terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Associação dos Cabos e Soldados repudia ação da OAB contra PM

A Diretoria da Associação dos Cabos e Soldados da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso do Sul – ACS PMBM/MS, entidade que agrega o segmento dos praças das Instituições, vem a público esclarecer e repudiar a ação movida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela Adepol (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Mato Grosso do Sul), contra a Polícia Militar do Estado.

Tais entidades demonstram desconhecimento técnico do serviço policial militar quando nos atendimentos de ocorrências operacionais, ao acusarem os policiais militares que trabalham nas ruas de estarem retendo presos dentro das viaturas, cometendo abuso de autoridade e agressão.

Ressaltamos que a formação e o aperfeiçoamento profissional dos integrantes da instituição estão de acordo com os preceitos da Constituição Federal e das legislações jurídicas em vigor.

Os policiais militares desempenham suas atividades dentro de uma estrutura militar e procuram bem desempenhar seus serviços, não havendo motivos para demorarem na entrega de presos em delegacias de polícia, e que se por algum motivo ocorrer tal fato será devidamente justificado, sendo os fatos noticiados um verdadeiro absurdo, pois o que se visa é o bem maior da sociedade, do cidadão que trabalha honestamente para viver dignamente.
A Polícia Militar atua em defesa da sociedade e tem como missão básica a realização do policiamento ostensivo e preventivo, pautando suas atividades nos princípios da legalidade, proporcionalidade, moderação e conveniência, no uso da força policial contra criminosos, marginais, grupos armados e quadrilhas que ameaçam a ordem pública, o patrimônio e o direito de ir e vir do cidadão.

Estranhamente em um período onde a sociedade sul-mato-grossense sofre com a ação da criminalidade, a OAB e a Adepol se manifestam contra o trabalho policial militar que está na linha de frente do combate à violência e ao crime organizado que aterrorizam a nossa sociedade.

Ao final cabe dizer que os policiais militares, mesmo com o risco de morte eminente, fato oriundo da profissão, vão continuar trabalhando em prol da população do nosso estado.

Assessoria

Fonte: MS JÁ

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