Informação policial e Bombeiro Militar

domingo, 24 de janeiro de 2010

ASSUNTOS DAS PROVAS DE SGT PM E BM CFS 2010

ANEXO II
CONTÉUDO PROGRAMÁTICO
Parte Geral

Língua Portuguesa

Ortografia. Sistema oficial vigente. Relações entre fonemas e grafias; Acentuação;

Morfologia: Estrutura e formação de palavras. Classes de palavras e seu emprego;

Flexão nominal e verbal; Sintaxe: Processos de coordenação e subordinação;

Equivalência e transformação de estruturas; Discurso direto e indireto;

Concordância nominal e verbal;

Regência verbal e nominal;
Crase;
Pontuação;

Interpretação de textos: Variedade de textos e adequação de linguagem; Estruturação do texto e dos parágrafos;
Informações literais e inferências;
Estruturação do texto: recursos de coesão;
Significação contextual de palavras e expressões;
Ponto de vista do autor.

Direito Constitucional
Constituição e Direito Constitucional;
Noções gerais; Classificação das Constituições;
Hermenêutica constitucional;
Poder Constituinte (originário e Derivado);
Aplicabilidade e eficácia das normas constitucionais;
Direitos e Garantias Fundamentais (conceito e classificação);
Direitos Individuais e Coletivos (art. 5.º da Constituição Federal de 1988);
Remédios constitucionais (Mandado de segurança individual e coletivo, mandado de injunção, “habeas data”, “habeas corpus” e Ação Popular); Nacionalidade (do art.12 e 13 Constituição Federal de 1988);
Direitos Políticos (art. 14 da Constituição Federal de 1988).

Direito Administrativo

Direito Administrativo: conceito, princípios, fontes, interpretação, sistema de Direito Administrativo;
Administração pública: função administrativa no Estado Democrático
de Direito e natureza administrativa;
conceito; Governo e administração; princípios constitucionais;

Poderes administrativos: natureza do poder administrativo; espécies:
poder vinculado e discricionário; poder regulamentar; poder disciplinar. Uso anormal do poder: excesso, desvio de finalidade e abuso do poder. Lei nº 4898/65;

Administração Direta; Órgãos públicos: conceito, classificação; Agentes Públicos: classificação; cargos e função pública. Administração indireta: autarquias,fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista;

Atos administrativos: conceito, requisitos, atributos, espécies, revogação e anulação,controle pelo Poder Judiciário; Bens públicos. Conceito, classificação e regime jurídico; Aquisição, utilização e alienação;

Servidores públicos; Regime jurídico dos servidores civis e militares estaduais; Regime previdenciário; Responsabilidade civil do Estado; Conceito; Teorias; Reparação do dano e direito de regresso;
Responsabilidade administrativa, civil e penal do servidor público; Direito
Administrativo da Segurança Pública; Segurança pública no Estado Democrático de Direito;
Sistema de Segurança Pública: órgãos policiais e suas competências
constitucionais.

Direito da Criança e do Adolescente

Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei 8.069/90; Parte Geral: Das disposições preliminares (do art. 1º ao 6º); da Prevenção (do art. 70 ao 85); Parte Especial: Da prática de ato infracional (disposições gerais, dos direitos individuais, das garantias processuais, das medidas sócio-educativas – do art. 103 ao 129); Dos crimes em espécie (art. 225 ao 244).
Direito Penal Militar Princípios Gerais do Direito Penal Militar; Aplicação da lei penal militar (do art. 1.º ao art. 8.º do Código Penal Militar);
Crime militar em tempo de paz (art. 9.º); Do crime (do art. 29 ao 47); Imputabilidade penal (do art. 48 ao 52), Concurso de agentes (do art. 53 ao 54); Espécies de pena (do art. 55 ao 68);
Crimes contra a autoridade ou disciplina militar (do art. 149 ao 177 e do art. 187 ao 204); Crimes contra a pessoa (do art. 205 ao 211);Crimes contra a administração militar (do art. 298 ao 334).

Direito Processual Penal Militar

Princípios do Direito Processual Militar; Polícia Judiciária Militar (do art. 7º ao 8º); Do Inquérito Policial Militar (do art. 9º ao 28); Foro Militar (do art. 82 ao 84); Do Processo Especial – Processo de Deserção (do art. 451 ao 457).

Legislação dos Militares do Estado de Pernambuco Legislação dos Militares do Estado de Pernambuco;
Estatuto dos Policiais Militares – Lei 6.783/74 e posteriores alterações;

Código Disciplinar dos Militares do Estado de Pernambuco – Lei 11.817/00 (Parte Geral).

Parte Específica PM
Uso Progressivo da Força
Uso da Força: conceitos e Definições;
Uso Legal da Força; Uso da força pela Polícia;
Princípios Básicos sobre Uso da Força e Armas de fogo;
Código de Conduta para encarregado da aplicação da Lei;
Legislação Brasileira que Regulam o Uso Progressivo da força;
Uso Indevido da Força; Necessidade do Uso da Força;
Responsabilidade pelo Uso da Força.

Direitos Humanos

Direitos Humanos: Conceito;
Direitos Humanos: Características;
Direitos Humanos:Primeiros Passos;
A Declaração Universal dos Direitos Humanos; Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos;

A Constituição Brasileira e os Direitos Humanos; A Aplicação da Lei nos Estados; Conduta Ética e Legal na Aplicação da Lei;
Treze Reflexões sobre Polícia e Direitos Humanos.

Polícia Comunitária

Polícia comunitária e policiamento comunitário: conceitos e interpretações básicas;
Os dez princípios da polícia comunitária;
Diferenças básicas da polícia tradicional com a polícia comunitária; Relação com a comunidade; Diretrizes para a integração com a comunidade; Parceria com a comunidade; Mudança gerencial; Resolução de problemas;
A integração com entidades representativas da comunidade;
Organização policial; A comunidade; Autoridades constituídas e organismos
governamentais;
Comunidade de negócios; Instituições comunitárias;
O
relacionamento com entidades e lideranças locais;
Veículos de comunicação; A identificação dos problemas sociais locais; Implantação do modelo de polícia comunitária: condições básicas;
Controle de qualidade, desenvolvimento contínuo e atualização;
Proação, prevenção e repressão;
Análise do antes e depois da polícia comunitária;
Condições para a continuidade da polícia comunitária.


Parte Específica BM

Combate a Incêndio Generalidades sobre fogo e incêndio;
Processos de transmissão de calor e de extinção de incêndio;
Causas de Incêndio; Agentes Extintores; Classes de incêndio;
Aparelhos portáteis para extinção de incêndios;
Material de proteção individual;
Proteção respiratória nas operações de combate a incêndio;
Materiais de abastecimento;
Material de estabelecimento.

Emergência Pré-Hospitalar

Aspectos fundamentais;

Atribuições e responsabilidades do Emergencista;
Noções básicas de Anatomia e fisiologia humana;
Avaliação geral do paciente; Suporte básico de vida;
Hemorragias;
Choques;
Ferimentos;
Trauma em ossos;

Outras
emergências (queimaduras, intoxicações, emergências clínicas e parto).

Salvamento Fundamentos de Salvamento Aquático: Tipos de acidentes na água e o afogamento;
Conceitos, terminologias, tipos e fases do salvamento; Aspectos físicos e geológicos do mar;
Aspectos que causam incidentes de afogamento causados por ataques de
animais marinhos;

Técnicas de retirada e resgate de vítimas sem aparato
(salvamento simples);
Salvamento com equipamentos;
Salvamento com embarcações;
Técnicas utilizadas no desvencilhamento de vítimas de afogamento;
Técnicas de utilização do EPI de Guarda-vidas contra ataques de seres marinhos.

Fundamentos de Salvamento em Altura:
Conceito de Segurança; Equipamentos;
Nós, Voltas e amarrações; Descidas Verticais; Descidas no plano inclinado;
Ascensão; Remoção de vítimas. Fundamentos de Salvamento Terrestre;
Características da atividade de Salvamento Terrestre; Sistemas de comunicação;
Comando das ações operacionais;
Agências externas;
Equipamentos operacionais;
Nós, amarrações e sistemas;
Salvamento em Incêndios;
Salvamento em ambientes confinados;
Salvamento em desabamento deslizamento e soterramentos;
Acidentes Viários;
Salvamentos diversos.

BIBLIOGRAFIA
A critério do candidato, podendo ser utilizada qualquer obra atualizada sobre os conteúdos especificados.

Fonte: http://200.238.112.36/capacitacao/arquivos/edital_cfs_pm_bm_2010.pdf

sábado, 23 de janeiro de 2010

Veja as exigências para receber a bolsa olímpica. Rio de Janeiro terá direito a 50.000 vagas segundo informação disponilizada pelo Gestor Estadual do PRONASCI naquele Estado.

Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 2010.



Reunião com o Gestor Estadual – Maj Carlos Henrique



Extrato contendo as principais informações



Descrição dos cursos

01. Análise Criminal - AC (60 horas)

02. Aspectos Jurídicos da Abordagem Policial AJAP (60 horas)

03. Atuação Policial frente aos Grupos Vulneráveis - APGV (60 horas)

04. Busca e Apreensão BEA (60 horas)

05. Capacitação em Educação Para o Trânsito CEPT (40 horas)

06. Cartéis - CART (60 horas)

07. Combate à Lavagem de Dinheiro CLD (60 horas)

08. Convênios - CONV (60 horas)

09. Crimes Ambientais - CRA (60 horas)

10. Democracia Participativa - DP (60 horas)

11. Direitos Humanos DH (40 horas)

12. Elaboração de Materiais para Educação a Distância - EMEAD (60 horas)

13. Emergentista Pré-Hospitalar - EPH (60 horas)

14. Emergentista Pré-Hospitalar 2 - EPH2 (60 horas)

15. Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes EESCA (40 horas)

16. Espanhol 1 - ESP1 (60 horas)

17. Filosofia dos Direitos Humanos Aplicada à Atuação Policial - FDHAP (60 horas)

18. Fiscalização de Excesso de Peso - FEP (40 horas)

19. Fiscalização Interestadual de Transportes de Passageiro - FITP (60 horas)

20. Formação de Formadores (60 horas)

21. Gerenciamento de Crise - GDC (60 horas)

22. Gestão de Projetos - GP (60 horas)

23. Identificação Veicular 1 - IDV1 (60 horas)

24. Identificação Veicular 2 - IDV2 (60 horas)

25. Integração das Normas Internacionais de Direitos Humanos na Área de Segurança Pública - IIDH (60 horas)

26. Intervenção em Emergências com Produtos Perigosos - IEPP (60 horas)

27. Investigação Criminal 1 - IC1 (60 horas)

28. Investigação Criminal 2 - IC2 (60 horas)

29. Licitações e Contratos Administrativos - LCA (60 horas)

30. Mediação de Conflitos 1 - MC1 (60 horas)

31. Mediação de Conflitos 2 - MC2 (60 horas)

32. Papiloscopia 1 PAP1 (60 horas)

33. Papiloscopia 2 PAP2 (60 horas)

34. Planejamento Estratégico - PES (60 horas)

35. Planejamento Orientado por Problemas (Sara Model) - POP (60 horas)

36. Polícia Comunitária - PCO (60 horas)

37. Português Instrumental - PTI (60 horas)

38. Preservação de Local de Crime VA PLCVA (60 horas)

39. Psicologia das Emergências - PDE (60 horas)

40. Redação Técnica - RDT (60 horas)

41. Representação Facial Humana 1 - RFH1 (60 horas)

42. Representação Facial Humana 2 - RFH2 (60 horas)

43. Resolução de Conflitos Agrários - RCA (60 horas)

44. Saúde ou doença: em qual lado você está? VA SODVA (40 horas)

45. Segurança Pública sem Homofobia - SPSH (60 horas)

46. Sistema de Comando de Incidentes - SCI (60 horas)

47. Sistema e Gestão em Segurança Pública - SGSP (60 horas)

48. Técnicas e Tecnologias Não Letais de Atuação Policial - TNL (60 horas)

49. Termo Circunstanciado - TC (60 horas)

50. Tópicos em Psicologia Relacionados à Segurança Pública - TEP (60 horas)

51. Tráfico de Seres Humanos VA TSHVA (60 horas)

52. Uso das Informações na Gestão das Ações de Segurança Pública UIG (60 horas)

53. Uso Progressivo da Força VA UPFVA (60 horas)

54. Violência, Criminalidade e Prevenção VA VCPVA (40 horas)



Tópicos Importantes:


- No dia 26/01 (3ª feira), o aluno deverá se inscrever normalmente em qualquer um dos Módulos acima, garantindo assim a sua matrícula no Bolsa Olimpíada (R$ 1.200,00).

- São 50.000 vagas exclusivas para o Estado do Rio de Janeiro, não há pressa para fazer a inscrição (período de 26 a 30/01).

- O Módulo já efetuado em algum ciclo anterior será considerado como “Concluído” e consequentemente não deverá ser escolhido novamente.

- Em hipótese alguma o aluno poderá desistir de efetuar o Módulo, pois se isto ocorrer ele estará automaticamente reprovado no pelo Sistema EAD e não receberá a Bolsa Olimpíada de R$ 1.200,00.

- A Bolsa Olimpíada será concedida (paga) após a aprovação homologada no Relatório do Tutor do Módulo escolhido e concluído com êxito.

- Para o recebimento das 12 (doze) primeiras parcelas da Bolsa Olimpíada será obrigatório efetuar os três ciclos do ano de 2010 (18º, 19º e 20º) e conseguir a aprovação em todos.

- Nos ciclos 19º e 20º basta efetuar apenas 01 (um) Módulo, ainda não efetuado anteriormente, para renovar a Bolsa Olimpíada.

- Os critérios de aprovação serão os mesmos utilizados pelo Bolsa Formação, ou seja, Avaliação + Nota de Participação do Tutor.

- O aluno considerado evadido em algum ciclo anterior (receberá um crédito) e poderá se inscrever normalmente no ambiente virtual.

- A Bolsa Olimpíada será paga somente ao policial militar, policial civil, bombeiro militar e guarda municipal que estiver no serviço ativo, não esteja respondendo a processo, não tenha sido condenado e tenha vencimentos de até R$ 3.200,00.

- Parâmetros para cálculo: PM e BM = soldo + GRETPM (BM) ser inferior a R$ 3.200,00; PC = vencimento + adicional de atividade perigosa-polícia (230%) ser inferior a R$ 3.200,00.
- O Requerimento da Bolsa Olimpíada (sisforrequerente) deverá estar disponível no site após o dia 20 de março.
- Ficar atento aos demais ciclos (19 e 20), pois todos terão que realizar um curso por ciclo e este ano serão 03 (três) ciclos apenas.

- Não há discriminação em relação ao aluno IFP, todos podem fazer a inscrição.



Lembre-se: Esta é uma grande oportunidade de se conseguir uma verba não prevista em orçamento familiar no valor de R$ 1.200,00 durante um ano (12 meses), perfazendo um total de R$ 14.400,00 (ano). Se o Programa permanecer até 2016, serão R$ 86.400,00. Se esta verba for bem administrada, poderá ser utilizada na aquisição de um imóvel, de um automóvel e o pagamento das mensalidades da Faculdade. Pense nisso!





Ministério da Justiça

Secretaria Nacional de Segurança Pública

Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública



Proposta para o Projeto Bolsa Olimpíada



1. O que é?

Criado no âmbito do Projeto Bolsa Formação, o Bolsa Olimpíada tem como finalidade a transferência direta de renda aos Policiais Civis, Policiais Militares, Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro e Guardas Municipais (dos Municípios conveniados) que realizarem o Ciclo de Formação para as Olimpíadas.



2. Quais os objetivos do Bolsa Olimpíadas?

Contribuir para a preparação, por meio de ações de capacitação e de melhoria nas condições de trabalho, visando as Olimpíadas.



3. Quais as condicionalidades do Bolsa Olimpíada?

As condicionalidades recaem sobre o policial e bombeiro estadual e sobre o Governo Estadual.

3.1. Condicionalidades do Policial e do Bombeiro

1. Realizar o Ciclo Formação para as Olimpíadas:

- No âmbito estratégico

- No âmbito operacional

2. Não estar cedido a outros órgãos que não sejam de interesse da segurança pública;

3.2. Ciclo para Formação

A formação terá um caráter contínuo até 2016.

Em 2010 a formação será realizada por meio da Escola Virtual da SENASP que promoverá 3 ciclos de cursos e disponibilizará vagas para o preenchimento do efetivo do Estado do Rio de Janeiro.

A partir de 2011 os cursos serão ministrados pelas Academias das Instituições de Segurança Pública do Estado após a homologação do curso pela SENASP que verificará: Consonância com as Diretrizes da Matriz Curricular Nacional e a Andragogia (Andragogia - é a ciência e a arte da educação de adultos); - Articulação com a atuação do efetivo nas Olimpíadas; Competências a serem desenvolvidas, dentre outros.



4. Estimativa de Valores

O valor da Bolsa em 2010 será de R$ 1.200,00 para todos, independentemente das patentes, graduações ou cargos que exercem.



Fonte: http://solatelie.com/cfap/rapidinhas/bolsa_olimpiadas.html

Bolsa Olímpica também para 18 mil bombeiros

Benefício de R$ 1,2 mil para policiais e guardas municipais será estendido à corporação. Valor será incorporado aos salários até 2016. Início do pagamento vai ser informado segunda-feira

POR ANNA LUIZA GUIMARÃES

Rio - Os 18 mil bombeiros do Estado do Rio de Janeiro serão beneficiados pelo projeto Bolsa Olímpica, anunciado em dezembro pelo Ministério da Justiça. Eles vão receber R$ 1,2 mil, valor que será incorporado aos salários até os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Na segunda-feira, o governo federal deverá divulgar a data em que o benefício começará a ser pago.

A bolsa também será recebida por policiais civis e militares e guardas municipais, todos escalados para atuar no patrulhamento e na segurança pública da cidade na Copa de 2014 e nos Jogos de 2016. Só o primeiro evento deverá atrair 500 mil turistas, segundo a Riotur. Ainda não há estimativas de visitantes na Olimpíada.

No início do mês, o governador Sérgio Cabral chegou a dizer que só policiais militares receberiam a bolsa — concedida pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça —, provocando a reação de bombeiros. Ontem, a assessoria do governador explicou que Cabral nunca afirmou que os bombeiros seriam excluídos da bolsa, apenas que ele não tinha informação sobre o assunto.

Segundo o governo estadual, vale o que o Ministério da Justiça determinar. E o Pronasci informou que incluirá todas as forças envolvidas na segurança dos eventos. O projeto deverá ser aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça.

Em entrevista a O DIA, no início do mês, o ministro da Justiça, Tarso Genro, sugeriu que o valor agregado se transforme em piso salarial universal, válido para todo o País. Ele afirmou que a proposta permitiria que o piso dos PMs do Rio chegasse a R$ 3.200. Para isso, o governo estadual terá de enviar um projeto de lei incorporando o valor da bolsa ao salário, a partir de 2016. Os agentes vão participar de cursos de qualificação que serão definidos até março pela Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Fonte: O Dia On Line.

OBSERVAÇÃO: Vamos esperar o resto do Brasil. Até agora só está se falando no Rio de Janeiro, vamos esperar o Decreto sair para poder nos pronunciar.

MP começa a investigação


OAB-RJ também protesta contra Clube de Cabos e Soldados da PM.
Polícia Militar classificou como 'postura revanchista'.


Patrícia Kappen
Do G1, no Rio

cartaz divulgado pela Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio, oferecendo R$ 5 mil como recompensa por um criminoso, estando ele “vivo ou morto”, causou indignação na Polícia Militar e em entidades de Direitos Humanos do Rio.

Marcelo Chalréo, vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio, afirmou que a OAB condenou e ficou “chocada” com a atitude da associação, que “deveria estar primando pelo resguardo da legalidade”.

O Clube de Cabos e Soldados da PM divulgou o cartaz após a morte do sargento Wilson de Carvalho, assassinado a tiros na Cidade Nova, no Centro do Rio, na manhã do dia 17. O carro em que ele estava junto com o soldado da PM Davi de Almeida Wanzeler foi alvo de um ataque. O sargento morreu dentro do carro, e o soldado foi atingido na perna direita.



O presidente do Clube dos Cabos e Soldados da PM apresenta o cartaz com a recompensa: 'vivo ou morto'. (Foto: Marcos de Paula/Agência Estado)

'Não existe pena de morte'

A OAB do Rio sugeriu ao Ministério Público que instaurasse um procedimento para apurar as atividades e a conduta da associação. A sugestão foi aceita pelo MP. Segundo Chalréo, com a iniciativa do cartaz, a associação está incentivando o crime, o que é vedado pela Constituição.

“Toda associação de classe pode organizar-se para fins legais, está previsto na Constituição. Quando ela toma essa iniciativa, ela está incentivando o crime, fazendo apologia ao crime, o que é vedado pela Constituição. Na medida em que ela diz que dá recompensa, ela está tomando um poder que é dever do estado. O estado é que tem a tutela por aplicar a lei penal”, afirmou, completando: “No nosso direito não existe pena de morte, salvo em caso de guerra. Ela (a associação) incentiva a prática de um crime sem um procedimento judicial de apuração. Ela se coloca à margem da lei ao praticar esse tipo de ato”.

'Política sanguinária'

O advogado disse que dependendo da conclusão do Ministério Público a medida a ser tomada pode chegar ao fechamento do Clube de Cabos e Soldados da PM. Ele lembrou um episódio em São Paulo, em que torcidas organizadas de times de futebol tiveram as atividades encerradas por conta de atos de vandalismo e violência praticados em estádios.



O subprocurador geral de Direitos Humanos do Ministério Público, Leonardo Chaves, afirmou que o cartaz divulgado pelo clube reflete “um pensamento de conter (a violência) com violência”. Segundo ele o MP vai investigar a origem do cartaz, mas necessitam de mais informações sobre o clube.

“O que se pode dizer é que essa cultura de morte é que gera essas coisas. Ou dizer que estamos em guerra, ou praticar uma política sanguinária”, criticou.

A Polícia Militar também condenou a atitude do clube. O capitão Ivan Blaz, em nome do comandante-geral Mário Sérgio Duarte afirmou que “a PM não concorda com esse tipo de postura revanchista como apregoa o cartaz. Além do mais, o clube não representa os anseios da instituição que é levar os marginais à Justiça.”

'É porque não é o filho deles'

O presidente do clube, Jorge Lobão, reafirmou nesta sexta-feira (22) que a intenção não é mandar matar ninguém, mas disse que não vai retirar o cartaz de circulação. E reagiu às críticas: “É porque não é o filho deles, a mãe deles, foi um PM, então a avaliação é muito fria. Eu fui ao sepultamento, eu assisti pela televisão o fato e me comoveu. Lamento que não tenha comovido essas pessoas”.



Na quinta-feira (21) ele já havia afirmado que a intenção de oferecer a recompensa pelo criminoso “vivo ou morto” não era a de incentivar o assassinato do responsável.


“Não é que eu queira matar ninguém, é que eu já tive informações de que as pessoas deixaram de comunicar um assassino de um PM por ele já ter morrido, por isso ofereço R$ 5 mil até pelo atestado de óbito dele”, disse na ocasião, completando: "Não é meu desejo, mas se ele morresse, eu não vou chorar, mas não tenho interesse em mandar matar ninguém”.

Lobão disse também que depois da divulgação do cartaz recebeu algumas denúncias, mas apenas uma que poderia ser considerada importante. Mas, segundo ele, a polícia ainda não foi informada pois o comunicante ficou de completar as informações.

Fonte: G1 http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1459319-5606,00-MP+VAI+INVESTIGAR+CARTAZ+COM+RECOMPENSA+POR+CRIMINOSO+VIVO+OU+MORTO.html

Projeto cria adicional para bombeiro e policial militar

Mauro Nazif: Constituição prevê o adicional, que já é concedido a algumas categorias.
                                                                                                           


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6307/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que cria adicional de periculosidade de 30% sobre a remuneração total para policiais e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal. Terá direito ao benefício o militar que comandar ou exercer, durante pelo menos 25% de sua jornada mensal de trabalho, funções consideradas perigosas.

Pela proposta, são atividades perigosas:
- policiamento ou patrulhamento ostensivo;
- guarda de postos policiais ou prédios públicos;
- operações de preservação da ordem pública em

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6307/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que cria adicional de periculosidade de 30% sobre a remuneração total para policiais e bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal. Terá direito ao benefício o militar que comandar ou exercer, durante pelo menos 25% de sua jornada mensal de trabalho, funções consideradas perigosas.

Pela proposta, são atividades perigosas:
- policiamento ou patrulhamento ostensivo;                               
- guarda de postos policiais ou prédios públicos;
- operações de preservação da ordem pública em eventos e manifestações;
- ações de intervenção tática;
- garantia do poder de polícia de órgãos públicos;
- custódia, guarda, escolta ou transporte de presos;
- proteção de autoridades;
- inteligência e contrainteligência;
- combate a incêndio;
- busca, salvamento e resgate; e
- operações de defesa civil.

O texto estabelece ainda que o militar continuará a receber o adicional durante os afastamentos legais de até 30 dias e naqueles decorrentes de acidente em serviço ou doença contraída no exercício da função. Também receberão o benefício os profissionais, em treinamento, que executarem ações com tiros, explosivos ou inflamáveis.

O autor lembra que a Constituição prevê, em seu artigo 7º, a possibilidade de pagamento de adicionais para atividades penosas, insalubres ou perigosas a todos os trabalhadores (urbanos ou rurais), "na forma da lei". A necessidade de regulamentação do tema, de acordo com Nazif, faz com algumas categorias de profissionais já usufruam o direito e outras não. "Não há razão para a inexistência de lei para garantir o adicional aos militares", disse.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Integra do projeto
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/707597.pdf

Reportagem - Vania Alves
Edição - Marcelo Oliveira

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

PEC 300: Chegou a hora!




O deputado federal paraibano Major Fábio (DEM), motivado pelo sentimento de euforia que toma conta dos PM,s e BM,s em todo Brasil, anunciou que a partir do dia 1º de fevereiro, caravanas de vários estados estarão desembarcando em Brasília. A mobilização ocorre no início das atividades parlamentares.

Os Policiais e Bombeiros seguem confiantes no compromisso firmado pelo presidente Câmara, que na conclusão das atividades do ano, assumiu o compromisso diante dos deputados federais Major Fábio, Capitão Assumção e dos demais membros da Comissão Especial, que votaria a PEC 300 no início de 2010.

Exemplo de superação e motivação em defesa da PEC 300, o deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES) confirmou mais de cinco ônibus partindo de várias regiões do Espírito Santo. De Minas Gerais, segundo o Cabo Coelho presidente da Associação de Cabos e Soldados, cerca de dez ônibus deverão seguir para Brasília.

Na Bahia com o Capitão Tadeu; em São Paulo o Sub-Tenente Clóvis; Goiás com Soldado Caetano; Rio Grande Sul, Soldado Lucas, presidente da Associação dos PM,s; Rio de Janeiro, Rio Grande Norte e Pernambuco também confirmaram participação. Outro exemplo de empenho em defesa da PEC 300 surge no Pará, o estado realizou uma das maiores mobilizações e também vai enviar uma grande comitiva.

De acordo com o Major Fábio, as caravanas que estão sendo preparadas nos estados reforçam o sentimento nacional em defesa da PEC 300. “Os PM,s e BM,s seguem para Brasília em busca da grande vitória, essa é uma mobilização jamais vista na história da Policia e do Corpo de Bombeiros Militar do Brasil. Tenho certeza que a Paraíba também vai participar desse momento histórico que vai ficar marcado entre as grandes mobilizações já realizadas em Brasília”, enfatizou.

Já no próximo domingo (24), o deputado Major Fábio confirmou presença na Marcha que está sendo organizada pela Associação dos Cabos e Soldados da Paraíba. A concentração está prevista para às 8h da manhã, no Busto de Tamandaré, na orla de João Pessoa. “Espero que nesse evento possamos mobilizar um grande número de Policiais e Bombeiros para participar da Marcha de Brasília”, finalizou o Major.

Fonte: http://www.depmajorfabio.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=186&Itemid=22

Temer garante a Renan apoio pessoal na aprovação do piso nacional dos policiais


O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), confirmou ao senador Renan Calheiros (PMSB), na quarta-feira à noite, durante jantar com a cúpula do partido, em Brasília, seu compromisso de conversar com os líderes da Casa e representantes de entidades de classe para garantir a votação da PEC que cria o piso nacional dos policiais civis, militares e corpo de bombeiros.

Conversamos reservadamente com o presidente Michel Temer e ele nos assegurou seu empenho pessoal numa grande mobilização na Câmara, logo que os trabalhos legislativos deste ano foram iniciados, para que as PECs 41, de minha autoria, já aprovada pelo Senado, e a de número 300, que tem finalidade semelhante, sejam votadas ainda no mês de fevereiro – disse o senador, nesta quinta, 21.

O piso dos policiais e bombeiros, que poderá beneficiar também os peritos criminais e agentes penitenciários   categorias que estão mobilizados para serem incluídas na PEC – é defendida, inclusive, pelo presidente Lula. “Conversamos com o presidente na semana passada e ele afirmou a importância de se criar o piso urgentemente, prometendo todo apoio à sua aprovação”, reforçou o senador.

por Assessoria
http://www.aquiacontece.com.br/index.php?pag=alagoas&cod=1511

Você vai votar em quem?

Absurdo.

E você? Vai votar em quem?

Por Eduardo Machado

Os policiais civis lotados no Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri) foram surpreendidos com uma circular, na semana passada solicitando que eles informassem à direção se irão ser candidatos nas eleições deste ano ou se vão apoiar algum candidato. A circular interna é assinada pela chefe do núcleo de inteligência do Depatri, delegada Pollyana Ferreira de Lima. Qual seria a intenção da delegada com isso?

Mais detalhes na matéria publicada hoje pela FOLHA DE PERNAMBUCO:

ARTHUR CUNHA O Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), da Polícia Civil de Pernambuco, enviou Circular Interna (CI) às quatro delegacias que integram a diretoria solicitando os nomes dos policiais que pretendem disputar mandato eletivo em outubro. O procedimento tem como objetivo auxiliar no planejamento de trabalho, já que os futuros postulantes terão de se afastar da Polícia no período de campanha. O inusitado é que, no mesmo documento, o Depatri também solicitou os nomes dos candidatos e partidos a serem apoiados pelos policiais, fato que poderia servir para identificar e punir com medidas administrativas os oficiais que pretendem votar na oposição.


A postura, vale salientar, também é inconstitucional, porque desrespeita o direito do cidadão de ter seu voto preservado. De número 008/2010, a CI foi enviada na última sexta-feira, dia 15 de janeiro, às delegacias de Roubos e Furtos, Roubos e Furtos de Veículos, Roubos e Furtos de Cargas e Repressão ao Estelionato. Cerca de 160 policiais estão lotados nessas seccionais. A delegada Pollyana Ferreira de Lima Barros, chefe do Núcleo de Inteligência (NI) do Depatri, é quem assina a CI. No documento, ela pede que as listas sejam entregues até hoje.


“Por meio da presente, solicito que Vossas Senhorias informem a esse Núcleo de Inteligência até o dia 21 de janeiro de 2010 sobre a existência de policiais civis lotados em suas unidades, candidatos ao pleito eleitoral de 2010 ou que estejam apoiando algum candidato. Em havendo, o nome do candidato e o partido político a que pertence”, diz a CI, assinada por Pollyana Barros.


A medida revoltou o presidente da Associação dos Comissários de Polícia Civil do Estado de Pernambuco (Acomp/PE), George Neves, que acusou o Depatri de estar promovendo uma “caça às bruxas” na Polícia Civil. “Até perguntar sobre os que serão candidatos tudo bem, afinal o departamento precisa se planejar. Mas querer saber em quem os policiais votarão é um absurdo! A delegada foi infeliz em sua formulação, Isso não se justifica”, disparou o dirigente sindical, que apresentou à Folha, uma das circulares enviadas.


À tarde, depois de ter recebido mais de 15 telefonemas de policiais perguntando sobre o assunto, o presidente da Ascom/PE enviou um ofício cobrando explicações do chefe de Polícia Civil do Estado, Manoel Carneiro. “Se não obtiver nenhum esclarecimento, procurarei o secretário Servilho Paiva (Defesa Social) e o Tribunal Regional Eleitoral”, avisou George Neves.


“O servidor público, além de policial, é um cidadão brasileiro que tem direitos constitucionais e ao exercer esse direito, pode, de acordo com a Carta Magna, exercer seus direitos políticos. Como entender, então, que a delegada que assinou a referida Circular Interna venha solicitar que os delegados sigam de encontro aos direitos constitucionais dos cidadãos policiais?”, questionou George Neves, no ofício.


O diretor-geral de Operações da Polícia Civil, Osvaldo Morais, reconheceu, ontem, que o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri) errou em solicitar das delegacias vinculadas o envio dos nomes dos candidatos e dos partidos nos quais os cerca de 160 policiais lotados nas seccionais pretendem votar. O diretor-geral assegurou que a Circular Interna (CI) será suspensa hoje e botou a culpa pelo equívoco na delegada Pollyana Ferreira de Lima Barros, chefe do Núcleo de Inteligência do Depatri, que assinou o documento. “É uma delegada inexperiente, que acabou metendo os ‘pés pelas mãos’”, lamentou.


De acordo com Osvaldo Morais, Pollyana Barros agiu por conta própria sem consultar seus superiores. Os dois se reuniram durante boa parte da tarde de ontem para tratar do assunto, depois que a reportagem contactou a Secretaria de Defesa Social (SDS) para saber se a circular seria estendida às outras delegacias de Polícia. “A delegada agiu por conta própria porque queria se antecipar e fazer seu planejamento. Não queremos que os policiais informem em quem eles votarão”, garantiu Osvaldo Morais.


Questionado quando a Polícia Civil vai requisitar das delegacias as listas dos policiais que serão candidatos - procedimento padrão em todo ano eleitoral -, o diretor-geral afirmou que “ainda é cedo” para tomar tal atitude. “Isso só deve acontecer perto do início do período de campanha (em julho)”, salientou Morais.

A reportagem tentou entrar em contato com a delegada Pollyana Ferreira de Lima Barros, mas ela não foi encontrada.

Fonte: Pebodycount http://pebodycount.com.br/post/comentarios.php?post=1138#ancora

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questão delicada
Deve ser permitido um parlamentar ser delegado?


Hoje o blog parceiro PEBodyCount colocou um post interessante, sobre uma circular emitida pela Chefe do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, perguntando se alguém seria candidato, e se pretendia apoiar algum candidato.

Eu entendi a circular da delegada muito mais como zelo pelo setor que comanda do que por “curiosidade política”. Talvez ela não quisesse colocar lá alguém com ligações políticas partidárias, o que me parece correto em um primeiro momento.

Indo além das questiúnculas jurídicas, seria bom refletirmos um pouco sobre o tema.

Nas eleições para vereador, por exemplo, é comum a participação com vitória eleitoral de delegados, que depois de eleitos continuam gerenciando alguma delegacia importante.

O blog questionou o fato do direito ao voto, mas as perguntas devem ser outras: será que é correto delegados e policiais participarem do processo eleitoral? Será que não deveriam ser proibidos por lei, assim como os juízes?

Muito antes do direito ao voto ou a participação política de algumas categorias está o direito a vida e a segurança das pessoas. Politizar a polícia civil é um passo para trás.

Veja a seguinte situação: um candidato, delegado de um bairro populoso, se elege deputado. Ao mesmo tempo ele vira deputado e delegado. Será que não são funções incompatíveis? Como pode ele ser subordinado ao Secretário de Segurança e fiscalizador do Executivo?

Eu acredito que sim. Não cabe a um delegado em uma função na ativa fazer política, especialmente aqueles que lidam diretamente com as pessoas. A partir do momento que este se elege, deveria se afastar da polícia temporariamente, e depois, caso resolva, voltar às suas atividades policiais.

O que vocês acham?

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* Post publicado originalmente às 23h50 de ontem.

Autor: Pierre Lucena - 22/01/10 às 8:00 - Enviar por email - Imprimir

10 comentários para 'Deve ser permitido um parlamentar ser delegado?'

Mello disse:
22/01/2010 às 0:28
Concordo.

Existe uma intersecção entre poderes. O legislativo e o Executivo, ao qual como subordinado a este último, esse servidor se encontra.

Como separar o Parlamentar do Delegado (ou Soldado). Até onde vai a atuação??
Ao se responder a um superior, quem vai atua?? O parlamentar, que não pode ser calado?? Ou o subordinado, que deve obedecer???

E ao término do mandato, no caso de soldado, como evitar retaliações se superiores “ultrajados”??

Situação bastante difícil.

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Carlos Carrilho disse:
22/01/2010 às 1:16
Concordo plenamente. Mas creio que deputado não possa. Apenas vereador.

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Jota disse:
22/01/2010 às 4:31
E militar? Infelizmente, temos um milico da dita”branda” que é, hoje, Ministro da Justiça(!!!), só para afagar o PMDB, mas que não esquece suas raízes nem seu comportamento como ex-presidente do STF(!!!). Acho que ele já deveria ter sido defenestrado do cargo pelo Presidente Lula, por apresentar a mesma patologia de outros ex-”colaboradores” do atual governo federal e seus antigos apoiadores: o de desqualificar debates, tentar impor seus pontos de vista na marra e manter o País amarrado a interesses dissimulados, MUITO dissimulados.

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Danilo disse:
22/01/2010 às 5:14
E delegado da PF, como “Protó”, o queridinho do AC, pode? ehehehehe

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Alexsandro disse:
22/01/2010 às 6:09
Com juízes, que não podem, vemos o que vemos!

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Zeka Lima disse:
22/01/2010 às 8:01
É prejudicial esse acúmulo de funções. Em Pernambuco ainda existem os votos de cabresto (pela força) e os currais eleitorais (R$), e o uso do cargo de policial é bastante conveniente para o primeiro caso. Além de alguns favores que o cargo de polcial permite. “Vista grossa”, proteção, ameaça e etc. são alguns exemplos clássicos de práticas desse tipo político.

Na Câmara Municipal do Recife temos um Vereador que é policial e responde processo penal por se envolver com quadrilhas de roubo de carga.

Fiz campanha para um Vereador no Recife (perdeu) e esbarrei por várias vezes com um outro candidato (também derrotado) que era policial, e não tinha vergonha nenhuma de dizer que em determinados locais, se não tivesse uma quantidade X de votos “o bixo ia pegar”. Fazia reuniões “tocando o terror”, para obrigar o pessoal a dar resultado.

Não vou citar os nomes por motivo de segurança.

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Laís Carla disse:
22/01/2010 às 9:26
Concordo com o Zeka Lima. Não acho correto policiais ou delegados acumularem funções. Isso seria uma colaboração para o voto de cabresto. Não é difícil nóticias de abusos da polícia exercendo suas funções. Seria pior se envolvessem interesses políticos.

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Marco Bahé disse:
22/01/2010 às 9:50
Para os policiais militares a regra é diferente. Se o sujeito se eleger a qualquer cargo parlamentar é automaticamente colocado na reserva na hora da diplomação. Isso, às vezes, é prejudicial à carreira dele, pois ele vai para a reserva ganhando proporcionalmente ao tempo de ativa. Ou seja, se não se reeleger, fica no limbo.

Talvez, seja por isso que há tantos candidatos e tantos eleitos na polícia civil (com pouco mais de 5 mil membros) e tão poucos na PM (com mais de 20 mil de efetivo, só na ativa).

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Marco Bahé disse:
22/01/2010 às 9:52
Ah, e nem assim a PM é menos partidarizada que a Civil.

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Gabriel Leitão disse:
22/01/2010 às 10:40
Concordo. A PC deveria seguir os moldes usados na PM.

http://acertodecontas.blog.br/politica/deve-ser-permitido-ao-policial-ser-candidato/#comments

PEC propõe a unificação das polícias civil e militar. Corporações seriam transformadas em uma nova polícia desmilitarizada

O Deputado Federal Capitão Assumção está certíssimo ele disse: "Sou a favor da unificação em uma única polícia Civil, desmilitarizada e de ciclo completo. Não pode mais existir um trabalho dicotômico. O policial que atende na rua deve ser o mesmo que vai até o final para resolver o problema",

OBSERVAÇÃO:  O restante defende interesse corporativista.

Edgar Lisboa e Pedro Amorim, do Jornal do Comércio

Uma das prioridades para o ano que se inicia é o reestudo da situação das polícias Militar e Civil nos diversos estados brasileiros. Em praticamente todo o território nacional nos deparamos com policiais mal remunerados, polícias desequipadas e desvalorizadas que "agonizam com absoluta falta de condições para o efetivo combate à criminalidade".

"Somadas a esses fatores, ainda verificamos a sobreposição de atuação, duplicidade de estrutura física e uma verdadeira desorganização no que concerne ao emprego da força de cada uma das instituições, em face de comandos distintos que, muitas das vezes, ao invés do trabalho integrado, acabam por disputar espaço", justifica o deputado Celso Russomanno (PP-SP), autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 430/09. O propósito do projeto é unificar as polícias Civil e Militar.


•Acompanhe o andamento da PEC


A proposta está tramitando na Câmara dos Deputados e tem como objetivo desconstituir as polícias Civil e Militar dos estados e do Distrito Federal e transformá-las em uma nova polícia desmilitarizada e subordinada diretamente ao governador de cada estado (o comando será único em cada ente federativo) que nomeará o dirigente para mandato de dois anos, após a aprovação pela respectiva Câmara ou Assembleia Legislativa.

Quanto ao corpo de bombeiros, a proposta também pretende desmilitarizar nos lugares onde, ainda, está integrado às polícias militares.

Cabe ressaltar que, pelo projeto, nenhum dos integrantes das atuais polícias civis, militares ou corpo de bombeiros sofrerão qualquer tipo de prejuízo remuneratório ou funcional.

Russomanno salienta que existem dissonâncias entre as polícias tanto por falta de comunicação, planejamento ou comando único na execução de ações, quanto pela duplicidade de estruturas físicas e de equipamentos.

"Fatores que demandam custeio e investimento dobrados, se refletindo em verdadeiro desperdício de dinheiro público, em especial em uma área tão carente de recursos como é a segurança pública", aponta.

Ao longo deste semestre será criado um grupo especial na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) para apreciação da matéria. O relator é o deputado gaúcho Mendes Ribeiro Filho (PMDB) que já deu voto favorável ao projeto e destaca que essa nova polícia "tem várias funções, mas ela é única. É a integração não no discurso, mas na prática".


Proposta repercute entre parlamentares federais
Delegado de polícia nos anos de 1991 e 1992, o deputado João Campos (PSDB-GO) analisa os prós e os contras da Polícia Única. Segundo Campos, a vantagem seria a unificação do planejamento, do comando, da estrutura, das diretrizes e da formação.

Entretanto, as desvantagens passam por um menor controle uma vez que grandes estruturas dificultam os mecanismos de acompanhamento tanto por parte da gestão quanto da operacionalidade. Além disso, cita que o Estado ficaria quase refém dessa única força pelo seu gigante aparato sindical, e a sociedade, diante de uma greve policial, ficaria desprotegida, já que não contaria com a cobertura de outras polícias.

"Em qualquer sistema, seja com Polícia Única ou com diversas polícias, o ponto crucial é a ausência de financiamento definido e investimentos constantes, além de boa gestão. Na verdade, é isso que falta ao nosso sistema policial e não a mudança do sistema", analisa João Campos.

"Quer minha opinião? Sou contra", diz o deputado e militar Jair Bolsonaro (PP-RJ) sobre a Polícia Única. Ele também aponta para o fator da greve e cita o exemplo da Polícia Civil do Distrito Federal, que ficou paralisada de 4 a 18 de dezembro. "Se fosse uma Polícia Única estaria todo mundo em greve", declara.

O deputado não acredita na melhoria da área de segurança depois da PEC. "Essa ideia de achar que desmilitarizando se vai melhorar a segurança pública é apenas discurso", ironiza.

Para o deputado Paes de Lira (PTC-SP), coronel da Polícia Militar de São Paulo, o Brasil é o único país do mundo que tem duas "meias polícias". O deputado explica que isso é um resquício do governo militar. "A Polícia Militar previne e a Polícia Civil reprime. Temos duas meias que não atuam por inteiro", sustenta.

O deputado é contra a PEC, pois entende que é preciso agregar o ciclo de atuação das polícias Civil e Militar e não unificá-las criando uma "Super Polícia". "Na França existem duas polícias: uma militar e outra civil, ambas com competência preventiva e repressiva", exemplifica.

O deputado Capitão Assumção (PSB-ES) ressalta que o cidadão não sabe por qual polícia é atendido nas ruas. Quando termina a primeira ocorrência, o indivíduo pensa que o trabalho vai ser continuado pela Polícia Militar (ostensiva), mas é passado para a Polícia Civil (judiciária), causando uma interrupção na ação. "Sou a favor da unificação em uma única polícia Civil, desmilitarizada e de ciclo completo. Não pode mais existir um trabalho dicotômico. O policial que atende na rua deve ser o mesmo que vai até o final para resolver o problema", afirma.

O deputado revela que existe uma rixa entre as polícias Civil e Militar. "Há uma tensão entre a polícia ostensiva e a judiciária. Se acabaria com isso no momento em que fossem uma única". Para ele, os policiais desmilitarizados seriam gerenciadores de conflito que poderiam participar das investigações criminais existindo uma mesma polícia. "Isso ajudaria a fortalecer a resolução dos conflitos", conclui.

O delegado e deputado Laerte Bessa (PSC-DF) entende que o assunto é de grande complexidade e que deverá ser enfrentado. "Para se chegar à Polícia Única, a exemplo de outros países, serão necessárias exaustivas negociações e um amplo período de transição, de modo a não ferir os direitos adquiridos das partes envolvidas", pondera.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=17887&codp=25&codni=3

Associação de Cabos e Soldados Lança seu candidato a Deputado Federal.

Antendendo a proposta de várias entidades militares de todo o país que decidiram que todos os Estados terão de ter candidato a Deputado Federal, para chegarmos em Brasília com 27 deputados Federais PMs ou BMs para defender vários projetos do interesse de tropa como PECs, PL, PLN e etc. A Associção dos Cabos e Soldados lançou a candidatura do seu Cordenador Geral Cb Renilson Bezerra a uma vaga na Câmara Federal. Mas notícias a posteriores.

Oficiais da PM criticam reajuste salarial do Bope

Rio - O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho, publicou hoje, no Diário Oficial, o reajuste da gratificação concedida aos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, que passou de R$ 1 mil para R$ 1,5 mil. Até 2009, o benefício era de R$ 500.

O aumento causou insatisfação entre os oficiais da Polícia Militar. Eles alegam que um cabo da unidade, cujo salário inicial é de R$ 1.369,73, passará a ter vencimentos mais altos do que um 1º tenente que não pertence à "tropa de elite" e recebe R$ 2,530,02.

"É de uma imoralidade sem parâmetros. Trata-se de uma subversão dos valores hierárquicos da instituição, além de discriminatório com pensionistas e inativos que não recebem o benefício", disse o coronel da Polícia Militar Paulo Ricardo Paúl. Ele disse estuda entrar na Justiça para receber o benefício por discordar sobre os critérios na concessão da gratificação.

O Governo do Rio adotou o sistema de gratificações para compensar os vencimentos da PM do Rio, um dos mais baixos do país. Todos os policiais aptos ao patrulhamento passaram a ganhar R$ 350. Os policiais que integram as Unidades de Polícia Pacificadora e aqueles que dão aulas no Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) também ganham mais R$ 500 no contracheque.

O governador Sérgio Cabral já anunciou que tenta obter junto ao Governo Federal recursos para pagar aos policiais e bombeiros uma bolsa olímpica para os jogos de 2016.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2010/01/18/oficiais-da-pm-criticam-reajuste-salarial-do-bope.jhtm