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terça-feira, 14 de junho de 2011

PEC 300

Líderes na Câmara reclamam ausência de Ideli em almoço



Um dia após a sua posse, a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) já enfrenta cobranças de aliados do governo. Líderes da base aliada da Câmara reclamaram de ela não ter comparecido ao almoço realizado nesta terça-feira na casa de Lincoln Portela (PR-MG). No mesmo momento, a ministra participou de encontro com senadores do PR e a presidente Dilma Rousseff.

Ideli, no entanto, marcou uma reunião, no final da tarde de hoje com os líderes partidários. "A relação com a Câmara começa de uma maneira estranha, ela deveria ter dado prioridade número um [aos deputados]", afirmou o líder do PTB, Jovair Arantes (GO).

Luiz Sérgio, ex-ministro das Relações Institucionais, esteve no almoço com os deputados. Ele compareceu, segundo líderes, para se despedir.

A insatisfação na Câmara acontece, principalmente, pela "falta de atenção", "pela não liberação das emendas e pela demora nas nomeações". E os assuntos foram mais uma vez pauta de discussão. Deputados brigam para que 50% das emendas sejam liberadas rapidamente. Querem também prorrogar o prazo das emendas que perderiam vigor em junho, para o final do ano.

Além disso, o governo vai ter que enfrentar cobranças na pauta de votações da Casa. Na reunião de hoje, foi consenso que é preciso achar uma solução para a emenda 29, que regulamenta os gastos com a saúde, e a PEC 300, que trata do salário de policiais e bombeiros.

"A pressão é normal. O que todos precisam entender é que se não tiver consenso não há como votar. [A PEC 300] é uma matéria de grande dificuldade", disse o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Sobre a emenda 29, ele disse que o assunto deve ser tratado amanhã entre ele e a ministra Ideli.

Folga
Ainda sobre as votações da Casa, Maia admitiu que os deputados não devem trabalhar na semana que vem. Além do feriado, há a festa de São João, muito tradicional nas cidades do Nordeste.

"Não sei se a semana que vem vai ser normal. Tradicionalmente temos um sistema mais flexível de trabalho", disse.

Fonte: Folha Online

http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=193611

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