segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sobre a apreensão de drogas em Pernambuco, o Secretário de Defesa Social disse a seguinte frase: A PM e as delegacias distritais fazem o trabalho no varejo e o Denarc faz no atacado”, exemplifica Damázio.



Ah! O Secretário também disse que em outros estados a pedra de crack custa R$ 1,00 ou R$ 1,50 e em Pernambuco por causa da repressão está custando R$ 10,00, então tá.


Um ano com recorde de apreensões
Publicado em 28.11.2010


A quantidade de droga apreendida este ano pelo Departamento de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) é o reflexo do investimento que a unidade policial vem recebendo nos últimos 24 meses. Antes mesmo de 2010 terminar, o Denarc já contabiliza mais que o dobro de derivados de cocaína tirados de circulação. São 180 quilos apreendidos este ano contra 64 em 2009.


Essa é a primeira vez em que esse comparativo pode ser feito ano a ano, já que o departamento foi criado em setembro de 2008. O número de inquéritos encaminhados à Justiça teve uma redução significativa. Enquanto em 2009, os delegados do Denarc enviaram 623 procedimentos, esse ano apenas 287 inquéritos foram mandados à Justiça.

O chefe da Polícia Civil, Manuel Carneiro, no entanto, justifica a redução na quantidade de inquéritos concluídos. “O Denarc está focado principalmente nos grandes fornecedores e distribuidores. Dessa forma, as ocorrências de pequenas apreensões estão sendo realizadas pelas delegacias distritais. Isso explica que, apesar da redução de inquéritos, houve aumento nas apreensões”, ressalta Carneiro.

Um outro fenômeno que demonstra a nova prioridade da Secretaria de Defesa Social, segundo o chefe da pasta, delegado Wilson Damázio, é o preço do crack em Pernambuco. Segundo ele, antes vendida por até R$ 1, uma pedra do entorpecente já está sendo comercializada por R$ 10 no Estado.

“Em outros Estados do Nordeste e até do Sul do País mesmo, a pedra de crack custa entre R$ 1 e R$ 1,50. E aqui já chega a R$ 10. Escassez do produto, preço alto. Quer dizer que aqui o trabalho está surtindo efeito. É uma prova que estamos trabalhando mais nessa área”, resume Damázio.

INTELIGÊNCIA

Quando o assunto é repressão qualificada, a cúpula da Secretaria de Defesa Social é unânime em eleger a inteligência policial como o principal caminho para chegar aos grandes fornecedores de drogas no Estado. Prova disso é que o Denarc possui um Núcleo de Inteligência.

“A inteligência é de importância fundamental na repressão ao tráfico de drogas. Porque ela direciona o trabalho para as grandes organizações criminosas e as grandes apreensões. A PM e as delegacias distritais fazem o trabalho no varejo e o Denarc faz no atacado”, exemplifica Damázio.

Fonte: Jornal do Commercio, só clique no link se for assinante do UOL ou do JC http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/11/28/not_402299.php

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