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NÃO DEIXE DE LER ISSO AQUI É MUITO IMPORTANTE

O BLO DO ADEILTON9599 ESTÁ ATUALIZADO, ABAIXO DECISÃO DO TJPE QUE ANULOU PARTE DA PORTARIA DA SDS QUE PERMITIA QUE SOLDADO FOSSE PROMOVIDO A SARGENTO SEM ANTES TER SIDO CABO, PARA VER NOVAS POSTAGEM CLIQUE NO NOME "ADEILTON9599" E NO FINAL DA PÁGINA CLIQUE EM (POSTAGEM MAIS ANTIGA)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

PERNAMBUCO: SOLDADO DO BOMBEIRO TEVE SEU CARRO ROUBADO! VAMOS COMPARTILHAR PARA TENTAR LOCALIZÁ-LO.


Divulguem esse carro roubado é de um bombeiro.
ONIX 2014 2015 LTZ      
PLACA OYZ-0477 
ROUBADO EM OLINDA.

FONE. 8801-9685 SD LUIZ


OBS: solicito dos Companheiros que assim que o veículo seja localizado e devolvido ao BM, nos informar para que a postagem seja retirada do ar, para não acontecer nenhum incidente de alguém pensar que o carro esteja ainda em poder de bandidos e tomar uma atitude precipitada!

TST suspende aumento de 10% para motoristas de ônibus do Recife e os motoristas começam a parar no Recife!


TST suspende aumento de 10% para motoristas de ônibus do Recife

Decisão provisória vale até julgamento final, ainda sem data marcada. Trabalhadores conseguiram reajuste salarial, em julho, após paralisação.
21/08/2014 17h09 - Atualizado em 21/08/2014 18h33
Do G1 PE
Aglomeracao faz parte da rotina do Terminal da Macaxeira (Foto: Katherine Coutinho/G1)
Em julho, greve de ônibus provocou transtornos aos passageiros no Grande Recife (Foto: Katherine Coutinho/G1)
O reajuste de 10% concedido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6)aos motoristas, cobradores e fiscais de ônibus do Grande Recife, em 30 de julho, foi provisoriamente suspenso pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Barros Levenhagen.
A decisão monocrática sobre o dissídio coletivo dos trabalhadores aconteceu na quarta-feira (20) e acata o recurso ordinário do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de Pernambuco, a Urbana-PE. A medida fica valendo até o julgamento do processo pela Seção de Dissídios Coletivos do TST, ainda sem data marcada.
Em sua decisão, o ministro do TST entende que o reajuste concedido foi fora dos limites do poder normativo da Justiça do Trabalho. Dessa forma, ficam suspensos o reajuste salarial e do piso da categoria de 10% e mantido o de 6%. Com isso, o salário de motorista passa a ser de R$ 1.700,30; o de fiscal, R$ 1.100,17; e o de cobrador, R$ 782,28. Com a decisão conseguida no TRT no dia 30 de julho, após uma greve de três dias, os salários dos trabalhadores seriam de R$ 1.765,5, R$ 1.140,70, e R$ 811,80, respectivamente.
A suspensão também afeta o auxílio-funeral, diária para viagens e o tíquete-alimentação dos trabalhadores, que havia sido corrigido em 75%, atingindo o valor de R$ 300. Com o reajuste de 6%, o tíquete fica em R$ 181,26.  Na ocasião do julgamento do TRT, os desembargadores entenderam que o valor não permite uma alimentação adequada no Grande Recife.
A advogada do Sindicato dos Rodoviários, Maria Rita Albuquerque, afirmou que a medida já era esperada pela categoria, devido ao recurso impetrado pela Urbana-PE. “Ainda não tivemos conhecimento da publicação, mas estamos empenhados na resposta do recurso. A partir de agora, vai correr um prazo e vamos atrás disso”, comentou.
Os trabalhadores ainda não haviam recebido nenhum salário com aumento. Quando houve a decisão do TRT, a folha do mês já havia sido concluída. “No dia 20 de agosto, os trabalhadores recebem um adiantamento do salário, que é pago no dia 5. Nesse primeiro pagamento, os empresários afirmaram que o aumento seria dado no pagamento efetivo do salário, dia 5; isso porque estavam ganhando tempo para a decisão [do TST]”, destacou Maria Rita Albuquerque.

Em nota, a Urbana-PE informou que entrou com recurso "por motivo de absoluta incapacidade financeira  e visando salvaguardar a solvência financeira do sistema". O  sindicato diz ainda que o sistema é custeado unicamente pela tarifa, "a segunda menor do País e que há mais de 2 anos não é reajustada". A Urbana ainda cita que "outras fontes de recurso devem ser adotadas para manutenção do serviço, para prover melhorias e garantir uma tarifa socialmente justa aos usuários".

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Governo do DF é condenado por assassinato de um homem por policiais militates.


GDF é condenado por assassinato de um homem por policiais

Valor da indenização é de R$ 30 mil, que deve ser pago aos filhos da vítima Divulgação
O TJDF (Tribunal de Justiça do Distrito Federal) condenou o GDF (Governo do Distrito Federal) a pagar indenização pela morte de um homem que teria sido assassinado por policiais. O valor da indenização é de R$ 30 mil, que deve ser pago aos filhos da vítima. O GDF ainda pode recorrer da decisão.
O crime aconteceu em 2008, quando um vizinho da vítima reclamou do volume do som em seu quiosque. Policiais foram até o local e teriam agredido a vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
Em defesa, a Polícia Militar do DF alegou que não havia provas de que os agentes teriam matado a vítima. De acordo com a certidão de óbito, o homem morreu por traumatismo craniano. 
Uma testemunha disse que a vítima foi espancada pelos policiais que foram atender à ocorrência. Caso saia a condenação definitiva, a indenização deve ser paga aos filhos do homem morto, pois eles são menores de idade e dependiam financeiramente do pai. A indenização inclui também o pagamento de pensão à esposa da vítima. 
Procurado pela reportagem doR7 DF, o GDF não respondeu sobre o caso até a publicação desta matéria.  

EXECUTIVOS DA MICROSOFT EXPLICAM O SISTEMA DE BIG DATA QUE AJUDARÁ A POLÍCIA DE SÃO PAULO


/GUSTAVO GUSMÃO 


Na última semana, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e a Microsoftanunciaram, em coletiva, o início oficial das operações do sistema Detecta. Conectado atualmente a pouco mais de 100 câmeras e a um banco de dados com informações do 190 (Polícia Militar) e do 193 (Corpo de Bombeiros), a ferramenta de big data, por ora, ajudará policiais e outras autoridades a verificar, via rádio, o histórico de ocorrências de determinado local.

A ideia do projeto, porém, é bem mais ambiciosa. No evento, Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, afirmou que a proposta é mais do que dobrar o total de câmeras do governo espalhadas pelo Estado – hoje, são 418 delas. E é possível aumentar ainda mais esse número conectando ao sistema câmeras do setor privado, mais ou menos como já acontece em Nova York. A cidade usa um sistema similar desde 2012, ajudou a Microsoft no desenvolvimento e conta com mais de 6.000 câmeras – incluindo as de empresas e bancos – ligadas ao Domain Awareness System, o DAS.
Além disso, conforme mais bancos de dados forem conectados ao Detecta, policiais futuramente equipados com tablets e melhor preparados conseguirão acessar ainda mais informações em tempo real. Um oficial poderá, conforme se dirige a uma cena do crime, saber se há, na região, algum suspeito por outras ocorrências e conferir imagens do local que já foram registradas no sistema.
Para explicar um pouco melhor como foi o desenvolvimento do Detecta e como foi o processo de implementação dele em São Paulo, INFO conversou com os executivos Mike McDuffie e Alfredo Deak, ambos da Microsoft. O primeiro, norte-americano, é vice-presidente mundial de serviços para o setor público, enquanto o segundo, brasileiro, é diretor da divisão de Justiça e Segurança Pública da empresa no Brasil. Confira a conversa a seguir.
Como funciona o sistema do Detecta? Ele é, de alguma forma, diferente do utilizado pela polícia em Nova York?
Mike McDuffie: Pense nele como uma aplicação que olha e analisa todos os dados, construído para a polícia com a ajuda da própria polícia – o que o muito forte, funcionalmente falando. O Detecta também é baseado em tecnologias da Microsoft, que continuarão a evoluir ano após ano. Dito isso, é óbvio que o policiamento em São Paulo é diferente do que há em Nova York. Mas como ambos os sistemas são baseados em um mesmo fundamento, o Estado de São Paulo pode evolui-lo – como já está fazendo – de forma a atender às necessidades encontradas aqui. Além disso, os paulistas podem aproveitar todas as lições aprendidas em Nova York e vice-versa. É uma ótima colaboração.
Alfredo Deak: Do ponto de vista técnico, o Detecta é capaz de receber informações de qualquer tipo de sensor eletrônico [câmeras e leitores de placas, por exemplo]. Essas informações mantêm feeds, e todos esses feeds estão inseridos em um banco de dados. Podemos relacionar essas fontes, e baseados nesses cruzamentos, são criados os alertas. A ideia, em suma, é fazer essa relação de big data em tempo real, para dar a informação na hora e disparar alertas automaticamente para o usuário [policiais e outros oficiais].
Por questão de infraestrutura, foi complicado instalar, em São Paulo, um sistema como o que é utilizado de Nova York?
McDuffie: Não, na verdade mal tivemos complicações. Eu diria que encontramos até mais semelhanças do que diferenças. É uma área muito grande e densamente povoada, trânsito muito intenso e desafios similares do ponto de vista da segurança pública. As diferenças já envolvem a cultura e as necessidades únicas de cada lugar. Darei um exemplo: a polícia de SP já havia desenvolvido mais de 200 tipos novos de alertas diferentes na primeira fase de operação do sistema – ou seja, em um período muito curto de tempo. Então, a solução básica é a mesma: a estrutura é baseada em dois lugares e há a possibilidade criar alertas baseados em fontes de dados, como câmeras, leitores de placas de carros e outros pontos. Mas isso é limitado pela imaginação, e algumas das aplicações e necessidades de instituições de segurança pública serão sempre ligeiramente diferentes.
Quanto tempo o sistema original, usado em NY, levou para ser concluído e instalado?
McDuffie: Em Nova York, o processo de implementação teve início há sete anos [o sistema, chamado de Domain Awareness System, ou DAS, começou a funcionar há dois]. O projeto começou como algo muito diferente, que acabou evoluindo para uma iniciativa muito mais sofisticada. Durante esse período, aprendemos muito, e os números que obtivemos fizeram o sistema evoluir com o tempo. Então, quando viemos implantá-lo em São Paulo, já tínhamos em mãos um sistema significativamente maduro, que já está rodando a três ou quatro meses.
Com sensores e a internet das coisas em ascensão, de que outras formas vocês acham que o big data e a nuvem podem ajudar na segurança pública?
McDuffie: Primeiro, esclarecendo: o Detecta usado aqui em São Paulo não é um projeto da Microsoft em sua essência – os data centers são mantidos pelo governo, e não em nossa nuvem pública. Mas de qualquer forma, posso dizer que nossa solução seria capaz de gerenciar tudo isso. Além disso, eu diria para você que, conforme as pessoas ganharem mais confiança na segurança e nas políticas de manuseamento de informações, nós veremos mais e mais desses sistemas baseados em uma nuvem muito grande. Da parte da Microsoft, ao menos, o futuro está no mobile e na nuvem.
Deak: Imagine que, só em São Paulo, a polícia e os bombeiros recebem 180 mil ligações por dia. Cada uma dessas ligações do 190 e do 193 pode se dividir em centenas de ações. Ou seja, diariamente, a polícia recebe milhões disso que chamamos de transações [“transactions”, no termo original]. Pense também que todo tablet e aparelho de GPS pode enviar, em 10 ou 15 segundos, uma localização. Eis aí outro milhão de transações. Imagine então manusear milhões dessas transações todos os dias, relacionando todas elas para que se tornem alertas [como é no Detecta e no DAS, de NY]. Sem o big data, é praticamente fazer isso com milhões de informações em tempo real.
Por fim, há planos de expansão para esse sistema?
McDuffie: Sim, certamente. Estamos no meio do processo de expansão, mas não posso falar muito sobre cidades em específico. Mas há lugares do mundo todo interessados nessa solução, e você ainda a verá se expandindo aqui no Brasil mesmo. Na minha cabeça, não vejo motivo para esse sistema não proliferar e crescer de forma significativa em algum tempo.

Justiça Militar decreta prisão de 20 policiais militares acusados de extorsão


Justiça Militar decreta prisão de militares envolvidos em extorsão

Vinte PMs estariam envolvidos em formação de milícia e extorsão. Policiais foram presos e levados para o Comando na PM nesta quinta, 21.
21/08/2014 11h23 - Atualizado em 21/08/2014 12h41
Do G1 PA
A Justiça Militar decretou, em Belém, a prisão de 20 policiais militares que estariam envolvidos em diversas irregularidades e crimes, como a prática de extorsão contra um grupo de colombianos na capital paraense. Eles foram levados para o Comando da PM nesta quinta-feira (21). O G1 entrou em contato com a assessoria da Polícia Militar, que informou que irá se posicionar sobre o assunto em nota oficial.
Segundo o promotor militar Armando Brasil, os militares fariam parte de uma milícia que estaria extorquindo os estrangeiros supostamente envolvidos em atividades ilegais como a agiotagem. As denúncias teriam sido confirmadas após a interceptação de ligações telefônicas efetuadas pelos suspeitos.
Na operação, denominada Katrina, 20 policiais militares, sendo um aspirante a oficial PM, um sargento, 12 cabos e seis soldados foram presos. "A corporação, quase bicentenária, jamais tolerará o crime nem qualquer desvio de conduta que possa macular o trabalho da grande maioria de seu efetivo que, diuturnamente, age com probidade e profissionalismo para proteger e servir a sociedade paraense. Retirar do seio da tropa e aplicar as medidas punitivas legais que cada caso requer é um dever que temos", afirmou o corregedor Geral da PM, coronel Vicente Braga.
Durante seis meses de investigações foram executadas medidas cautelares que confirmaram as suspeitas da participação dos policiais em crimes como concussão, corrupção ativa e passiva, violação do dever funcional com o fim de auferir lucro, condescendência criminosa, inobservância da lei, regulamento ou instrução e extorsão mediante sequestro.

Justiça manda PM aceitar candidato que foi reprovado por está com o dente careado!

Mato Grosso do sul

Justiça manda PM aceitar candidato tido como inapto

Relator concluiu que alteração dentária não traz prejuízos no exercício do cargo


GABRIEL MAYMONE20 de Agosto de 2014 | 21h00

Um candidato considerado inapto no exame da saúde do concurso da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul por ter dentes tortos ganhou na Justiça o direito de ingressar no curso de formação de soldado. A decisão é da 4ª Seção Cível do Tribunal de Justiça.
Em sua defesa, o candidato alegou sua inaptidão é resultante de alterações relacionadas com a parte odontológica e que, antes do exame do concurso, submeteu-se a tratamento odontológico, estando em perfeitas condições para prosseguir no concurso. Apresentou laudo odontológico onde consta que atende plenamente as condições exigidas no edital do concurso.
Em seu voto, o desembargador Júlio Roberto Siqueira Cardoso, relator do processo, lembrou que o exercício da atividade administrativa deve obedecer os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, contudo, não se mostra plausível a exclusão do candidato aprovado em concurso público para a Polícia Militar em razão má oclusão (dentes tortos), principalmente porque isto não inviabiliza, impede ou dificulta o exercício da função e muito menos atenta contra a moral e os bons costumes.
“Não é o caso nem de se falar em estética, tendo em vista que o impetrante possui todos os dentes e atende plenamente as condições exigidas no edital do concurso, como consta do laudo odontológico. Frisa-se que, em que pese previsão editalícia, não pode ser considerado inapto o candidato que possui dentes tortos, pois tal fato não dificulta, inviabiliza ou impede o exercício da função nem compromete a sua honra e/ou da corporação”, posicionou-se o relator.
No entender do desembargador, ao estabelecer por critério eliminatório a má oclusão dentária do candidato, o objetivo do concurso é extrapolado. Para ele, trata-se de discriminação fortuita, não coadunante com os princípios norteadores de toda a administração pública, que são os da isonomia e da razoabilidade.
“A exclusão do candidato do concurso viola o direito líquido e certo do impetrante, sendo ato desproporcional dissociado do interesse público que decore das circunstâncias e particularidades do caso concreto. Ante o exposto, concedendo a ordem para que o impetrante J.A.S.M. permaneça no certame. É como voto”.

Funcionário público é condenado ao pagamento de indenização por difamar alguém pelo Facebook!

Difamação publicada na rede social Facebook culmina em condenação de servidora pública ao pagamento de indenização para reparação de danos morais


Uma turismóloga, assessora técnica integrante da Gerência de Gestão do Turismo do Governo do Estado do Espírito Santo, fora condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).


Publicado por Higor Souza 

Uma turismóloga, assessora técnica integrante da Gerência de Gestão do Turismo do Governo do Estado do Espírito Santo, fora condenada a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 3.000,00 (três mil reais).
A servidora pública, através da rede social Facebook, divulgou imagem de evento realizado por uma famosa casa noturna da cidade de Vitória/ES, ocasião em que seria comemorado o aniversário de uma promotora de eventos da casa, postando ofensas de cunho sexual e depreciativo contra a referida profissional.
Inconformada com as ofensas, a promotora noticiou o caso à autoridade policial competente, concluindo o Delegado de Polícia da Delegacia de Repressão aos Crimes Eletrônicos:
Insta destacar, que a ofensa foi divulgada em rede social, facilitando, portanto, a divulgação da difamação, o que enseja o aumento da pena cominada em 1/3, nos moldes da legislação penal brasileira.
Diante do exposto, percebe-se que a ação cometida por T. V. P. Se amolda ao tipo previsto no Código Penal, estando presentes indícios de autoria e a materialidade do delito, conforme descrição supra e documentos juntados a este expediente, que pode ser verificada nos presentes autos e em depoimentos complementares a serem colhidos em sede judicial, pois, T. V. P., por meio do ambiente virtual cometeu fatos que atentam contra a reputação e a honra de I. B. P.
Com tal conclusão, I. B. P. Propôs ação indenizatória em face da servidora pública, o que culminou na sentença que dispôs:
Analisando o caso em apreço percebo que toda sorte de provas produzidas confirmaram que a Requerente merece razão ao solicitar indenização pelos constrangimentos sofridos no episódio narrado na inicial. Ora, as provas trazidas aos autos deixam claro que a Requerida proferiu ofensas contra a Requerente via internet, por meio da rede social facebook.
Escrever abaixo de uma imagem na qual consta a Requerente chamando pessoas para participar de uma festa as seguintes frases: “Freira não pode ser, bombando pra chamar tbm não, kkk e das duas uma: ou vai fuder de vez com a imagem da festa, ou vai ser leilão para ver quem come mais!”, configura, sem a menor dúvida, ofensa direta à honra da Requerente.
Prosseguindo, afirmou a Juíza Leiga em seu projeto de sentença devidamente homologado pelo Juízo de Direito:
Pelo exposto, é fácil constatar que a conduta narrada e sustentada foge ao limite do razoável e expôs a Requerente a situação que ultrapassa o mero aborrecimento. A conduta da Requerida deve enquadrar-se na urbanidade e no respeito com as pessoas, de maneira que o desrespeito constatado nos autos cometido contra a Requerente merece repúdio.
A sentença ainda é recorrível.
Processo nº 0012916-11.2014.808.0347 (Projudi/ES).
Fonte: Jusbrasil

Justiça Federal e Ministério Público da União entra em greve por tempo indeterminado em oitos estados e no Distrito Federal. os servidores pararam no estado de SP, RS, SC, MT, BA, SP e RJ além do DF.


BRIGA POR REAJUSTE

Servidores da Justiça Federal e do MP param em oito estados e no DF


Insatisfeitos com os salários atuais, servidores da Justiça Federal e do Ministério Público da União estão em greve por tempo indeterminado em oito estados (SP, RS, SC, MT, BA, SP e RJ) e no Distrito Federal. De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), na próxima segunda-feira (25/8) os servidores do Piauí também devem aderir.
Um dos principais objetivos do movimento é pressionar o Supremo Tribunal Federal para que negocie com o governo federal a aprovação dos projetos de lei que buscam a reposição das perdas salariais das categorias. Os grevistas planejam também, para o dia 27 de agosto, um ato em frente ao Supremo Tribunal Federal.
Nesta quarta-feira (20/8), houve uma manifestação dos servidores do Distrito Federal em frente à Procuradoria-Geral da República cobrando o empenho do procurador-geral, Rodrigo Janot, na negociação do reajuste com a presidente Dilma Rousseff. Depois, os manifestantes seguiram até o Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta-feira (21/8), o representantes do sindicato devem se reunir com o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski.
No dia 6 de agosto, data em que começou a greve no Distrito Federal, os servidores já haviam feito uma manifestação no STF. Na ocasião, o coordenador do Sindicado dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grande do Sul, Fagner Azeredo, afirmou que se não houver negociação, as eleições podem ser afetadas. “Se não tiver negociação salarial, não vai ter eleição. A Justiça Eleitoral vai parar junto conosco, vai estar nesta briga para conseguir uma valorização salarial para todos os servidores do Judiciário.” Com informações da Assessoria de Imprensa da Fenajufe e Agência Brasil.
Sindicatos em greveInício da greve
Sindjus/DF6/8
Sindiquinze/SP14/8
Sintrajufe/RS14/8
Sintrajusc/SC14/8
Sindijufe/MT18/8
Sindjufe/BA18/8
Sintrajud/SP20/8
Sisejufe/RJ20/8
Sintrajurn/RN21/8
 Revista Consultor Jurídico, 21 de agosto de 2014, 12:09

Marina, Marina morena você implicou!


Coordenador de Campos rompe com Marina e deixa campanha

Folha de S.Paulo
NATUZA NERY
DE BRASÍLIA
Carlos Siqueira, secretário-geral do PSB e coordenador da campanha de Eduardo Campos, disse à Folha nesta quinta-feira que não seguirá na função ao lado de Marina Silva.

"Pela maneira grosseira como ela me tratou. Eu havia anunciado que minha função estava encerrada com a morte do meu amigo. Na reunião [de quarta-feira (20)] ela foi muito deselegante comigo. Eu disse que não aceitaria aquilo e afirmei: 'a senhora está cortada das minhas relações pessoais", disse Siqueira à Folha.

Militante histórico do partido, o rompimento de Siqueira revela o quão difícil será a nova realidade eleitoral para o PSB.

"Não houve engano nenhum. Não estou e não estarei em hipótese alguma na campanha desta senhora", completou.

Carlos Siqueira não quis contar detalhes da reunião.

Segundo a Folha apurou, entretanto, Marina chegou a dizer a ele que não precisaria mais se preocupar com a coordenação da campanha. Ele reagiu prontamente pela forma dita.

"Se ela comete uma deselegância no dia em que está sendo anunciada candidata, imagine no resto. Com ela não quero conversa", disse.

Corpo de Soldado é encontrado carbonizado dentro do carro!


Corpo de soldado da UPP Fazendinha é encontrado carbonizado na Baixada

Segundo a polícia, PM e dois amigos foram torturados na Favela do Dique, em São João de Meriti

O DIA
Rio - O corpo do soldado da PM Douglas Costa da Silva  foi encontrado carbonizado por policiais do 39º BPM (Belford Roxo) dentro de um carro no bairro Jardim Gláucia, em Belford Roxo, na manhã desta segunda-feira. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o PM era lotado na UPP Fazendinha, no Complexo do Alemão, e estava sumido desde a madrugada. 
Corpo foi encontrado dentro do carro do PM lotado na UPP Fazendinha
Foto:  Ivan Teixeira / Hora H
Ainda segundo comando das UPPs, o soldado foi abordado por quatro criminosos em duas motocicletas na saída de um evento em Duque de Caxias. O PM estava com dois amigos dentro do carro quando foi abordado pelos criminosos. Armado, ele teria sido reconhecido pelos criminosos. Todos foram levados para a Favela do Dique, em São João de Meriti, onde teriam sido torturados.
Os amigos do PM foram liberados após a sessão de tortura e procuraram o 15º BPM (Duque de Caxias). Buscas foram realizadas por policiais do 21º BPM (São João de Meriti) para encontrar o soldado da UPP.
O comando das UPPs informa que designou uma equipe de psicólogos para acompanhar os familiares do policial.

TAF: Subtenente do Corpo de Bombeiros morre durante teste físico no Campo de Santana

Rio de Janeiro

Subtenente do Corpo de Bombeiros morre durante teste físico no Campo de Santana


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O momento em que a ambulância chegou ao Quartel Central Foto: Foo do leitor / Via WhatsApp

Um subtenente do Corpo de Bombeiros morreu, na manhã desta quarta-feira, quando fazia um teste de aptidão física no Campo de Santana, no Centro do Rio. Segundo informações da assessoria de imprensa da corporação, ele sofreu um infarto fulminante. De acordo com colegas de farda, Leonardo Barbosa, de 31 anos, era da banda de música. O corpo do subtenente foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML).
A assessoria dos bombeiros informou que uma ambulância acompanhava o teste físico e transportou Leonardo ao posto médico do Quartel Central, que fica em frente ao Campo de Santana. Por meio do WhatsApp do Extra (21 99644-1263 e 21 99809-9952), um bombeiro enviou uma foto da movimentação no local logo após a chegada do veículo de socorro.

Na nota, a assessoria informou que o teste que Leonardo fazia era de rotina e lamentou o ocorrido: “a corporação está comovida e todas as providências de assistência aos familiares estão sendo tomadas”.

Fonte: Extra Rio de Janeiro

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Governador de Alagoas veta projeto que promoveria o Soldado com oito anos de serviço a graduação de Cabo automaticamente! O projeto tinha sido aprovado por unanimidade de votos pela Assembleia Legislativa, mas o governador disse que o projeto era inconstitucional por promover os PMs sem existir vagas, o governador alegou ainda que os interesses públicos foram contrariados pela mudança no texto do Projeto de Lei aprovado pelos deputados.


Teotonio Vilela veta Projeto de Lei que dispõe sobre promoção militar

Arquivo - aquiacontece.com.br



PL tinha sido aprovado por unanimidade de votos pela Assembleia Legislativa
PL tinha sido aprovado por unanimidade de votos pela Assembleia Legislativa
Aprovado por maioria de votos pela Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei que regulamenta a promoção de militares teve seu texto vetado totalmente pelo governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho.
A decisão tomada pelo Executivo estadual, após análise do departamento jurídico do Gabinete Civil, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (20). Vilela considerou em sua decisão, que o Projeto de Lei é inconstitucional e contrário aos interesses públicos.
O Projeto de Leiº 611/2014 aprovado por unanimidade de votos pelos deputados alagoanos, estabelece critérios para que os militares da PM e do CB, pudessem ter acesso a promoções por tempo de serviço.
Despesas para o Estado
Na decisão publicada, Teotonio Vilela justificou: “Não há qualquer dúvida sobre a inconstitucionalidade da promoção sem a existência de vagas. Esta tese já se confirmou de forma reiterada no Supremo Tribunal Federal. Além disso, inclusões ao projeto de lei que permitam promoção automática, geram despesas”.
Ainda na veto publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (20), Vilela ainda afirmou que os interesses públicos foram contrariados pela mudança no texto do Projeto de Lei aprovado pela Assembleia Legislativa.
por Redação

Fonte: Aquo acontece