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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Advogado chama ex-comandante da PM de mentiroso


Caso Acioli: advogado chama ex-comandante da PM de mentiroso

O julgamento de mais três acusados de participação no assassinato da juíza Patrícia Acioli entrou na reta final e a acusação aproveitou a sustentação oral para criticar o ex-comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro diante do júri. O assistente de acusação Técio Lins e Silva, advogado destacado pela família da magistrada, chamou o coronel Mário Sérgio de Brito Duarte de mentiroso por causa de seu depoimento na terça-feira.

"É grave quando um ex-comandante da PM vem aqui mentir. Ele disse que não sabia que a juíza era ameaçada. Isso que o motorista dele também responde a um processo por auto de resistência na vara de Patrícia. Auto de resistência que é um travesti de homicídio. Ela não se conformava com o excesso de autos de resistência em São Gonçalo e teve esse destino porque acreditava na Justiça", disse Lins e Silva, referindo-se às prisões dos policiais militares que a juíza ordenou por causa de fraudes nos autos de resistência (havia indícios claros de que os policiais estavam fazendo execuções).

Patrícia chegou a ser assistente de Lins e Silva antes de passar em concurso para a magistratura e tinha relação próxima com o advogado. Ele disse que fez uma pesquisa no Disque-Denúncia e encontrou inúmeras ameaças contra Patrícia. Além disso, mencionou um documento da Polícia Federal contido nos autos do processo. "Ele fazia o alerta de que ela corria perigo e o documento foi oficiado diretamente para o Tribunal de Justiça", contou.

"O Tribunal de Justiça não foi capaz de compreender a gravidade da situação. Ela era odiada pela banda podre da PM. E o coronel vem me dizer que não sabia", criticou Lins e Silva, que ainda lamentou que Duarte tenha atuado como "assistente de defesa". "Testemunha depõe sobre o que conhece e não foi isso que ele veio fazer aqui".

Lins e Silva passou para a filha da juíza, Ana Clara, que assistia ao julgamento na sala do 3º Tribunal do Júri de Niterói, um papel que recebeu do inspetor Ricardo Henrique Moreira, que trabalhou nos inquéritos de investigação dos autos de resistência fraudados pelos policiais militares. No bilhete, havia uma frase do filósofo Edward Burke: "para o domínio do mal, basta que os bons não façam nada". "Ele me disse que esta frase estava em um quadro no gabinete da Patrícia e eu quero que seja um exemplo da minha colaboração neste caso", afirmou Lins e Silva com a voz embargada.

O julgamento dos policiais militares Jeferson de Araújo Miranda, Jovanis Falcão Júnior e Júnior César Medeiros deve terminar ainda nesta quarta-feira. Eles são acusados de participação em homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada. Suas penas podem chegar a 36 anos de prisão. Na sustentação da acusação, foram mostradas provas de envolvimento dos três no crime: imagens de câmeras de segurança, cruzamento da localização de seus celulares e resultado das apreensões em suas casas.

O assassinato de Patrícia Acioli
Patrícia foi assassinada com 21 tiros em agosto de 2011, quando chegava em casa, em Piratininga, Niterói (RJ). O caso teve a primeira condenação em dezembro do ano passado, quando o cabo da polícia militar Sérgio Costa Junior, réu confesso, foi condenado a 21 anos de prisão. Ele admitiu ter atirado 15 vezes na juíza e obteve a delação premiada, que diminuiu em 15 anos a sua pena.

A Justiça ainda não tem data para os julgamentos dos dois principais acusados do crime: o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que comandava o 7º BPM (São Gonçalo) na época e teria sido o mandante do assassinato, e o tenente Daniel dos Santos Benitez, que chefiava diretamente o grupo de PMs acusados do crime. Ao todo, são 11 réus.

Por Terra

Um comentário:

  1. CARO AMIGO ADEILTON, SOU FÃ DO SEU BLOG, MUITO INFORMATIVO ELE, AGORA PARA FICAR MELHOR AINDA GOSTARIA QUE O AMIGO QUANDO POSTASSEM ALGUMA MENSAGEM SOBRE NOSSAS POLÍCIAS MILITARES, QUE POSTASSEM TAMBÉM APÓS O SIGLA PM, EM SEGUIDA A SIGLA DO ESTADO. COM ISSO LOGO DE ANTEMÃO NÓS JÁ IDENTIFICARÍAMOS DE IMEDIATO QUAL POLÍCIA DE CADA ESTADO, ISSO JÁ NO CABEÇALHO NA MENSAGEM.
    EXEMPLO ACIMA.
    ADVOGADO CHAMA EX-COMANDANTE DA PM-RJ DE MENTIROSO.
    UM FORTE ABRAÇO.

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