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sábado, 20 de dezembro de 2014

Justiça ordena soltura de dois coronéis envolvidos em esquema de corrupção na PM


Segundo investigações, policiais participaram de sequestro de traficante na Ilha do Governador

ADRIANA CRUZ E  VANIA CUNHA

Rio - Oficiais que se envolveram em dois dos maiores escândalos de corrupção na PM este ano ganharam nesta sexta-feira o direito de responder aos processos em liberdade. A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria de Justiça Militar, decidiu libertar quatro dos 15 acusados de corrupção no 17ª BPM (Ilha do Governador). Entre eles, estão o coronel Dayzer Corpas, o subtenente José Luiz Ferreira da Penha, o sargento Márcio da Silva Figueiredo e o cabo Luis Carlos da Penha Júnior.  

Juíza mandou soltar Dayzer Corpas, acusado de envolvimento em esquema de corrupção no Batalhão da Ilha
Foto:   Reprodução

Já o desembargador Paulo de Oliveira Lonzellotti Baldez, da 5ª Câmara Criminal, concedeu alvará de soltura para o coronel Alexandre Fontenelle e mais 26 réus, dos quais 24 militares, no processo sobre formação de quadrilha. “A pena varia de 1 a três anos. Com o agravante, pode ser aumentada e chegar a quatro anos e oito meses de detenção. Então, como eles têm bons antecedentes, não vão receber pena acima de dois anos. Portanto, a prisão era totalmente ilegal e arbitrária”, afirmou Ubiratan Guedes, advogado de Fontenelle.  

Alexandre Fontenelle foi preso em setembro na operação Amigos S/A, deflagrada pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público. Quando era investigado, ocupava cargo estratégico, à frente do Comando de Operações Especiais (COE). Ele é acusado, com outros militares que integravam o 14ºBPM (Bangu), de exigir pagamento de propina de comerciantes, mototaxistas, motoristas e cooperativas de vans, além de empresas transportadoras de cargas na área do batalhão.  

As propinas variavam entre R$ 10 e R$ 11 mil, e eram cobradas diária, semanal ou mensalmente, como garantia de não reprimir qualquer ação criminosa, seja a atuação de mototaxistas, motoristas de vans e Kombis não autorizados, o transporte de cargas em situação irregular ou venda de produtos piratas no comércio popular de Bangu.  

Já Dayzer Corpas foi preso em outubro, acusado por envolvimento no sequestro de traficantes na Ilha do Governador em março. Dois criminosos teriam sido libertados em função de pagamento de R$ 300 mil de propina. A ação dos PMs foi filmada por câmeras da parte externa da Base Aérea do Galeão. A juíza Ana Paula considerou que o grupo pode responder o processo em liberdade. Na decisão, ressaltou que eles sejam escalados apenas para atividades internas administrativas e a critério do comando da corporação. Ela marcou para o dia 13 de janeiro o depoimento de mais uma testemunha do caso.

Beltrame assina contra major Edson 

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, assinou nesta sexta o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) no qual pede a perda de função do major Edson Santos e do tenente Luiz Felipe Medeiros. Beltrame opinou contra a decisão do Conselho de Justificação enviado à Corregedoria da Polícia Militar, que defendia a permanência de major na corporação.  

Agora, a Seção Criminal, do Tribunal de Justiça, vai dar a palavra final sobre o rumo dos oficiais. Santos e Medeiros respondem pelo desaparecimento e morte do pedreiro Amarildo de Souza, em julho do ano passado. No total, são 25 militares que são réus na 35ª Vara Criminal.


Fonte: O Dia 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Armas roubadas da Justiça abasteciam crime em Alagoas. Vários PMs foram presos!

Armas roubadas da Justiça abasteciam crime em Alagoas

Grupo foi desbaratado a partir da operação Teorema, da Polícia Civil.
Ação policial prendeu um servidor do TJ-AL e policiais militares.


Do G1 AL


As armas roubadas do depósito da sede do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), por uma quadrilha formada por um servidor do judiciário e policiais militares, abasteciam o crime organizado que atuava na capital e no interior de Alagoas, segundo informações da Polícia Civil. O esquema foi desbaratado, na manhã desta sexta-feira (19), a partir da operação Teorema, onde a PC cumpriu 19 mandados de prisão realizados em Maceió e em três cidades do interior, resultando na prisão de 10 pessoas.
Nas investigações, realizadas ao longo de um ano, foi constatado que o grupo criminoso chegou a negociar até 200 armas roubadas do TJ-AL, com valores que poderiam chegar a R$ 2 mil. Tendo ainda como agravante o modo de operação do esquema que fazia a entrega de alguns armamentos usando veículos oficiais do Tribunal de Justiça.
“O esquema montado por esse grupo é uma afronta ao Tribunal de Justiça, a Segurança Pública de Alagoas e a toda sociedade alagoana”, expôs o diretor geral da Polícia Civil de Alagoas, delegado Carlos Reis.

De acordo com a Polícia Civil o esquema de roubo e venda de armas do TJ-AL era comandado pelo servidor público Gilberto Pitágoras, que já foi responsável pelo Centro de Custódia das armas que eram apreendidas pela polícia e encaminhadas ao Tribunal. Ele contava com a participação de policiais militares e de um ex-policial que foi expulso da corporação.
No momento da prisão de Pitágoras, os policiais encontraram em um aparelho celular mensagens de um homem que pedia informações sobre um dos produtos fornecidos pelo grupo.

Entre os envolvidos está também, segundo a Polícia Civil, o cabo Santana, que trabalha em um dos Batalhões da Polícia Militar de um dos bairros mais violentos da capital alagoana. Ele, assim como os demais envolvidos, negaram a participação no esquema criminoso.




Para ver o vídeo clique AQUI

Cidadão pode provocar o Judiciário independentemente de esgotamento da via administrativa


Quinta-Feira, Dia 18 de Dezembro de 2014
Ofende a Constituição a exigência de prévio requerimento administrativo nas ações de exibição de documento. Com esse fundamento, a 6ª Turma do TRF da 1ª Região reformou sentença de primeira instância que, ao analisar ação movida por um cliente contra a Caixa Econômica Federal (CEF) para ter acesso aos extratos de sua conta poupança relativos aos anos de 1989 e 1990, julgou extinto o processo sem resolução de mérito.
 
Na apelação, o correntista da instituição bancária alegou que possui direito à prestação jurisdicional ora requerida, diante da garantia da inafastabilidade da jurisdição, que suplanta a exigência de apresentação de pedido na via administrativa. Sustentou também que o caso em questão “requer a inversão do ônus da prova, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor”. Dessa forma, requereu a condenação da CEF para que esta apresente os documentos pleiteados.
 
Os argumentos do recorrente foram aceitos pelos integrantes da Corte. Em seu voto, o relator, desembargador federal Jirair Aram Meguerian, destacou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio TRF1, em casos semelhantes, têm adotado o entendimento de que “é possível o ajuizamento de medida cautelar de exibição de documentos, ainda que não haja prévio requerimento administrativo ou indicação de ação principal futura, sob pena de ofensa à garantia constitucional do amplo acesso à justiça”.
 
Nesse sentido, esclareceu o magistrado que: “deve ser desconstituída a sentença, uma vez que o seu entendimento é dissonante da majoritária jurisprudência que entende não estar legalmente obrigada a parte autora a provocar ou esgotar a via administrativa para postular em juízo, tendo o direito de ação assegurado no art. 5º, XXXV, da Constituição Federal”.
 
Desse modo, a Turma deu provimento à apelação da parte autora, desconstituindo a sentença recorrida e determinando o retorno dos autos à origem, para o regular prosseguimento do feito.

Processo n.º 0004914-92.2008.4.01.3806

Banco do Brasil abre 2.499 vagas de concurso para Escriturário em 15 estados incluindo Pernambuco.




Foram abertas 2.499 vagas que receberão inscrições entre os dias 22 de dezembro e 19 de janeiro


atualizada às 08h45 - 19/12/14

O Banco do Brasil surpreendeu nesta sexta-feira (19) e publicou o edital de concurso para o cargo de Escriturário. As 2.499 vagas para formação de cadastro reserva são destinadas aos estados do Acre, Amapá, parte do Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, parte de Santa Catarina e Sergipe.
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A seleção será realizada pela Fundação Cesgranrio. Acesse o site entre os dias 22 de dezembro e 19 de janeiro de 2015 para se inscrever. A taxa de participação é de R$ 40.
Para concorrer, o candidato precisa ter apenas nível médio completo. A remuneração inicial será de R$ 2.227,26 para jornada de trabalho de 30 horas semanais. O contrato será regido pela CLT, ou seja, não há estabilidade.
Entre as vantagens que o banco oferece, estão a possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional, participação nos lucros ou resultados, vale-transporte, auxílio-creche, ajuda alimentação/refeição e outros.
A seleção terá três etapas: prova objetiva, prova de redação e perícias médicas e procedimentos admissionais. As duas primeiras serão aplicadas no dia 15 de março em várias cidades dos estados onde há vagas, com duração de 5 horas ao todo.
Acesse o edital para verificar as cidades de prova.
A prova objetiva terá questões de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Matemático e Atualidades do Mercado Financeiro para Conhecimentos Básicos. Em Conhecimentos Específicos vai cair Cultura Organizacional, Técnicas de Vendas, Atendimento, Domínio Produtivo da Informática, Conhecimentos Bancários e Língua Inglesa.
Helder Barbosa


Leia mais: http://concursos.brasilescola.com/noticias/banco-brasil-abre-concurso-para-escriturario-15-estados/310779.html#ixzz3MMkkawPB

Emenda à Constituição da Paraíba permite que ex-PMs e ex-BMs voltem a ser reincluídos! O Ministério Público não gostou da brincadeira e ingressou com uma ADIn - Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o parágrafo 14 do artigo 48-A da Constituição Estadual que dá esse "direito".

PEC que permite reintegração de 

ex-policiais pode cair


PEC que permite reintegração de ex-policiais pode cair A Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) ingressou, nessa quinta-feira (18), com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) contra o parágrafo 14 do artigo 48-A da Constituição Estadual, que versa sobre a reintegração dos policiais militares e bombeiros licenciados a pedido à corporação. A adin foi distribuída ao desembargador Romero Marcelo, da Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba.


O parágrafo 14 do artigo 48-A foi inserido este ano na Constituição do Estado da Paraíba com a aprovação, na Assembleia Legislativa, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de número 31/2014, publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 30 de outubro.


O Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap) do MPPB analisou a constitucionalidade desse dispositivo legal e concluiu pelo ajuizamento da Adin. “Restou clara a possibilidade de servidores policiais ou bombeiros militares licenciados a pedido retornarem às fileiras das corporações, sem prestar concurso público, com possibilidade de retroatividade de direitos”, explicou a promotora de Justiça Ana Maria França, que coordena o Ncap, em João Pessoa.


Conforme explicou a representante do MPPB, o licenciamento dos militares é uma forma de exclusão do serviço ativo, na qual o militar não tem direito a qualquer remuneração, sendo essa a principal característica que diferencia esse tipo de afastamento da reforma e da reserva remunerada. “Essa nomenclatura ‘licenciamento’ é utilizada para os casos em que o servidor público militar é excluído do serviço ativo antes de completar a metade do tempo de serviço a que estaria obrigado”, enfatizou.


Segundo o Ministério Público, tal regramento possui inconsistências que ferem parâmetros constitucionais, como o (re) ingresso no serviço público sem o crivo do concurso público; a criação de despesas para o estado; o gravame ao princípio da tripartição dos poderes (ao impedir que cada caso de licenciamento seja revisto pelo Poder Executivo ou decidido pelo Poder Judiciário); e a invasão de competências do Executivo.


“Essa norma implica na anulação irrestrita de decisões administrativas adotadas individualmente em cada caso de afastamento de policiais. Se houve ilegalidade ou inconstitucionalidade nas decisões de licenciamento, a administração pública pode rever seus atos administrativos e revogá-los. Para além dessa possibilidade administrativa, o Poder Judiciário pode rever, em cada caso concreto, as ilegalidades e, assim, saná-las”, disse.


Impacto financeiro e concurso Para o Ministério Público da Paraíba, além de gerar impacto financeiro aos cofres estaduais, a reintegração de servidores públicos militares também compromete a realização de futuros concursos públicos para a corporação. “Ao permitir que policiais e bombeiros militares que estavam fora das corporações nelas reingressem, o dispositivo legal (referindo-se ao parágrafo 14 do artigo 48-A, acrescentado na Constituição Estadual pela PEC 31/2014) gera um considerável acréscimo de folha de pagamento. A própria Constituição Estadual prevê que tais normativas são de iniciativa exclusiva do Poder Executivo”, contrapôs Ana Maria França.


Conforme apurou o Ncap, existem mais de 600 requerimentos de reingresso à Polícia Militar, fundadas no parágrafo 14 do artigo 48-A da Constituição Estadual. “A reinserção dessas pessoas na Polícia Militar ou Bombeiro Militar corresponde a uma mitigação da realização de concurso público para provimento de cargos nas instituições que integraram e das quais saíram por liberalidade própria”, alertou a promotora de Justiça.



Ascom

Fonte: PBagora

Homens encapuzados invadem bar e executam Policial Militar.


Homens encapuzados invadem bar e executam Policial Militar em Santos
Segundo testemunhas, três homens participaram da ação. Ocorrência foi encaminhada ao 1º DP da município.
19/12/2014 07h50 - Atualizado em 19/12/2014 07h50
Do G1 Santos
Policial foi morto com tiro na cabeça em Santos (Foto: Reprodução/TV Tribuna)
Policial foi morto com tiro na cabeça em Santos
(Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Um policial militar aposentado foi assassinado na noite desta sexta-feira (19) em Santos, no litoral de São Paulo. De acordo com informações da Polícia Militar, até o momento nenhum suspeito de participação no crime foi preso.

Segundo testemunhas, Cícero Ferreira da Silva, de 51 anos, estava em um bar no bairro Rádio Clube, próximo às 23h, quando três homens encapuzados chegaram ao local, renderam o policial, efetuaram um disparo na cabeça da vítima e fugiram.

A perícia da Polícia Civil esteve no local para apurar detalhes do crime. A ocorrência foi encaminhada ao 1º Distrito Policial da cidade.

 

Viatura da Polícia Militar é incendiada em oficina mecânica.


Em Rolândia!

O incêndio criminoso aconteceu na madrugada desta sexta-feira (19) em uma oficina na Avenida Presidente Vargas.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e conseguiu apagar o incêndio. Mesmo assim o fogo destruiu toda a parte interna do veículo.

O veículo estava fechado, mas os marginais quebraram o vidro dianteiro para atear fogo dentro do carro.

De acordo com as primeiras informações, os autores do crime pularam o muro do estabelecimento para praticar o crime.

A viatura pertence ao batalhão de Rolândia.




Sargento do Bombeiro e Juiz de Direito se envolve em confusão dentro do posto guarda-vidas. O Juiz alega que foi agredido por socos pelo sargento, o caso foi registrado como lesão corporal e desacato depois de nove testemunhas serem ouvidas. Veja o vídeo.

Mas 

Confusão entre juiz e bombeiro vai parar na delegacia

Vídeo mostra parte da briga dentro de posto na Zona Sul. Caso aconteceu no último domingo

ADRIANA CRUZ E  THIAGO ANTUNES

Rio - Mais uma confusão envolvendo um magistrado foi parar na Justiça. Desta vez, o juiz Bruno Monteiro Ruliere, da 1ª Vara de Saquarema, é acusado de ofender um bombeiro dentro do posto de guarda-vidas, em Ipanema, Zona Sul do Rio, no último domingo. Ruliere, no entanto, alega que foi agredido por socos pelo sargento Andre Fernarreti. Na 14ª DP (Leblon), o caso foi registrado como lesão corporal e desacato depois de nove testemunhas serem ouvidas. Agora, o desfecho será no 4º Juizado Especial Criminal.

Um vídeo obtido por  O DIA revela parte da confusão. As imagens, sem aúdio, mostram Ruliere entrando no posto 9 com mais dois amigos. O motivo seria porque a namorada de Fábio Pastor, um dos que acompanham o juiz, teria sido agredida por uma funcionária do local. A discussão teria começado por causa do uso do banheiro. Após o trio cercar uma das funcionárias, uma delas chama os guarda-vidas.

Vídeo:   Confusão entre juiz e sargento

Uma nova discussão tem início entre Fernarreti e Ruliere, este aparentando estar exaltado. Quando o guarda-vidas sobe as escadas, o magistrado vai atrás e o encara. Logo depois, Fernarreti desfere dois socos em Ruliere, que desce as escadas e sai do posto, retornando segundos mais tarde e subindo a escada novamente.

"O juiz estava agindo ali com abuso e além do limite de suas responsabilidades", disse o vereador Marcio Garcia (PR), que presta assessoria jurídica aos bombeiros no caso. "Estou acompanhando tudo para garantir que eles tenham o direito de se defender e evitar que ele (Ruliere) tenha algum privilégio, pois é filho de um desembargador. Tentaram arrastar uma das funcionárias e os guarda-vidas foram ver o que estava acontecendo. Não é porque alguém é juiz que pode arrumar briga com todo mundo", relatou Garcia ao  DIA .

O magistrado relatou, em depoimento, que foi impedido de entrar no posto pelos funcionários e se identificou como juiz. Após a confusão com o sargento, Ruliere deu-lhe voz de prisão e acionou dois policiais militares. Segundo ele, André ainda lhe desferiu outro soco pois não queria ir para a delegacia. André informou aos policiais ter sido ofendido diversas vezes pelo magistrado que, irritadiço, o mandou se f#% e ainda tentou lhe dar uma cabeçada. A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que não vai se pronunciar sobre o caso.

Outros casos envolvendo magistrados

A briga no posto 9 não é a primeira confusão envolvendo um magistrado. Em 2011, a agente de trânsito Luciana Silva Tamburini recebeu voz de prisão do juiz João Carlos de Souza Correa, após ele ser parado por ela em um blitz da Lei Seca. Na ocasião, após Correa se identificar, Luciana respondeu que 'juiz não é Deus'. Ela foi processada pelo magistrado e, neste ano, foi condenada pagar uma indenização de R$ 5 mil ao magistrado. 

A agente da Lei Seca Luciana Tamburini: condenada a pagar R$ 5 mil a juiz
Foto:   Ernesto Carriço / Agência O Dia

O caso gerou repercussão e solidariedade. Luciana recebeu mais de R$ 40 mil após internautas realizarem uma 'vaquinha virtual' para pagar o montante. Ela ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo seus advogados, a agente ainda avalia se deve levar o caso à última instância.

No começo deste mês, o juiz Marcelo Testa Baldochi, da comarca de Senador La Rocque, no sul do Maranhão, deu voz de prisão a três funcionários da TAM, no aeroporto da cidade de Imperatriz, localizada no sudoeste do estado. Ele foi barrado por funcionários da companhia pois chegou atrasado no embarque de seu voo para São Paulo.

O magistrado foi informado que não poderia entrar no seu voo pois o embarque já havia sido encerrado e o processo de decolagem estava em andamento, momento em que ele deu voz de prisão a um dos atendentes da empresa. Baldochi acusou os funcionários da companhia de crime contra o consumidor. Os funcionários foram encaminhados para a delegacia local, onde prestaram depoimento e foram liberados logo em seguida.

O juiz conseguiu embarcar em outro voo no mesmo dia pela companhia aérea Gol. Em 2007, foi incluído na 'lista suja' do Ministério do Trabalho por manter 25 funcionários em situações semelhantes a escravidão. 

O órgão localizou os funcionários em situações degradantes em uma de suas propriedades. Na época, Baldochi  declarou que houve "abuso" por parte da fiscalização e que "nunca houve" trabalho semelhante à escravidão em suas terras. 

Pessoal da Força Nacional estão reclamando que estão sendo punidospelos oficiais por não terem comprados presentes de Natal paracomunidade do Morro Santo Amaro no Rio de Janeiro!


FORÇA NACIONAL 

18/12/2014.       

Gostaria de relatar a todos os companheiros que se encontram mobilizados ,desmobilizados na FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA e a toda sociedade em geral, algumas situações que estão acontechncendo na MISSÃO PACIFICADORA NO RIO DE JANEIRO/RJ em relação ao comando com a tropa. Conversei hoje com um grande amigo que se encontra mobilizado e ele me passou que infelizmente alguns oficiais que comandam a OPERAÇÃO PACIFICADORA estão trazendo os costumes das suas polícias para a Força Nacional. Amanhã, 19/12/14 dois pelotões SERÃO PUNIDOS por não terem contribuído ou contribuído menos que os outros dois pelotões na compra de presentes para as crianças da comunidade do Morro Santo Amaro. Isso mesmo!!! O pelotão que contribuiu com mais presentes irar folgar o serviço de amanhã, 19/12/14, já os que não contribuíram com nada ou com menos irá tirar um serviço extra na mesma data como FORMA DE PUNIÇÃO que de acordo com o Coronel Moura-Alagoas foi pouca, onde o mesmo afirmou que o Cap. Carlos júnior- Goiás ainda foi muito bom por fazer 2 pelotões dividir o serviço  do pelotão que contribuiu com mais presentes. Agora me respondam uma coisa! Isso é maneira de tratar uma tropa que é tida como de ELITE, que de acordo com a propaganda dos seus 10 anos está preparada pra tudo? Onde está escrito que ALGUÉM É OBRIGADO a dar presente a outra pessoa e caso não der será punido? Isso somente acontece por quê somos militares. Duvido que isso aconteça com o efetivo dos nossos irmão Policiais Civis que também compõem o efetivo da FN. É lamentável que isso esteja acontecendo na FN. Já não basta a contribuição VOLUNTÁRIA da taxa de 20,00 reais que segundo ele o Cap. Carlos Júnior/GO os pede para as despesas da operação? Eu particularmente tinha uma visão diferente da FN mas infelizmente essa é a realidade: tendo em vista o que  foi relatado pra mim a FN não passa de uma POLÍCIA GRANDE IGUAIS AS DOS NOSSOS ESTADOS, graças a certos costumes por parte de alguns que infelizmente trazem para a FN. Segundo ele o mesmo nunca chegou a ter contato com o Diretor da FN mas pelo que ele já ouviu a respeito do mesmo o diretor não aceita esse tipo de arbitrariedade, esses maus costumes. O mesmo deixou bem claro que se na FN for preciso dobrar o serviço, eles dobram, se for preciso cumprir uma escala extra, eles cumprem. Agora o que não pode acontecer são essas atitudes arbitrárias e abusivas por puro capricho, só por que são militares. SE VC ACHA QUE TAL ATITUDE POR PARTE DO COMANDO DA OPERAÇÃO PACIFICADORA NO RJ ESTÁ CORRETA, não repasse essa mensagem! AGORA SE VC NÃO CONCORDA, REPASSEM PARA O MAIOR NÚMERO DE GRUPOS QUE VC PUDER PARA QUE TODAS AS NOSSAS POLÍCIAS FIQUEM SABENDO O QUE ACONTECE NA FN e que se possível chegue ao Diretor da FN. Muito obrigado.                            

‘A Dilma não comprou os delegados da PF’, afirmam policiais


Em almoço-homenagem aos delegados da Lava Jato e do cartel de trens, categoria diz que não vai deixar instituição “virar poeira” e avisa: “bateu, tomou”

Por Fausto Macedo 

Os delegados de Polícia Federal lançaram nesta quinta feira, 18, um grito de guerra contra aqueles que se opõem à sua atuação. “Não podemos deixar que a Polícia Federal vire poeira, como querem nossos adversários. 2014 foi o ano do bateu, tomou. Aqui é assim, você não vai bater não, porque aqui a gente trabalha, a gente lê os inquéritos, né? Aqui a gente trabalha, bateu, levou”, convocou o delegado Edson Fábio Garutti Moreira, que integra os quadros da Delegacia de Combate a Ilícitos Financeiros (Delefin) da PF em São Paulo.

O brado dos policiais federais ocorreu durante almoço em uma churrascaria em São Paulo, no qual foram homenageados dois delegados responsáveis pelas investigações mais emblemáticas e espetaculares dos últimos anos, a Operação Lava Jato e o inquérito sobre o cartel metroferroviário.

Márcio Adriano Anselmo coordenou a Lava Jato, que desmantelou esquema de corrupção e propinas na Petrobrás. A Lava Jato resultou na Operação Juízo Final, que levou para a prisão os principais executivos das maiores empreiteiras do País e revelou repasses ilícitos para políticos e partidos.

Milton Fornazzari Junior presidiu o inquérito do cartel e indiciou 33 investigados por corrupção, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e fraude a licitações. Na semana passada, a pedido de Fornazzari, a Justiça Federal bloqueou R$ 614,3 milhões de investimentos de cinco multinacionais, entre as quais as gigantes Siemens e a Alstom, e de uma empresa brasileira envolvidas com o cartel dos trens.

“Percebam! Lava jato, investigação Petrobrás, governo do PT. Caso Siemens/Alstom, investigação de São Paulo, governo do PSDB. Por que isso? Por que Lava Jato é PT e Siemens/Alstom é PSDB? Que raio de instituição é essa que não respeita os partidos, que investiga todo mundo? É a imparcialidade, a isenção do delegado de Polícia Federal,”, declarou Edson Garutti, sob aplausos de seus pares.

Os delegados estão irritados porque quando o governo editou a Medida Provisória 657, uma antiga aspiração da categoria, a instituição foi atacada. A MP 657 coloca o delegado de polícia como o único com prerrogativa de dirigir a PF. A direção geral da PF agora é cargo exclusivo de delegado de Polícia Federal. Antes, até coronel do Exército já havia ocupado o posto máximo da corporação.

“Quando a MP 657 foi aprovada pelo Senado levantaram-se essas vozes, que os delegados de Polícia Federal tinham sido comprados, que a Dilma tinha comprado a Lava Jato”, disse Garutti. “A gente falava que isso é um absurdo, que isso não acontece, não aconteceu e não acontecerá. Só que nossas vozes eram poucas perto da gritaria que estavam fazendo em cima disso, dizendo que a gente tinha sido comprado.”

Quatro dias depois da aprovação da MP 657 eclodiu a Juízo Final, sétima fase da Lava Jato. “Isso pôs por terra todos os argumentos que a Polícia Federal tinha sido comprada”, acentua o delegado. “A sétima fase da Lava Jato foi muito incisiva, teve prisões, teve apreensões, teve declarações, teve colaboração premiada, teve cooperação internacional, teve de tudo nessa investigação. Os incansáveis delegados de Polícia Federal, aqui representados pelo doutor Márcio Anselmo, trouxeram para gente esse presente. Porque quando todo mundo dizia que a Dilma tinha comprado os delegados, de repente, a sétima fase foi deflagrada.”

“A nossa resposta veio logo, dias depois da edição da MP 657, com a sétima fase da Lava Jato e com a representação do dr. Milton Fornazzari, que conseguiu judicialmente o bloqueio de mais de 600 milhões de reais (do cartel de trens), uma das maiores decisões de bloqueio da história desse País”, prosseguiu Edson Garutti. “Uma representação de um delegado dirigida ao juiz, com manifestação do Ministério Público, como tem que ser. Essa foi a nossa resposta. 2014 foi assim: sempre que a gente estava numa sinuca de bico, por causa das ofensas irrogadas por outras categorias policiais ou por outras instituições, sempre que a gente estava nessa sinuca, respondemos com trabalho, com determinação, com a legalidade, com a Constituição.”

Os delegados miram, agora, uma orientação institucional do Ministério Público Federal, que na prática barra os pedidos por eles enviados diretamente à Justiça Federal – solicitações de quebra de sigilo e bloqueio de bens de investigados, por exemplo.

Fonte: Estadão 

Bombeiro cai da escada magirus quando combatia incêndio!

Rio de Janeiro

Militar cai de escada durante combate a incêndio em Campo Grande

Bombeiros combatiam incêndio em uma loja na Rua Viúva Dantas, no centro comercial do bairro

O DIA

Rio - Um militar do Corpo de Bombeiros cai de uma escada magirus durante o combate a um incêndio em Campo Grande, na Zona Oeste, no início da madrugada desta quinta-feira. Ele foi levado para o Hospital Estadual Rocha Faria, no bairro, e logo depois transferido para o hospital da Corporação. 

O incêndio atingiu uma loja na Rua Viúva Dantas, no centro comercial de Campo Grande. Nesta manhã, os bombeiros dos quartéis de Campo Grande, Irajá, Barra da Tijuca, Caju e Santa Cruz ainda trabalhavam no trabalho de rescaldo do local, que ficou destruído. Além do militar, não houve vítimas das chamas.

Homem mata mulher após ver textos de traição no WhatsApp, diz PM


Caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (18), em Mogi das Cruzes. Segundo a polícia, homem confessou o crime e foi preso em flagrante.
18/12/2014 15h46 - Atualizado em 18/12/2014 20h14
Por Jenifer Carpani e Jamile Santana
Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Uma mulher de 25 anos foi morta pelo companheiro com golpes de facão na manhã desta quinta-feira (18) em um sítio no Distrito de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes (SP). Segundo a Polícia Militar, o homem de 34 anos confessou ter matado a mulher depois de ler mensagens no aplicativo WhatsApp. O casal estava junto há quase dois anos.

Ele disse que estava desconfiado da traição há um tempo, que já tinha visto mensagens antes e que hoje pela manhã voltou a ver", informou Antônio Carlos Bono, 1º sargento da Polícia Militar. A PM qualificou o crime como passional. O celular com as supostas mensagens não foi encontrado pelos policiais no local do assassinato.

Polícia apreendeu facas e enxadas usadas pelo suspeito de matar a companheira em Mogi das Cruzes (Foto: Polícia Militar/ Divulgação)
Polícia apreendeu facas e enxadas usadas pelo
suspeito de matar a companheira em
Mogi das Cruzes
(Foto: Polícia Militar/ Divulgação)

De acordo com Bono, o marido relatou ter ido tirar satisfação com a esposa e que ela confessou ter uma relação extraconjugal com o chefe. A vítima trabalhava em uma loja de roupas íntimas, na região central de Mogi das Cruzes. A mulher também teria dito que iria viver com o chefe na casa dos dois, por isso o marido deveria ir embora.

O tenente da PM Fábio Shultze informou que a mãe do suspeito presenciou a briga e tentou intervir, mas acabou ferida com golpes de facão pelo próprio filho. "A genitora correu para a base de Taiaçupeba, onde a PM irradiou a ocorrência e as equipes chegaram logo em seguida", disse o tenente. Em seguida, a mãe do suspeito foi levada para receber cuidados médicos.

Esposa foi morta pelo marido em Taiaçupeba após assumir relacionamento extraconjugal (Foto: Polícia Militar/ Divulgação)
Mulher foi morta pelo marido após assumir traição,
diz PM (Foto: Polícia Militar/ Divulgação)

Cova
Segundo a Polícia Militar, os policiais chegaram ao sítio pouco tempo depois do crime, quando o homem estava tentando esconder o corpo. "Quando chegamos ao local ele estava cavando um buraco para colocar o corpo dentro da cova. Ele já havia tomado banho inclusive", afirmou o tenente Shultze.

Segundo o sargento Bono, o suspeito havia levado o corpo da companheira para o alto do morro, próximo ao buraco que estava cavando. Ele não resistiu à prisão. "Assim que chegamos, ele já confessou o crime. Disse que perdeu a cabeça por ter descoberto a traição", afirmou o sargento.

Na casa, foram aprendidos três facões, uma enxada, um carrinho de mão e um enxadão. O suspeito foi levado para o 4º Distrito Policial, em Jundiapeba, onde o caso foi registrado como homicídio qualificado.