não se tratar de crime militar, informou o ministério.
A Polícia Federal informou ao G1 que não tem investigação aberta para apurar o caso. De acordo com a PF, não há crime caso a munição não seja de verdade.
A postagem foi identificada pelo Ministério da Defesa nesta segunda, depois de um acesso ao perfil do ex-tenente. Ela foi curtida por pelo menos 61 pessoas e compartilhada 129 vezes. Segundo comentários na rede social, antes de cancelar o perfil, o homem apagou a imagem.
De acordo com a Lei de Segurança Nacional, é crime caluniar, ofender a integridade corporal e atentar contra a liberdade pessoal do presidente da República. As penas podem chegar, respectivamente, a até quatro, três e 12 anos de prisão. A Secretaria de Comunicação da Presidência não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
A presidente Dlma Rousseff foi reeleita no último domingo com 51,64% dos votos, depois de disputar o pleito considerado mais acirrado desde a redemocratização. O tucano Aécio Neves teve 48,36% dos votos. Com a vitória, o PT completará 16 anos no comando do governo federal – dobro do período do PSDB.

Justiça proíbe PM de usar balas de borracha durante protestos em SP



Decisão também impede que policiais determinem tempo e lugar de atos. Polícia Militar tem 30 dias para apresentar plano de ação em manifestações.
29/10/2014 12h49 - Atualizado em 29/10/2014 16h19
Do G1 São Paulo
Polícia usa bala de borracha e bombas para impedir protesto na Zona Leste de São Paulo (Foto: Rodrigo Abd/AP)
Polícia usa bala de borracha para impedir protesto na
Zona Leste de SP (Foto: Arquivo/Rodrigo Abd/AP)
A Justiça, em decisão liminar da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, ou seja, provisória, proibiu o uso de balas de borracha pela Polícia Militar (PM) de São Paulo em manifestações.
A Defensoria Pública de São Paulo ingressou com a ação em abril deste ano e teve a resposta na sexta-feira (24). O documento também “garante o exercício de direito de reunião”. Segundo a decisão em primeira instância, a PM não pode impor condições de tempo e de lugar para os protestos.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP-SP) informou que entrará com recurso. Em nota, a secretaria disse que “A Polícia Militar de São Paulo atua dentro dos estritos limites da lei e segundo padrões reconhecidos internacionalmente. A decisão judicial é provisória e será enfrentada por recurso próprio”.
De acordo com a decisão, o uso de balas de borracha “dá ensejo a que policiais menos preparados possam agir com demasiada violência”. Também está previsto que a dispersão e o uso de sprays de pimenta e gases sejam usados em casos “extremamente necessários”.
O nome e o posto dos policiais militares que atuam em manifestações devem estar identificados em locais visíveis da farda. O nome do oficial que atuará como porta-voz do comando da PM também deve ser indicado.
A Polícia Militar tem 30 dias para apresentar um projeto de atuação em reuniões populares que leve em conta as medidas da decisão.
Ainda ficou determinado que não deve ser impedido que a PM filme as manifestações, já que é um meio de permitir uma melhor análise das ocorrências dos eventos.
A decisão declara que nenhuma dessa medidas quer criar obstáculos para que a PM mantenha a ordem pública em protestos.
“Tais medidas buscam apenas garantir o legítimo exercício do direito fundamental de reunião, em sua convivência com o dever do Poder Público de garantir a ordem pública, observando-se a justa proporção entre tal direito e tal dever”.
O que se viu, em 2013, foi uma absoluta e total falta de preparo da Polícia Militar que (...), não soube agir, como revelou a acentuada mudança de padrão: no início, uma inércia total, omitindo-se no controle da situação, e depois agindo com demasiado grau de violência"
Valentino Aparecido de Andrade,
No documento, o juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, considerou que a PM não estava preparada para lidar com os protestos de 2013.
"O que se viu, em 2013, foi uma absoluta e total falta de preparo da Polícia Militar, que, surpreendida pelo grande número de pessoas presentes aos protestos, assim reunidas em vias públicas, não soube agir, como revelou a acentuada mudança de padrão: no início, uma inércia total, omitindo-se no controle da situação, e depois agindo com demasiado grau de violência, direcionada não apenas contra os manifestantes, mas também contra quem estava no local apenas assistindo ou trabalhado, caso dos profissionais da imprensa", observou o juiz.

Alckmin veta uso; Grella libera
Em 17 de junho de 2013, Alckmin tinha vetado o uso de bala de borracha. À época, os protestos de rua que se intensificavam em São Paulo e a polícia era acusada de abusos. Entretanto, o veto durou apenas alguns meses.
Em 8 de outubro daquele mesmo ano, o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, disse que os policiais militares estavam novamente autorizados a usar bala de borracha contra "grupos de vândalos" durante manifestações. A permissão para a volta das balas de borracha ocorreu no dia seguinte ao ato que foi encerrado com confronto e com vandalismo na região da Praça da República. Naquela ocasião, 11 manifestantes foram detidos, oito agências tiveram vidros e caixas eletrônicos destruídos. Um carro da polícia foi virado e depredado.
Feridos por balas de borracha
No ano 2000, o fotógrafo Alexandro Wagner Oliveira da Silveira foi atingido por uma bala de borracha no olho enquanto cobria uma manifestação de professores na Avenida Paulista. À época, ele cobria o ato pelo jornal "Agora SP". O profissional perdeu 85% da visão do olho esquerdo.
O jornal 'Folha de S.Paulo' diz que teve 7 repórteres atingidos no protesto. Entre eles, Giuliana Vallone e Fábio Braga levaram tiro de bala de borracha no rosto, de acordo com a publicação.  (Foto: Diego Zanchetta/Estadão Conteúdo)
Giuliana Valone, do jornal 'Folha de S.Paulo' foi ferida
por bala de borracha no rosto (Foto: Diego Zanchetta/
Estadão Conteúdo)
Em decisão judicial, ele foi considerado responsável por ter sido atingido, o que alterou a sentença anterior que condenava o Estado de São Paulo a indenizar o fotógrafo em 100 salários mínimos.
Também fotógrafo, Sérgio Andrade da Silva foi atingido em junho de 2013, durante manifestação contra o aumento da passagem. Ele cobria o protesto pela agência “Futura Press” e perdeu a visão do olho esquerdo.
Outra profissional ferida por bala de borracha foi a repórter Giuliana Vallone, do jornal “Folha de São Paulo”. Também em junho de 2013, ela foi atingida no rosto. A jornalista foi inernada no Hospital Sírio-Libanês e se recuperou bem.
Um grupo virou e depredou uma viatura da PM na Avenida Rio Branco, no centro de São Paulo, nesta segunda-feira, dia de manifestação de estudantes em São Paulo pelos direitos dos professores. (Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)
Em 7 de outubro, grupo virou e depredou uma viatura da PM (Foto: Arquivo/Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Polícia apura desvio de R$ 30 milhões em contratos de órgão da PM.

Brasília-DF

Polícia apura desvio de R$ 30 milhões em contratos de órgão da PM do DF

Três coronéis foram levados para prestar depoimento no DPE. Eles são suspeitos de contratar empresas fantasmas e superfaturamento.
29/10/2014 07h29 - Atualizado em 29/10/2014 07h38
Por Mara Puljiz
Da TV Globo, em Brasília
Policiais em frente ao prédio da Caixa Beneficente da Polícia Militar do DF (Foto: Kenzo Machida/TV Globo)
Policiais em frente ao prédio da Caixa Beneficente da Polícia Militar do DF (Foto: Kenzo Machida/TV Globo)

A Polícia Civil do Distrito Federal realiza na manhã desta quarta-feira (29) uma operação para investigar um suposto desvio de até R$ 30 milhões da Caixa Beneficente (Cabe) da Polícia Militar, em um esquema de contratação de empresas fantasmas e superfaturamento de contratos comandado por coronéis da instituição. A Corregedoria da PM acompanha a ação.

Por determinação judicial, três militares com a mais alta patente, além de um tenente-coronel e empresários, estão sendo levados coercitivamente para o Departamento de Polícia Especializada (DPE), no Parque da Cidade, para prestar esclarecimentos sobre a conduta deles frente a administração da associação.

A chamada “Operação Tiradentes” faz menção ao patrono da Polícia Militar e é resultado de investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) e do Ministério Público. Ao todo, 160 policiais civis cumprem 24 mandados de busca e apreensão no DF e em Caldas Novas (GO).

Um dos alvos dos investigadores é a casa do coronel Gilberto Alves de Carvalho, ex-comandante da PMDF e presidente do Conselho Deliberativo da Cabe. Segundo o delegado-chefe da Deco, Fábio Souza, na casa de Gilberto serão recolhidos computadores e documentos para análise das possíveis fraudes praticadas na associação nos últimos anos.

Fachada do prédio da Caixa Beneficente da Polícia Militar do DF (Foto: Kenzo Machida/TV Globo)
Fachada do prédio da Caixa Beneficente da Polícia
Militar do DF (Foto: Kenzo Machida/TV Globo)

O inquérito foi aberto em 17 de junho deste ano, após denúncia de ex-funcionários da associação no MP.  Entre irregularidades verificadas até então está aquisição e venda de produtos de forma irregular, entre elas, a compra de 199 botas e coturnos em agosto de 2012 pelo valor de R$ 50.60,87 de uma empresa localizada na 415 Sul. Pelas normas da Cabe, o produto só poderia ser vendido para associados, porém, 500 pares de coturno foram adquiridos por uma papelaria na Estrutural utilizando a matrícula de um policial militar associado.

Ainda pelas regras, há uma limitação de cerca de R$ 500 por policial. Apesar disso, poucos dias após a venda, o supervisor do mercado reembolsável da Cabe comprou da mesma loja outros 157 pares de coturno por R$ 49.349,70. A venda só não foi realizada, segundo apontam as investigações, em razão da nomeação de interventores determinada pela Justiça no início deste ano.

Em 6 de junho, um interventor registrou boletim de ocorrência na Deco para denunciar o suposto esquema de desvio de valores da associação. Ele constatou que uma empresa de informática que tinha contrato de prestação de serviços para a Cabe, na realidade, nunca executou os serviços. No mesmo dia, o contrato desapareceu da sala do interventor, mas, por precaução, ele havia digitalizado o documento. Nele constava a assinatura de uma pessoa que não fazia parte do quadro de funcionários. O dono da empresa de informática localizada em Caldas Novas também registrou boletim de ocorrência informando a fraude. O interventor ainda relatou na ocorrência ter sido intimidado por dirigentes da Cabe.

Pelos menos seis contratos estão sendo analisados. Chamou a atenção do MP e da polícia uma negociação feita em janeiro de 2011 para compra de 40 apartamentos de um empreendimento em Caldas Novas (GO) por R$ 6,5 milhões, sem prestar contas ao conselho fiscal da associação. Os negócios e o pagamento dos cerca de 300 colaboradores também teriam sido omitidos da planilha de custos da Cabe.

Ainda conforme a polícia, no curso das investigações foram encontradas 27 notas fiscais sequenciais de vendas para a Cabe no valor de R$ 307 mil para uma empresa de esportes, porém, o sistema da associação atestava que montante maior foi pago para essa mesma loja, no valor de R$ 356 mil.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Suposta fraude em concurso para médico é apurada na PM


Há indícios de irregularidades no concurso para cirurgião geral de hospital


C-C
Foram 115 vagas para o quadro de médicos da corporação
PUBLICADO EM 28/10/14 - 04h00

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) investiga uma suspeita de fraude no concurso para oficiais que vão atuar na área de saúde da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Há indícios de que profissionais que já atuaram no Hospital Militar de Belo Horizonte como terceirizados tenham sido favorecidos com acesso às questões da prova teórica antes dos exames.
Segundo a denúncia apresentada ao MPMG, a irregularidade teria ocorrido nas vagas destinadas ao cargo de cirurgião geral e envolveriam os três primeiros colocados. Esses candidatos tiveram a mesma nota na prova teórica: 92,5 de um total de cem pontos. Não bastasse a coincidência de terem exatamente a mesma nota, os três já trabalharam no Hospital Militar da capital, sendo que dois deles são marido e mulher e o terceiro é um amigo do casal.
Outro ponto que chama a atenção na denúncia é a diferença no desempenho entre os três concorrentes que ficaram empatados com os demais candidatos. A nota mais alta abaixo deles foi de 72,5, ou seja, vinte pontos a menos. A denúncia informa que os três só alcançaram essa nota porque quem teria elaborado as questões seriam os cirurgiões do próprio Hospital Militar. Como eles já fizeram parte do corpo de médicos da unidade como terceirizados, o documento sugere que os três teriam recebido as questões dos colegas antes das provas.
Diante desses indícios, o promotor de Defesa do Patrimônio Público João Medeiros abriu inquérito para averiguar as supostas irregularidades. Ele informou que a investigação está em fase inicial e que já solicitou esclarecimento à Polícia Militar. A PMMG informou que não há nenhuma irregularidade no concurso, com previsão de nove vagas para cirurgião geral. Porém, a corporação não confirmou nem desmentiu se são os próprios cirurgiões do Hospital Militar que elaboraram as provas.
Vagas
Concurso. Ao todo, foram 115 vagas para o quadro de médicos da PMMG. Desse total, nove são para o cargo de cirurgião geral, que teve 126 inscritos. A previsão da posse é para o fim deste ano.
Fonte: O Tempo