Informação policial e Bombeiro Militar

sexta-feira, 31 de maio de 2013

PF diz que usou arma letal após recepção hostil em fazenda em MS


Conflito ocorreu em propriedade ocupada por índios em Sidrolândia. 'Não há como saber de onde veio o tiro', diz superintendente da PF em MS.
Ao fundo, tropa de choque da Polícia Militar faz barreira (Foto: Tatiane Queiroz/G1 MS)
Do G1 MS
A Polícia Federal (PF) confirmou, nesta quinta-feira (30), que os agentes usaram armas de munição letal durante a reintegração de posse de uma fazenda ocupada em Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande. O superintendente da PF em Mato Grosso do Sul, Edgar Paulo Marcon, afirmou ao G1 que o efetivo foi recebido de forma hostil e reagiu após sofrer retaliação. "Não há como saber de onde veio o tiro e por isso um inquérito será instaurado."

“Pelas informações que recebi por telefone, [índios] estariam armados, atiraram nos policiais, tem policias feridos”, relatou Marcon. “Houve violenta reação dos indígenas quando eles [policiais] chegaram”, disse. Pelo menos três policiais foram feridos. Um deles foi atingido de raspão por um disparo na orelha.
Sidrolândia - ATUALIZADA
Segundo a PF, os policiais tentaram negociação com os terena na estrada que dá acesso à fazenda. Como não houve avanço, os policiais avisaram que cumpririam a reintegração de posse e voltaram com o efetivo. Ainda conforme Marcon, na entrada da fazenda os policiais avistaram que a sede estava pegando fogo e foram recebidos de maneira violenta pelos indígenas e tiveram que reagir. Já lideranças indígenas disseram ao G1 que foram surpreendidos pelas equipes da polícia.

O superintendente disse que há marcas nos coletes a prova de balas de alguns agentes. Essa situação e a morte do indígena serão apurados no inquérito. Conforme a PF, duas armas artesanais e uma espingarda, de índios, foram apreendidas. As armas dos policiais serão periciadas também.

Policiais fizeram imagens para serem usadas no inquérito e um oficial de justiça acompanhou a ação.

Marcon acredita que a reintegração de posse será cumprida nesta quinta e a terra será devolvida ao proprietário, Ricardo Bacha. Ainda segundo Marcon, após a reintegração, a manutenção da posse é de responsabilidade de Bacha.

O governo de Mato Grosso do Sul afirmou, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira, que a Polícia Militar “não utiliza arma letal” durante a reintegração de posse de uma fazenda ocupada em Sidrolândia.
Reintegração de posse 
O clima na área é de confronto. PMs da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) usam balas de borracha e bombas de efeito moral para tentar controlar e retirar do local os índios, que estão armados com lanças e revidam atirando pedras.
Ao ocuparem a fazenda Buriti, os índios entraram também em outras três propriedades - Santa Helena, Querência e Cambará - mas já deixaram estas áreas. O Hospital Elmíria Silvério Barbosa, em Sidrolândia , confirmou a morte e a transferência de um dos feridos para a Santa Casa em Campo Grande. Outros três indígenas permanecem hospitalizados em Sidrolândia.

O acesso para a propriedade está bloqueado. Foram encaminhados para o local quatro ônibus e pelo menos cinco viaturas do Cigcoe, pelo menos dez viaturas da Polícia Federal e duas dos Bombeiros.
Após o confronto, a PM mandou mais equipes para o local, de acordo com o comandante da corporação, coronel Carlos Alberto David dos Santos. Segundo ele, a decisão foi tomada após a informação de que os terenas incendiaram a sede da fazenda e resistiram à desocupação. A quantidade de agentes não foi divulgada.
Conflito 
A fazenda Buriti foi a primeira a ser ocupada, no dia 15 de maio, e única que ainda continua com indígenas dentro de seus limites. Os terena também chegaram a entrar em outras três propriedades, já desocupadas. Um mandado de reintegração de posse para a Buriti foi expedido pela Justiça no mesmo dia da invasão, mas foi suspenso no último dia 20 em razão da reunião de conciliação que já estava marcada para quarta-feira (29).
Segundo a Funai, os indígenas reivindicam aceleração do processo de demarcação e não querem deixar o local.
Sem acordo 
Indígenas e produtores reuniram-se em audiência de conciliação na quarta-feira, mas não houve acordo e a Justiça determinou, então, que a desocupação fosse imediata.
Ronaldo José da Silva, juiz substituto da 1ª Vara Federal de Campo Grande, afirmou que a reunião  foi "infrutífera", estipulou multa diária de R$ 10 mil para as pessoas que impedirem o cumprimento da reintegração de posse e determinou que a Fundação Nacional do Índio (Funai) comunicasse os índios sobre a decisão.
Briga judicial 
A Terra Indígena Buriti foi reconhecida em 2010 pelo Ministério da Justiça como de posse permanente dos índios da etnia terena. A área, localizada entre Dois Irmãos do Buriti e Sidrolândia, foi delimitada em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) e abrange 17.200 hectares.
Após a declaração, o processo segue para a Casa Civil, para a homologação da presidência da República, o que ainda não foi feito. Durante nove anos, as comunidades indígenas aguardaram a expedição da portaria declaratória. O relatório de identificação da área foi aprovado em 2001 pela presidência da Funai, mas decisões judiciais suspenderam o curso do procedimento demarcatório.
Em 2004, a Justiça Federal declarou, em primeira instância, que as terras pertenciam aos produtores rurais. A Funai e o Ministério Público Federal recorreram e, em 2006, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) modificou a primeira decisão e declarou a área como de ocupação tradicional indígena.
No entanto, os produtores rurais entraram com recurso de embargos de infringentes e conseguiram decisão favorável em junho de 2012.

Governo de Mato Grosso do Sul diz que PM não usou arma letal em confronto com índios




Alex Rodrigues
Da Agência Brasil, em Brasília 
  • Reprodução/Rádio Terena
    Índios carregam homem ferido durante confronto com policiais na ação de reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia (67 km de Campo Grande). Um membro da comunidade morreu
    Índios carregam homem ferido durante confronto com policiais na ação de reintegração de posse da fazenda Buriti, em Sidrolândia (67 km de Campo Grande). Um membro da comunidade morreu
O governo de Mato Grosso do Sul informou que os policiais militares que participaram hoje (30), da ação de reintegração de posse da Fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), não usaram armamento letal. O índio Osiel Gabriel foi morto e ao menos três tiveram que ser atendidos no Hospital Beneficente Elmíria Silvério Barbosa.
Em nota divulgada nesta tarde, o governo sul-mato-grossense esclarece que os policiais militares apoiavam à ação coordenada pela PF Polícia Federal (PF), em cumprimento à decisão judicial. Os policiais militares empregados na operação integram a Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais, especializada em atuar em condições como as verificadas para retirar o grupo de índios terena da Fazenda Buriti.
Ainda segundo o governo estadual, a tropa só usa armamento municiado com balas de borracha e equipamentos necessários à proteção dos próprios policiais.
"O comando da Polícia Militar recebeu, da Polícia Federal, informação de que contra os policiais teria sido utilizada arma de fogo", informa a nota, acrescentando que o governador André Puccinelli tentou contato com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a fim de pedir ações do governo federal para "aliviar a tensão e evitar novos conflitos, considerando que a questão fundiária e dos interesses dos indígenas é responsabilidade da União".
"Não sendo possível o contato, o governador falou com o general Roberto Sebastião Peternelli Junior que está substituindo o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, José Elito Carvalho Siqueira, e pediu intervenção imediata do governo Federal para que a situação seja resolvida", conclui a nota.

Conflitos indígenas no Brasil

  • 1 / 11
    Marlene Bergamo/Folhapress
    5.out.2001 - Índia guarani-kaiowá e sua filha acampam com toda a família em ...

Helicópteros da polícia do RS ganharão câmeras com sensor de calor . Essas câmeras permitem ver uma pessoa a 50 Km mesmo sendo a noite.


Helicópteros da polícia do RS ganharão câmeras com sensor de calo


A Polícia Civil do Rio Grande do Sul e a Brigada Militar (a Polícia Militar gaúcha) devem empregar em seus helicópteros, nas próximas semanas, o primeiro sensor eletro-ótico e infravermelho entregue pelo Ministério da Justiça no País. O equipamento, chamado EO/IR (sigla em inglês para Electro-Optical and Infrared System) ou imageador térmico, permite a identificação de suspeitos a mais de 50 quilômetros, mesmo à noite.
Isso porque o EO/IR é dotado de ferramentas que captam imagens por meio do calor dos corpos, além de contar com sistemas de mapas digitais, de gravação e de transmissão de vídeo em tempo real, integrados ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). "É uma tecnologia única porque reúne três sistemas diferentes, enquanto que o equipamento utilizado no Rio de Janeiro, por exemplo, tem um sistema só", explica o Comandante do Batalhão de Aviação da Brigada Militar, tenente coronel Carlos Alberto Selistre.
O EO/IR é acoplado junto à aeronave e contém uma câmera infravermelho para visão noturna e uma câmera tipo CCD para luz visível. Atualmente, dois helicópteros (um de cada corporação) estão prontos para receber o equipamento. As polícias Civil e Militar já realizam o treinamento de operadores e mecânicos para utilizar o EO/IR.
O objetivo inicial do equipamento era reforçar a segurança durante a Copa do Mundo de 2014, mas já deve ser empregado nos helicópteros das duas corporações gaúchas em algumas semanas. O Rio Grande do Sul foi o primeiro Estado, dentre as sedes da Copa, a receber o equipamento.
Imagens divulgadas pelo governo do Rio Grande do Sul no YouTube demonstram o uso do equipamento pela Brigada Militar. Segundo o governo, o EO/IR pode ser empregado em missões de vigilância e patrulha aérea; comando e controle de operações especiais; investigações e coletas de evidências; apoio à perseguição e captura; apoio à segurança em eventos públicos; escoltas VIPs ou transferências de criminosos; busca e salvamento; resgate médico; defesa civil (apoio em calamidades); monitoramento ambiental; e monitoramento de trânsito.
por: Terra

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Subcorregedor da PM é preso em casa.



Subcorregedor da PM MG é preso em casa em BH



Fonte: no QAP

E aí, o Sertanejo pode ou não pode levar seu bacamarte?


SDS e bacamarteiros firmam acordo para porte da arma em PE
Utilizado em festas juninas, bacamarte é considerado armamento obsoleto. Apesar disso, pessoas foram presas no Sertão ao transportar arma.
Do G1 PE
Uma reunião na sede da Secretaria de Defesa Social (SDS) de Pernambuco, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife , discutiu o transporte do bacamarte, uma arma usada tradicionalmente nas festas juninas. Representantes da secretaria, da Assembleia Legislativa e de associações de bacamarteiros participaram do encontro e firmaram acordo com relação ao que determina a lei.
De acordo com o deputado Augusto César (PTB), que convocou a reunião, alguns homens sofreram constrangimentos e foram registrados até casos de prisão no Sertão do estado por porte do bacamarte. “O problema é que eles têm uma licença dada pelo Ministério da Defesa, mas acabavam presos em abordagens feitas pela polícia. Tomei iniciativa de vir aqui conversar com [Wilson] Damázio (secretário de Defesa Social de Pernambuco ) para que ele possa ouvi-los e procurar uma solução adequada”, disse.
O secretário de Defesa Social afirmou que vai orientar os policiais de Pernambuco. “A SDS vai emitir uma recomendação à Polícia Militar e à Polícia Civil para que os policiais se abstenham de causar qualquer tipo de embaraço aos bacamarteiros quando eles tiverem transitando legalmente seus artefatos”, disse Wilson Damázio.
Um dos artigos da Lei do Desarmamento fala sobre as armas consideradas obsoletas, entre elas o bacamarte. Atualmente, o transporte da arma pode ser feito com uma guia de tráfego especial, onde consta o nome do bacamarteiro, associação à qual pertence, quantidade de pólvora e um aviso: o documento não garante porte de arma.
Nos últimos dois meses, pelo menos seis bacamarteiros foram presos, de acordo com o deputado. Três deles contaram com a ajuda do bacamarteiro e advogado Nelson Tadeu para serem liberados. Segundo ele, as autoridades não interpretam a lei corretamente na hora de realizar a prisão.“A questão que eles abordam não tem validade, a questão da guia. Eles dizem que a associação não está legalizada com base no artigo 14, sem interpretar todos os artigos, como o 24”, argumentou Nelson Tadeu.
O presidente da Federação de Bacamarteiros, Ivan Marinho, se disse satisfeito com o acordo firmado no encontro. “A gente tem a afirmação do secretário, que colocou como prioridade o bacamarte na política pública do estado”, afirmou.

Justiça suspende amistoso entre Brasil e Inglaterra, no Maracanã, e pega CBF de surpresa


Jornal Extra.


Foto: Érica Ramalho / Divilgação Governo do Estado do Rio de Janeiro
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Extra

O amistoso entre Brasil e Inglaterra, marcado para domingo, na reabertura oficial do Maracanã, foi suspenso pela juíza Adriana Costa dos Santos, da Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, que está no plantão judiciário. A liminar foi concedida na tarde desta quinta-feira, após um pedido de cancelamento feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Conforme a decisão da juíza, o estádio não oferece segurança para o público.
A ação foi movida contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o presidente da entidade José Maria Marin e contra o Comitê Organizador Local (COL). Na decisão, a juíza alega que o Maracanã não teria condição de receber jogos com garantia de segurança e higiene adequada. Ainda de acordo com a liminar, o estádio fica interditado para a realização de jogos até que se comprove que ele tem condições exigidas, sob pena de uma multa de R$ 1 milhão caso a liminar não seja obedecida.
A CBF foi pega de surpresa com a notícia, mas garantiu que tem todos os laudos autorizando a liberação do estádio. A entidade afirmou que vai encaminhar à Justiça os documentos a fim de caçar a liminar.


Brasil e Inglaterra, no Maracanã, é suspenso pela Justiça
Brasil e Inglaterra, no Maracanã, é suspenso pela Justiça Foto: Felipe Dana / AP

O Governo do Estado emitiu nota afirmando já recorreu da decisão, e afirmou que houve uma falha burocrática, e que há um laudo da PM que comprova o cumprimento das regras de segurança no Maracanã não havia sido entregue à Suderj.
"Sobre a decisão da juíza da 13ª Vara de Fazenda da Capital, Adriana Costa dos Santos, de suspender o jogo deste domingo (02/06) entre Brasil e Inglaterra, no Maracanã. Todos os requisitos de segurança para o amistoso Brasil e Inglaterra foram cumpridos e, por uma falha burocrática, o laudo da PM que comprova o cumprimento das regras de segurança no Maracanã não havia sido entregue à Suderj. O laudo será encaminhado com o recurso do Estado ao plantão Judiciário", diz na íntegra.
A partida, marcada para às 16h, é o segundo evento-teste que a Fifa fará antes do início da Copa das Confederações, que acontecerá entre os dias 15 e 30 de junho. O Maracanã é uma das seis sedes e terá dois jogos da primeira fase e será palco da grande final da competição.

Índio morre em confronto com com a PF e a PM em reintegração de fazenda


Mato Grosso do Sul
Índio morre em confronto com polícia durante reintegração de posse em MS
Outros índios e policiais ficaram feridos em ação em Sidrolândia. Terenas invadiram 4 fazendas em 15 de maio e já desocuparam 3 delas.
Índio ferido em confronto com a polícia morre em hospital, diz Funai (Foto: Marcos Tomé/ Região News)
Do G1 MS
Confronto entre indígenas e policiais durante a reintegração de posse de uma fazenda ocupada em Sidrolândia , a 70 km de Campo Grande, deixou um índio morto e vários outros feridos nesta quinta-feira (30). A informação é do coordenador local da Fundação Nacional do Índio (Funai), Jorge das Neves.
Sindrolândia reintegração pf índios
A Polícia Federal cumpre o mandado de reintegração de posse da fazenda Buriti, ocupada pelos índios terenas desde 15 de maio, com apoio da Polícia Militar do estado. PF diz que os terenas se recusam a deixar a área e que, inicialmente, reagiram com armas de fogo. Alguns agentes da PF também ficaram feridos.
O clima na área é de confronto. PMs da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) usam balas de borracha e bombas de efeito moral para tentar controlar e retirar do local os índios, que estão armados com lanças e revidam atirando pedras.
Ao ocuparem a fazenda Buriti, os índios entraram também em outras três propriedades - Santa Helena, Querência e Cambará - mas já deixaram estas áreas.

O Hospital Elmíria Silvério Barbosa, em Sidrolândia, confirmou a morte e a transferência de um dos feridos para a Santa Casa em Campo Grande. Outros três indígenas permanecem hospitalizados em Sidrolândia.
A sede da fazenda chegou a ser incendiada pelos indígenas, mas o fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros.
Lideranças indígenas disseram ao G1 que foram surpreendidos pelas equipes da polícia. Já a PF diz que tentou negociar a saída dos terena antes da reintegração.

O acesso para a propriedade está bloqueado. Foram encaminhados para o local quatro ônibus e pelo menos cinco viaturas do Cigcoe, pelo menos dez viaturas da Polícia Federal e duas dos Bombeiros. Após o confronto, a PM mandou mais equipes para o local, de acordo com o comandante da corporação, coronel Carlos Alberto David dos Santos.
“Determinei a ida das equipes táticas de três batalhões de Campo Grande. Mandei também mais policiais da Cigcoe e mais munições”, afirmou. Segundo ele, a decisão foi tomada após a informação de que os terenas incendiaram a sede da fazenda e resistiram à desocupação. A quantidade de agentes não foi divulgada.
Índio ferido em confronto com a polícia morre em hospital, diz Funai
Conflito 
A fazenda Buriti foi a primeira a ser ocupada, no dia 15 de maio, e única que ainda continua com indígenas dentro de seus limites. Os terena também chegaram a entrar em outras três propriedades, já desocupadas. Um mandado de reintegração de posse para a Buriti foi expedido pela Justiça no mesmo dia da invasão, mas foi suspenso no último dia 20 em razão da reunião de conciliação que já estava marcada para quarta-feira (29).
Segundo a Funai, os indígenas reivindicam aceleração do processo de demarcação e não querem deixar o local.
Sem acordo 
Indígenas e produtores reuniram-se em audiência de conciliação na quarta-feira, mas não houve acordo e a Justiça determinou, então, que a desocupação fosse imediata.
Ronaldo José da Silva, juiz substituto da 1ª Vara Federal de Campo Grande, afirmou que a reunião  foi "infrutífera", estipulou multa diária de R$ 10 mil para as pessoas que impedirem o cumprimento da reintegração de posse e determinou que a Fundação Nacional do Índio (Funai) comunicasse os índios sobre a decisão.
Briga judicial 
A Terra Indígena Buriti foi reconhecida em 2010 pelo Ministério da Justiça como de posse permanente dos índios da etnia terena. A área, localizada entre Dois Irmãos do Buriti e Sidrolândia, foi delimitada em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) e abrange 17.200 hectares.
Após a declaração, o processo segue para a Casa Civil, para a homologação da presidência da República, o que ainda não foi feito. Durante nove anos, as comunidades indígenas aguardaram a expedição da portaria declaratória. O relatório de identificação da área foi aprovado em 2001 pela presidência da Funai, mas decisões judiciais suspenderam o curso do procedimento demarcatório.
Em 2004, a Justiça Federal declarou, em primeira instância, que as terras pertenciam aos produtores rurais. A Funai e o Ministério Público Federal recorreram e, em 2006, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) modificou a primeira decisão e declarou a área como de ocupação tradicional indígena.
No entanto, os produtores rurais entraram com recurso de embargos de infringentes e conseguiram decisão favorável em junho de 2012.

REPRESENTAÇÃO ACS 9º BPM




Caro Adeilton, sim possível publique.

Ilustres companheiros (a), diante da situação que nos últimos anos a falta de compromisso dos representantes da ACS – PE, aqui no 9º BPM (com todo respeito), deixaram a desejar por falta de seriedade para com a tropa, não buscaram os anseios dos seus sócios, que hoje clamam por uma representatividade voltada para as necessidades básicas, e é por este motivo que este que vos falar soldado EDCARLOS e meu companheiro cabo BRITO SILVA, sentimos a necessidade de nos colocar diante da tropa para formar uma representação, que atenda e esteja voltada para as nossas necessidades, por isto precisamos nos unir no sentido de brigarmos por algo que é nosso direito como sócio da ACS-PE, de termos uma representação, que realmente possa trazer benefícios para a tropa deste Batalhão do interior, tão esquecido nos últimos anos, por este motivo é que em julho próximo vamos está realizando a eleição para representação da ACS-PE aqui no agreste Meridional e contamos com ajuda de todos nossos companheiros.
E que o Senhor Jesus abençoe a todos nos nesta luta.
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Blogueiro é condenado a pagar R$ 100 mil a ministro do Supremo



O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por sua vez, bloqueou contas bancárias de Amorim

Correio







Folhapress
O apresentador e blogueiro Paulo Henrique Amorim terá de pagar R$ 100 mil de indenização ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi condenado em duas ações por danos morais. O advogado de Amorim, Cesar Klouri, afirma que vai recorrer. Numa das ações, Amorim foi condenado por texto publicado no blog de sua responsabilidade, em 2008, que falava sobre os dois habeas corpus que Mendes deu para libertar o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, preso naquele ano na Operação Satiagraha.
O blogueiro dizia que Mendes “transformou o STF num balcão de negócios”. No segundo processo, o blogueiro foi condenado a desembolsar mais R$ 50 mil por ter publicado uma nota com o título “O Cartão Dantas Diamond”. Nela, afirmava que “comprar um dossiê” custaria R$ 25 mil, “comprar um jornalista”, de R$ 7.000 a R$ 15 mil, “um delegado da PF”, R$ 1 milhão, e “ser comparsa do presidente do STF -não tem preço”.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por sua vez, bloqueou contas bancárias de Amorim, em razão de processos movidos por Dantas. O jornalista foi condenado a pagar duas indenizações de R$ 100 mil cada uma. No sábado, Amorim postou em seu blog que está sendo “obrigado a viver como traficante de cocaína e doleiro”. Klouri, que já conseguiu reverter uma outra condenação, no valor de R$ 250 mil, afirmou que já recorreu ao Superior Tribunal de Justiça.

PMPE: pagamento do mês de maio liberado.

Acabei de sacar o meu.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Afinal de contas está proibido ou esta permitido?



NADA DE "PÂNICO"


Por questão de segurança, PM proibirá uso de máscaras da morte em jogo do Atlético pela Libertadores

A medida valerá para o interior do estádio Independência; fora dele, o uso das máscaras será liberado, mas sob olhares atentos dos policiais militares




Máscara pode favorecer ação de criminosos
PUBLICADO EM 29/05/13 - 11h35
Apesar de toda a mobilização dos torcedores do Atlético e até do apoio do atacante Diego Tardelli via redes sociais, a Polícia Militar de Minas Gerais informou que será proibido o uso da máscara da morte no interior do estádio Independência, no duelo decisivo desta quinta-feira, às 22h, contra o Tijuana, que vale vaga nas semifinais da Copa Libertadores.


A ideia inicial era de que todos os atleticanos presentes na Arena do Horto usassem roupas pretas e a famosa máscara da morte do filme "Pânico", em alusão à expressão  "Caiu no Horto, tá morto", que a torcida atleticana se acostumou a cantar durante as partidas. Entretanto, conforme justificado pelo comandante do policiamento especializado da capital, coronel Antônio de Carvalho, a campanha poderia colocar em risco a segurança do torcedor, indo contra o estabelecido na Lei. Para o coronel, o uso da máscara poderia favorecer ações de pessoas de má índole.
A PM chegou a cogitar a possibilidade de fazer o cadastramento individual de cada torcedor que comparecesse à Arena Independência com a máscara para garantir a segurança do público presente, como já foi feito em outras ocasiões com instrumentos, bandeiras e até mesmo rádios. Após uma avaliação da situação, no entanto, a PM identificou que o procedimento ficaria inviável antes do confronto.
"A Polícia Militar teve uma tentativa inicial de cadastrar as máscaras, mas isso será impossível devido ao alto número de pessoas que irão ao estádio. Mas não podemos deixar as pessoas correrem o risco dessa mácula. Ela é uma máscara da morte, não remete alegria, estamos falando em um estádio, alegria e, querendo ou não, ela não favorece as nossas câmeras, de vermos quem está embaixo dela. Com isso, a prática de crimes e agressões passa a ser potencializada e sem podermos identificar o autor. Isso a gente pode ver até em filmes", explicou Antônio de Carvalho, que lembrou também da questão da comodidade do torcedor.
"Com essa quantidade que se tem de máscaras, com chuva - estamos trabalhando com a previsão -, fila, as pessoas vão acabar ficando retidas, o que não vai agradar os torcedores. Então, o que está definido é que no interior do estádio não poderá ser usada a máscara", completou.
Ainda segundo o coronel da PM, fora do estádio, o uso será liberado. Entretanto, Antônio de Carvalho alerta que as pessoas que estiverem com a máscara sofrerão mais buscas e abordagens do que o normal para que seja garantida a segurança de todos. "No caso de um ato praticado por uma pessoa que está com a máscara, todos os outros que estiverem fazendo uso dela também serão tratados como suspeitos". 


Fonte: o Tempo

Após veto, PM decide liberar máscaras de Pânico no Independência





29 de maio de 2013 | 14h13 | atualizado às 15h17

Atlético-MG tem grande retrospecto atuando na Arena Independência



A torcida do Atlético-MG poderá fazer a festa com as máscaras na próxima partida do clube na Arena Independência, nesta quinta-feira, às 22h (de Brasília), contra o Tijuana. Após anunciar que haveria um cadastramento de torcedores para utilizar o acessório no interior do estádio, a Polícia Militar voltou atrás e liberou a utilização das máscaras pelos torcedores sem a necessidade de realizar tal cadastro.
Segundo informaçãos da TV Alterosa, o Coronel Santana, comandante geral da PMMG (Polícia Militar de Minas Gerais), confirmou a liberação das máscaras pelo motivo festivo do qual os atleticanos pretendem utilizá-las. Os acessórios escolhidos pela torcida são semelhantes ao utilizado pelo serial killer da franquia cinematográfica Pânico.
A princípio, a Polícia Mlitar decidiu que um cadastramento com nome, CPF e endereço seria feito para todos os torcedores que se apresentassem com a máscara para a partida. A medida foi estabelecida na manhã da última terça-feira. Nesta manhã de quarta-feira, chegou-se a cogitar aideia de vetar qualquer tipo de máscara e proibir o acessório para todos os torcedores, mas a própria PM repensou a ideia e liberou a utilização das máscaras do pânico, ou até mesmo do craque Ronaldinho, constantemente já vistas no estádio.
A mobilização da torcida alvinegra visando comparecer ao Independência com as chamadas "máscaras da morte" fazem referência ao canto da torcida alvinegra "caiu no Horto, tá morto". Os atleticanos pretendem encher o Independência com 20 mil máscarados no momento em que o time mineiro entrar em campo nesta quinta-feira, de modo a intimidar o Tijuana, adversário da Libertadores.

Por Terra