Informação policial e Bombeiro Militar

sábado, 29 de maio de 2010

Polícia Amiga, Polícia Comunitária como queiram chamar. Isso nos orgulha.

Garoto paraplégico Que sonha em Ser PM se emociona com Presente de Aniversário




Ele Nasceu em hum dos bairros Mais Pobres e com Maior índice de criminalidade de Patos de Minas com hidrocefalia e ainda, Doença Que o impedem de CAMINHAR. Mas como Dificuldades Não corromperam o sonho de João Carlos de se Tornar UM Policial Militar. Às vésperas de Completar 11 anos, o garoto Escreveu Uma Carta Que comoveu a todos. A surpresa Veio Nesta terça-feira (25), dia de Seu Aniversário.



A Carta endereçada Foi AO cabo Batista, faz Que o policial uma ronda em escola SUA Quem e com Ele Contato TEM MAIS. "Meu Maior Sonho e Ganhar Uma roupa de policial com algema, a Rádio de Comunicação, Revolver (PoDE servi de brinquedo) e também dar UM Passeio Pela Cidade sem Carro da Polícia", confidenciou João Carlos AO policial.

O Pedido sensibilizou OS policiais da 86 ª Companhia da Polícia Militar EA Realização do sonho de João Carlos Foi cuidadosamente Preparado. Os policiais chegaram de surpresa. O Encontro com o cabo Batista Foi emocionante. Com OS Lágrimas em Olhos, João Carlos se agarrou AO Toda Força com um policial. Gratidão O abraço da alegria e da.











Se nós dependermos das organizações GLOBO estamos ferrados.

O GLOBO.

No ano eleitoral, Congresso acelera votações de aumentos salariais e criação de cargos28/05 às 23h33 Isabel Braga


BRASÍLIA - A menos de dois meses do recesso de julho e do início oficial das campanhas eleitorais, deputados e senadores aceleram a aprovação de projetos que beneficiam diversas categorias de servidores em todo o país. Só este ano, até agora, viraram leis projetos que criam 35.812 cargos e funções comissionadas nos três poderes da República, com impacto estimado de R$ 1,2 bilhão ao ano. Outros 26,6 mil cargos e funções, com impacto anual estimado em R$ 10 bilhões, aguardam aprovação. A pauta de bondades é extensa, com estimativas de custos anuais que podem passar dos R$ 50 bilhões - o equivalente a todo o orçamento do Ministério da Saúde para o ano inteiro ou mais de quatro vezes o do Bolsa Família -, se todos os projetos forem aprovados como estão.

Além da criação de cargos, há forte pressão sobre os parlamentares para que aprovem duas outras propostas de grande impacto financeiro: um projeto do Judiciário que concede reajuste médio de 56% para todos seus funcionários, que custará quase R$ 7 bilhões a mais por ano; e a polêmica PEC 300, a proposta de emenda constitucional que institui piso nacional provisório para policiais civis e militares e bombeiros. Essa é considerada o grande terror dos gestores públicos.

Impacto da PEC 300 é de R$ 30 bilhões

A PEC fixa em R$ 3,5 mil o piso salarial para soldados e em R$ 7 mil para os oficiais. Cálculos preliminares mostram que, se aprovada dessa forma, a proposta implicaria um impacto de cerca de R$ 30 bilhões nas contas dos governos estaduais e da União - o texto diz que, quando os estados não tiverem condições de pagar o valor, o governo federal banca a conta.

Semanalmente, a categoria faz mobilização no Congresso pela aprovação da PEC. Ela só não foi aprovada ainda porque também é forte o lobby contrário, do governo federal e dos governadores. A emenda começou a ser votada em março, mas, cientes do alto custo, líderes a retiraram de pauta.

O governo de São Paulo, por exemplo, é contrário ao projeto, mas o PPS e o DEM defendem sua aprovação. A tentativa do governo e de líderes partidários, nesta semana, foi de negociar um texto alternativo, que retiraria o valor do piso da emenda , remetendo essa decisão para lei complementar, a ser aprovada posteriormente.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), propôs aos representantes do movimento que a PEC seja aprovada apenas com a obrigatoriedade de se estabelecer um piso salarial, deixando o valor para ser definido em lei complementar, após ampla negociação entre trabalhadores, governo federal e governadores. Mas só depois das eleições.

Deputados criticaram a negociação, afirmando que o governo tenta enganar os policiais. E os líderes do movimento insistem na fixação do valor.

De acordo com levantamento feito pelo gabinete do deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) sobre criação de cargos no Executivo e no Judiciário, já passaram na Câmara e aguardam aprovação do Senado projetos que criam 6.197 cargos e geram impacto/ano de R$ 1 bilhão. E ainda estão em tramitação nas comissões da Câmara ou já aguardando inclusão na pauta outros que criam 20.550 cargos e funções, com impacto/ano de R$ 9 bilhões. Juntos, são os mais de 26 mil, com impacto de R$ 10 bilhões.

Só nesta semana, além da votação da MP que reestruturou 25 carreiras de servidores, comissões da Câmara e do Senado aprovaram a criação de pelo menos 1.800 cargos ou funções comissionadas. Entre eles, 1.024 cargos e funções no INSS. As despesas para criação desses cargos são normalmente previstas no Orçamento da União.

Acho bom quando o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) alerta que é preciso conter gastos e contingenciar. Mas os projetos de criação de cargos e função que tramitam na Casa são enviados pelo governo - disse Madeira. - Neste governo não há uma atuação unificada, cada ministro defende seu pedaço. Esta semana, o ex-ministro (da Previdência) José Pimentel estava defendendo a votação do projeto que cria cargos para o INSS.

Pimentel diz que os peritos vão trabalhar nas 720 agências da Previdência que estão sendo construídas:

O objetivo é atender às demandas dos trabalhadores para que as agências fiquem mais próximas de seu local de moradia.

Após derrotas nos últimos meses em plenário, como em projetos do pré-sal e na medida provisória que ampliou o reajuste das aposentadorias acima do mínimo , Vaccarezza vem defendendo mudanças na lei eleitoral:

Em 2011, se eu for reeleito, quero discutir uma lei eleitoral definitiva que estabeleça que nos seis meses antes da eleição não possamos votar matéria de natureza tributária ou que implique em aumento de gastos extraorçamentários. Porque neste período, é grande a facilidade de isso interferir na vontade de deputados e senadores.

A pressão de lobbies é forte e, às vésperas da eleição, sem conseguir conter o ímpeto dos parlamentares, o governo será obrigado a vetar parte de emendas incluídas nos textos originais das MPs, para evitar um rombo maior nas contas. É o caso da MP do reajuste dos aposentados, na qual também foi aprovado o fim do fator previdenciário.

Nas duas últimas MPs votadas na Câmara, o governo fez um acordo de procedimento para evitar que elas perdessem a validade, permitindo a inclusão de demandas consideradas impossíveis. Entre os absurdos, está uma emenda que equipara os planos de carreiras dos servidores de Rondônia aos de servidores a nível federal. Que certamente será vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Postado por Adeilton9599

Fonte: O Globo http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/pais/mat/2010/05/28/no-ano-eleitoral-congresso-acelera-votacoes-de-aumentos-salariais-criacao-de-cargos-916730090.asp

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Tribunal de Justiça de Pernambuco TJPE, esta disponibilizando os nomes de todos os foragidos da Justiça em Pernambuco desde do mês de maio de 2009, até os dias de hoje.

Isto é uma ferramenta muito útil no nosso dia-a-dia, no site tem o nome do foragido e sua filiação. Quem tiver notebook e internet 3G pode checar na hora ou pedir pro CIODS checar. Isso não quer dizer que o elemento detido não esteja com documentação falsa, logo se suspeitar dele mesmo apresentando documentos conduza até a DP mais proxíma. Veja a listas dos foragidos de Pernambuco.


http://www.tjpe.jus.br/presidio/foragidos.asp

Associações concordaram em retirar do texto os valores de R$ 3.500,00 para Soldado e de R$ 7.000,00 para segundo tenente da PEC 300/446, chegando-se a um acordo, falta agora levar o texto para o governo (Lula) e Governadores, para ver se eles concordam. Caso isso ocorra a PEC poderá ser votada na terça-feira 1º de junho.

Líderes tentam viabilizar a votação de piso dos policiais

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) anunciou nesta quarta-feira que, em reunião na Câmara entre os líderes partidários e os representantes das associações de policiais, foi fechado um acordo em torno do texto da PEC 446/09, que disciplina a criação de um piso salarial para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados. Segundo ele, o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), levará o texto ao governo para avaliação e, na próxima terça-feira (1), uma nova reunião definirá se a votação ocorrerá no próprio dia ou na semana seguinte.


"Devido ao feriado [na quinta-feira, 3 de junho], pode ser que não haja quórum para votar matéria constitucional. Então, a votação ficará para a semana seguinte", disse Faria de Sá.

O deputado é autor da PEC 300/08, que tramita apensada à PEC 446/09, cuja votação em primeiro turno ainda não foi concluída devido à pendência na análise de destaquesMecanismo pelo qual os deputados podem retirar (destacar) parte da proposição a ser votada, ou uma emenda apresentada ao texto, para ir a voto depois da aprovação do texto principal..


Piso provisório

As associações de policiais já concordaram em retirar, do texto, o piso salarial provisório de R$ 3,5 mil ou R$ 7 mil (conforme o posto) que vigoraria até o estabelecimento de um piso definitivo por meio de lei federal. O líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), comentou que foi superada a expectativa irreal de incluir um piso salarial na Constituição. "Temos agora a consciência de que estamos num caminho de negociação para votar uma proposta viável", disse o líder.


Fernando Ferro: negociação poderá resultar numa proposta viável


Ele confirmou que há a intenção de votar a PEC na próxima terça-feira (1), "em função de uma negociação e de propostas concretas". “Estou na expectativa de que na terça-feira tenhamos amplas condições de levar esta matéria a voto", previu.

Após destacar que todos reconhecem a importância do papel das forças de segurança, Ferro disse haver na Câmara um sentimento favorável "a definir um fundo que sustente um piso salarial para a categoria dos policiais e bombeiros”. Segundo ele, “esse é o caminho que estamos construindo".

"Quem sabe como se faz uma negociação, mais do que nunca, são os policiais, porque no dia a dia têm de tomar decisões; eles sabem que nem sempre atingimos 100% do nosso objetivo, mas podemos atingir 70% ou 80%", acrescentou o líder do PT.

Ele apelou ao bom senso dos deputados, "para que possam contribuir com uma visão positiva da negociação e resolver esse impasse".

Fonte: Agência Câmara http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/148342-LIDERES-TENTAM-VIABILIZAR-A-VOTACAO-DE-PISO-DOS-POLICIAIS.html

Ação Civil Pública pode garantir o cancelamento de Concurso da Polícia Militar

O MP emitiu uma recomendação para que a PM suspendesse a convocação dos aprovados no último concurso público para sargentos, mas a Promotoria da Cidadania recebeu a resposta de não acatamento da recomendação.


A Promotoria de Justiça da Cidadania, representada pelo promotor de Justiça Substituto Wueber Penafort, entrou com uma Ação Civil Pública contra a Polícia Militar do Estado do Amapá, devido o não acatamento de uma recomendação editada pelo MP, para que suspendesse a convocação dos aprovados no último concurso público para provimento de vagas de sargentos.

No dia 19 deste mês, a Promotoria de Justiça da Cidadania recebeu a resposta sobre o não acatamento da Recomendação e como justificativa, a Polícia Militar julgou cabível a ampliação para os candidatos remanescentes do concurso e acrescentou que o quantitativo já estava no Plano Diretor da Instituição.

O comandante-geral da PM, Marcos Vasconcelos, através do Edital 003/2009 tornou público a seleção interna para o curso de Formação de Sargentos disponibilizando 65 vagas, sendo 26 delas, pelo critério de antiguidade e 39 pelo critério de conhecimento, cuja prova foi realizada no final de dezembro de 2009.

No dia 24 de março deste ano, a Assessoria Jurídica da PM foi consultada pelo Comando da corporação sobre a possibilidade de ampliar o número de policiais para o curso de Formação de Sargentos, convocando-se os candidatos não classificados. A Assessoria classificou como “incabível” por violar princípios fundamentais do Direito Administrativo. Entretanto, a mesma Assessoria posteriormente mudou a orientação e julgou “cabível” a ampliação para os candidatos remanescentes.

Com a aprovação da Lei Complementar n° 063, de 06 de abril deste ano, que aumenta o efetivo da PM-AP, o Comando da PM lançou o edital para preencher mais 85 vagas ao curso de sargentos. Segundo o promotor Wueber Penafort, a Lei Complementar não autorizou a convocação dos candidatos remanescentes nem obrigou a preencher todos os postos disponíveis.

A Promotoria de Justiça da Cidadania foi procurada por cabos e soldados que tiveram seus direitos de acesso violados pela corporação, fato que gerou uma Recomendação editada pela Promotoria de Justiça da Cidadania. “É importante ressaltar que o concurso previsto no edital não é válido, porque a Lei Complementar não previa mais que 39 vagas a serem preenchidas sendo que não houve previsão de cadastro reserva e nem absorção dos candidatos que sobraram”, destacou o promotor.

SERVIÇO:

Viviane Oliveira

Fonte: http://www.correaneto.com.br/noticias/05/26_5_10concurso.htm

OBSERVAÇÃO: Qualquer semelhança com a realidade Pernambucana será mera coincidência. Será?

DECRETO DE COMBATE AO CRACK EM PERNAMBUCUCO

DECRETO Nº 35.065, DE 26 DE MAIO DE 2010.


Cria a Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack e dispõe sobre Ações Integradas de Enfrentamento às Drogas.

O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 37, inciso IV, da Constituição Estadual,

DECRETA:

Art. 1º Fica criada a Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack, com a finalidade de promover o intercâmbio de experiências e a articulação entre entidades governamentais e não-governamentais, nacionais e estrangeiras, de forma a integrar as ações de enfrentamento à problemática do crack.

Art. 2º A Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack será composta pelos membros representantes dos seguintes órgãos e entidades:

I - Secretarias estaduais e entidades vinculadas;

II - Conselho Estadual de Assistência Social;

III - Conselho Estadual de Saúde;

IV - Conselho Estadual da Educação;

V - Conselho Estadual de Direitos Humanos;

VI - Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas;

VII - Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Pernambuco;

VIII - Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social.

§ 1º A Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack poderá ser integrada por representantes dos demais Poderes e Órgãos Autônomos do Estado, órgãos federais, municípios, universidades, organizações religiosas, organizações da sociedade civil em geral, conselhos profissionais, instituições públicas e privadas de saúde, meios de comunicação, conselhos estaduais, entidades representativas dos trabalhadores e do empresariado e quaisquer outras instituições interessadas que venham a se inscrever por meio, digital ou presencial, disponibilizado pelo Governo Estadual.

§ 2º A Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack desempenhará suas atividades no âmbito da Política Estadual de Segurança Pública – Pacto pela Vida, por meio de Câmara Técnica específica.

Art. 3º Fica instituído, no âmbito da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Grupo de Trabalho com o objetivo de elaborar o Plano Estadual de Enfrentamento às Drogas – 2010 a 2015.

Art. 4º O Grupo de Trabalho de que trata este Decreto será composto pelos representantes dos seguintes órgãos:

I – 04 (quatro) representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos;

II - 02 (dois) representantes da Secretaria de Saúde;

III - 01 (um) representante da Secretaria de Defesa Social;

IV - 01 (um) representante da Secretaria de Educação;

V - 01 (um) representante da Secretaria de Planejamento e Gestão;

VI - 01 (um) representante da Secretaria Especial de Imprensa;

VII - 01 (um) representante da Secretaria Especial de Articulação Social;

VIII - 01 (um) representante da Secretaria Especial da Mulher;

IX - 01 (um) representante da Secretaria Especial de Esportes;

X - 01 (um) representante da Secretaria Especial de Cultura;

XI - 01 (um) representante da Secretaria Especial de Juventude e Emprego.

§ 1º Os membros do Grupo de Trabalho ora instituído serão designados por ato do Governador do Estado, após indicação dos titulares dos órgãos a que estejam vinculados.

§ 2º O Grupo de Trabalho será coordenado pelo Secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos
 
§ 3º A coordenação do Grupo de Trabalho poderá convidar para participar de suas atividades os integrantes da Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack, bem como os representantes de órgãos e entidades da administração pública e da sociedade civil.

Art. 5º O Grupo de Trabalho ora instituído terá o prazo de 90 (noventa) dias, a contar da sua instalação, para conclusão dos seus trabalhos, prorrogável, por mais 30 (trinta) dias, mediante justificativa.

Art. 6º Compete ao Grupo de Trabalho:

I - estabelecer a metodologia para a elaboração da proposta do Plano Estadual de Enfrentamento às Drogas – 2010 a 2015;

II - definir as metas, prioridades e ações do Plano;

III - elaborar a proposta do Plano;

IV - apresentar o Plano ao Governador do Estado.

Art. 7º A participação na Rede Estadual de Enfrentamento ao Crack e no Grupo de Trabalho instituído no presente Decreto é de relevante interesse público, sendo vedada a percepção de qualquer remuneração.

Art. 8º Caberá ao Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas – CEPAD, com a participação da sociedade, a elaboração e apresentação da Política Estadual sobre Drogas, de forma regionalizada, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da publicação deste Decreto.

Art. 9º As despesas necessárias a execução do presente Decreto correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.

Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 11. Revogam-se as disposições em contrário.

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 26 de maio de 2010.



EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS

Governador do Estado

ROLDÃO JOAQUIM DOS SANTOS

FREDERICO DA COSTA AMÂNCIO

WILSON SALLES DAMAZIO

NILTON DA MOTA SILVEIRA FILHO

GERALDO JÚLIO DE MELLO FILHO

JOSÉ EVALDO COSTA

MARCELO CANUTO MENDES

CRISTINA MARIA BUARQUE

GEORGE GUSTAVO DE MELLO BRAGA

ARIANO VILAR SUASSUNA

PEDRO JOSÉ MENDES FILHO

LUIZ RICARDO LEITE DE CASTRO LEITÃO

FRANCISCO TADEU BARBOSA DE ALENCAR

Eduardo anuncia contratação de mais Policiais para Pernambuco

Mais segurança.

O governador Eduardo Campos anunciou, ontem, durante o lançamento do Plano de Ações Sociais
Integradas de Enfrentamento ao Crack, a contrata ção de mais 2.100 policiais militares e outros 650 policiais civis ainda este ano. Os PMs serão contratados através de concurso público já em andamento e que se encontra em fase de investigação social.

Para a Polícia Civil vão ser convocados os reservistas aprovados no concurso realizado em 2006. “Com a entrada dos novos PMs teremos um reforço de mais de 50% em comparação ao efetivo encontrado no início de 2007. Enquanto isso, na Polícia Civil este incremento é ainda maior: 70%.
Recompor as polícias é uma meta do Pacto pela Vida e representa mais segurança nas ruas de Pernambuco”, afirmou o Governador.

Com os números anunciados ontem, chega  a 8.879 o número de policiais militares contratados pelo atual
Governo. Já na Polícia Civil o aumento de 3.092 homens desde 2007 significa uma ampliação de 70% no
efetivo do Estado.

Fonte: D.O de Pernambuco

quarta-feira, 26 de maio de 2010

CCJ aprova emenda que acaba com controle da Polícia: O deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), delegado da Polícia Federal e um dos principais defensores da proposta, iniciou um bate-boca com o deputado José Genoino (PT-SP). Visivelmente alterado, Itagiba se levantou da cadeira e, aos berros, em direção a Genoino, mandou o deputado, que o interrompera, "calar a boca!". Itagiba ouviu de volta: "Cala a boca, o quê!? Aqui você não é delegado, não!", reagiu Genoino. A sala estava tomada por delegados que pressionavam pela aprovação da proposta.

Proposta de emenda constitucional aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara hoje acaba com o controle externo da atividade policial exercida pelo Ministério Público e cria o Conselho Nacional de Polícia. O novo órgão, formado em sua grande maioria por policiais, acumulará poderes. Será responsável por elaborar os atos que regulamentam a atividade, apurar denúncias contra os policiais e abrir processos disciplinares.


A votação na comissão teve momentos tensos. O deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), delegado da Polícia Federal e um dos principais defensores da proposta, iniciou um bate-boca com o deputado José Genoino (PT-SP). Visivelmente alterado, Itagiba se levantou da cadeira e, aos berros, em direção a Genoino, mandou o deputado, que o interrompera, "calar a boca!". Itagiba ouviu de volta: "Cala a boca, o quê!? Aqui você não é delegado, não!", reagiu Genoino. A sala estava tomada por delegados que pressionavam pela aprovação da proposta.

Contrário ao projeto, Genoino argumentou que o conselho fere o pacto federativo, porque tira o controle da Polícia hoje exercido pelos governadores. A indicação para o conselho é do presidente da República e, além disso, o relatório anual sobre a situação das polícias no País passará a ser encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente da República. "A Polícia não é um poder autônomo, mas comandado por um poder civil eleito pelo povo. A Polícia tem o poder do uso da arma", afirmou Genoino.

O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA) afirmou que a proposta retira o poder hierárquico do governador sobre a Polícia, que ficará submetida apenas ao conselho. "Teremos uma instituição de Estado (Polícia) sem qualquer controle externo", afirmou Dino. Entre as consequências, o deputado aponta que o delegado ficará "senhor absoluto de todo o processo". O Conselho Nacional de Polícia, segundo o projeto, será formado por 17 integrantes, 10 deles delegados de Polícia.

O presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), César Mattar Júnior, afirmou que a mudança aumentará a impunidade de policiais infratores. Ele aponta a aprovação da proposta como uma reação à atuação do Ministério Público, que vem punindo os policiais que cometem irregularidades. "A Polícia não quer se submeter ao controle de ninguém. O controle deixará de ser externo, passará a ser interno e quem perde é a sociedade", afirmou Mattar Júnior.

O presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), Carlos Eduardo Benito Jorge, criticou o controle externo da Polícia feito pelo Ministério Público que, segundo ele, "só apura o que tem holofote, o que tem repercussão". Ele argumentou ainda que o controle a ser exercido pelo conselho será mais abrangente porque haverá representantes da sociedade. "O fato de a maioria ser de delegado, não quer dizer que o conselho será corporativista", disse.

A proposta, do deputado Régis de Oliveira (PSC-SP), foi aprovada com o apoio do PMDB, do PSDB, do PSB, do PP e do PSC. Genoino, Dino e o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) tentaram adiar a votação, mas foram derrotados. "O conselho é para reprimir o abuso de delegados de Polícia", disse Oliveira.

Postado por Adeilton9599

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ccj-aprova-emenda-que-acaba-com-controle-da-policia,557136,0.htm

OBSERVAÇÃO: A Comissã será formada por 17 membros sendo 10 delegados, 02 Advogados 02 Magistrados e 01 Membro do Ministério Público.

Estranho! Onde estavam os Policiais Militares que não viram a tramitação desta PEC?

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=33064

 

Delegado é morto em entrevista ao vivo na Bahia.

SALVADOR - Um delegado foi assassinado no momento em que dava uma entrevista por telefone em Camaçari, na Bahia. Clayton Leão, titular da 18ª Delegacia da cidade, estava conversando com os locutores Raimundo Rui e Macro Antônio, da rádio Líder FM, pelo celular, quando foi baleado. A entrevista foi interrompida pelos gritos da mulher do delegado, que não ficou ferida. Os ouvintes que acompanhavam a programação escutaram os gritos desesperados da mulher pedindo socorro às pessoas na rua. (Jornal Hoje: ouça o áudio ) http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1270763-7823-DELEGADO+E+MORTO+DURANTE+ENTREVISTA+NA+BAHIA,00.html


 Ai meu Deus! Ai, meu Deus do Céu! Pelo amor de Deus, me ajuda - gritou a mulher.

O locutor ficou assustado e pediu ajuda da polícia.

 Alguma coisa grave aconteceu com o nosso delegado. Não tem outra justificativa. Ele estava ao vivo conversando comigo e com o Marco Antônio e depois entrou essa senhora em desespero. A gente precisa saber o que aconteceu. Ele estava em Arembepe, não é? Atenção, Polícia Civil. Ele estava na Estrada da Cascalheira - disse o locutor, ao vivo.

O delegado havia parado o carro numa rua da cidade para dar a entrevista pelo celular. Ele falava sobre a atuação da polícia contra o tráfico de drogas. Os bandidos chegaram em um carro branco, atiraram no policial e fugiram. A vítima foi baleada com dois tiros na cabeça na Estrada da Cascalheira, uma via secundária que corta a cidade de Camaçari. Ele estava indo para a sede da delegacia.

O carro usado pelos assassinos, um Corsa branco, com placas vermelhas, foi encontrado pela polícia abandonado na via parafuso , no Pólo Petroquímico de Camaçari

Fonte: O Globo http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/cidades/mat/2010/05/26/delegado-morto-em-entrevista-ao-vivo-na-bahia-916693959.asp

terça-feira, 25 de maio de 2010

Militares Estaduais são barrados na Câmara mas entram pelo Senado. Não tem jeito ou vai ou racha!

Centenas de policiais e bombeiros militares já estão a postos nas dependências do Congresso à espera da aprovação da polêmica Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300, que cria o piso salarial provisório de policiais e bombeiros militares – R$ 3,5 mil e R$ 7 mil para praças e oficiais, respectivamente. Caso a proposição não seja aprovada hoje (terça, 25), eles ameaçam ficar aquartelados nas dependências da Câmara, onde tramita a PEC, em sinal de protesto.


Impedidos de entrar no plenário da Câmara, onde a matéria deve ser votada hoje, dezenas deles deram a volta no prédio do Congresso e entraram pelo Senado. Outros foram estão “contidos” em uma sala da taquigrafia, como disse à reportagem o policial legislativo Francisco de Assis Moraes, da coordenação da Polícia Orgânica da Câmara, responsável pelo controle interno da Casa.

“Já conversamos com as lideranças deles, mas é complicado”, disse Francisco, explicando que a polícia legislativa aguarda o fim da reunião do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), com os líderes partidários para então tomar providências. A PEC 300 foi posta como primeiro item da pauta. O assunto tira o sono do governo: por estimativa da equipe econômica, a concessão do aumento, nos termos propostos pela PEC, implicaria um rombo orçamentário da ordem de R$ 3 bilhões ao ano.

“Nós já recomendamos ao presidente Temer que não autorize [a entrada dos agentes em plenário]. Se a proposta não for aprovada, eles disseram que vão permanecer na Casa”, completou Francisco, com receio de que a situação fuja de controle durante a sessão desta terça-feira.

A orientação da polícia legislativa foi uma resposta à reação das centenas de policiais e bombeiros nas galerias do plenário, na semana passada, a mais uma rodada de deliberações dos deputados sem resultados conclusivos. Discutida há meses, a matéria não entrou em votação e, no início da madrugada de quinta-feira (20), os ânimos se exaltaram – e cantos de protesto foram entoados pela categoria.

O texto-base da PEC 300 já foi aprovado em primeiro turno na Câmara, mas houve apresentação de quatro destaques – que, na prática, desfiguram a proposta. Para que o primeiro turno seja concluído, os deputados têm de votar os destaques. Após essa fase, a matéria deverá ser apreciada em segundo turno para só então seguir para o mesmo procedimento no Senado – que reservou a sessão plenária não deliberativa desta terça-feira (25) para uma sessão de homenagem aos defensores públicos.

Fonte: Congresso em Foco

Temer cria comissão para resolver PEC 300

Sem consenso e diante do temor do governo com rombo orçamentário, presidente da Câmara cria situação que adiará por mais tempo definição do piso dos policiais

Após reunião de líderes, Michel Temer cria comissão para tentar resolver impasse da PEC 300

Após lideranças do governo e da oposição se unirem contra a proposta, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), decidiu criar uma comissão para discutir a PEC 300. O colegiado, que ainda não tem data para ser instalado, tentará elaborar uma redação de consenso para a proposta.




A PEC 300 cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente. A matéria teve seu texto-base aprovado, em primeiro turno, no fim de março deste ano.



Formada por seis deputados (três governistas e três da oposição), a comissão também poderá analisar outras PECs relacionadas à segurança pública, como a 308/04, que cria a Polícia Penal.

Temer encerrou a reunião de líderes desta terça irritado com o deputado Capitão Assumção (PSB-ES), que transmitiu, em tempo real, via Twitter, as opiniões das lideranças da Casa sobre a PEC 300.

Sentindo a pressão

Temer traiu o incômodo que a pressão feita pelos policiais e bombeiros vem causando. “Em nenhum Parlamento do mundo existe o que ocorre aqui, com a pressão física às vezes prevalecendo sobre as pressões dos argumentos”, afirmou Temer, em referência à peregrinação semanal que centenas de policiais e bombeiros realizam.

O deputado Major Fábio (DEM-PB), que deve compor a comissão “especialíssima” da PEC 300, está desiludido em relação à análise da proposta. “Não há vontade política para se votar essa matéria. Quando há vontade, os deputados sentam e entram num acordo”, desabafa.

Reunião com policiais

Deputados pró-PEC 300 se reuniram com policiais, bombeiros e agentes penitenciários após a reunião de líderes. Num clima pouco amistoso, policiais chegaram a cogitar a possibilidade de fechar os dois sentidos do Eixo Monumental (que dá acesso ao Congresso) como forma de protesto pela não aprovação da PEC.

"Vamos virar notícia. Vamos fechar as ruas e, se for para sair no braço, vamos sair", gritava um PM do Rio de Janeiro no encontro.

Outra possibilidade levantada foi a de uma greve nacional dos PMs. Contudo, o deputado Paes de Lira (PTC-SP), coronel da PM, desaconselhou seus colegas de tomarem essa atitude.

Por fim, todos se reuniram e fizeram uma oração pela aprovação da matéria. Na oração, chamaram de "espíritos imundos" os contrários à PEC .

Fonte: Congresso em Foco http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=33047

OBSERVAÇÃO: Não precisa colocar valor exemplo R$ 3.500 para soldado e R$ 7.000 para 2º tenente é só colocar como está emenda a constituição 41, ou seja, em percentuais veja




Art. 8º Até que seja fixado o valor do subsídio de que trata o art. 37, XI, da Constituição Federal, será considerado, para os fins do limite fixado naquele inciso, o valor da maior remuneração atribuída por lei na data de publicação desta Emenda a Ministro do Supremo Tribunal Federal, a título de vencimento, de representação mensal e da parcela recebida em razão de tempo de serviço, aplicando-se como limite, nos Municípios, o subsídio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo, o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento da maior remuneração mensal de Ministro do Supremo Tribunal Federal a que se refere este artigo, no âmbito do Poder Judiciário, aplicável este limite aos membros do Ministério Público, aos Procuradores e aos Defensores Públicos.

Só é colocar no texto "O salário do soldado será de oitenta por cento do salário do soldado do DF a mesma percentual seria relativo seria dado ao salário do 2º tenente. O salário do soldado do DF estar na casa dos 5.000,00 oitenta por cento seria R$ 4.000,00 pronto resolvido o problema
Veja o que diz a Emenda 19 da Constituição Federal
§ 2º O subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa, na razão de, no máximo, setenta e cinco por cento daquele estabelecido, em espécie, para os Deputados Federais, observado o que dispõem os arts. 39, § 4º, 57, § 7º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I.


Logo duas emendas na Constituição colocaram percentuais e estão em vigor até hoje, então coloque percentuis e não valores nessa PEC 300/446 Aglutinativa 01/2010 ou como queiram chamar. Eu já sugeri isso mais de uma vez.

PEC 300: Deputado transmite reunião pelo Twitter e irrita Temer

Rodolfo Torres


Pela primeira vez na história, uma reunião de líderes da Câmara foi acompanhada, em tempo real, pelo Twitter. Defensor ferrenho da PEC 300, o deputado Capitão Assumção (PSB-ES), transmitiu “flashs” do encontro - que debateu a proposta que reajusta o piso salarial de policiais e bombeiros - pelo celular.

O pioneirismo irritou o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP). Ao saber que Temer criaria uma comissão com seis integrantes (três da base e três da minoria) para construir um texto consensual da PEC, Assumção escreveu: “Temer, sepultando a PEC, quer criar 1 comissão”.

A partir de então, o clima esquentou na sala da Presidência da Câmara. Assumção afirmou ter sido “admoestado” por Temer. “Outra admoestação para, agora, parar de twitar. Onde vamos parar?”, escreveu o capixaba. “É muita hipocrisia. por favor, me digam: estamos na democracia?”

O deputado “tuiteiro” expôs a posição do líder do PSDB na Câmara, João Almeida (BA).

“João Almeida diz que a reivindicação dos policiais é um ‘estilo’ perigoso. Que não é valido”; “João Almeida diz que não teve debate mais amplo para se votar a PEC 300”.

As posições do líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e do DEM na Casa, Paulo Bornhausen (SC) também foram transmitidas pelo deputado capixaba em tempo real. “Vaccarezza diz que o interesse político do governo é outro. Ele chama as PECs de temas complicados”, escreveu Assunção. “Vaccarezza diz que todos sabem a posição dele. Segundo ele, não pode ter piso na Constituição Federal”, complementou.

Em relação ao líder oposicionista, escreveu Assunção: “Bornhausen diz ao presidente que se pode avançar ainda mais. Mas não pode parar de votar PECs”. “Paulo Bornhausen diz que uma proposição iniciada tem que ser concluída.”

Em relação ao ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP), escreveu Assunção: “Chinaglia diz que, se prevalecer comissão, tem que ter governo e oposição. Mas tbm não é salutar.”

A opinião de outros parlamentares, como o líder do Psol, Ivan Valente (SP), e dos deputados Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) e Paes de Lira (PTC-SP), também foram parar no Twitter do deputado do PSB. “Ivan valente diz que a idéia é votar”; “Itagiba diz que começou votação, vai ter concluir”; “Paes de Lira diz que a PEC 300 foi por demais debatida e o governo mergulhou”.

Neste momento, Capitão Assumção e demais parlamentares pró-PEC 300 estão reunidos com trabalhadores da segurança pública. A PEC 300 cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente. A matéria teve seu texto-base aprovado, em primeiro turno, no fim de março deste ano.

Fonte: Congresso em Foco http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=33044