quarta-feira, 2 de setembro de 2015
PMPE: Elemento rouba um carro em Orocó, assaltam um mercadinho em Salgueiro fogem dando disparo de armas de fogo e se deparam com uma viatura do GATI de Cabrobo, resultado um morto e um ex presidiário solto naquele dia baleado e preso e o dinheiro do assalto ao mercadinho recuperado.
Dois elementos numa moto tentaram assaltar uma jovem em uma rua, só que ele não sabia que Monique Bastos é lutadora de MMA! Ela puxou o elemento de cima da moto deu uma chave no cara chamada triangulo no Jiu Jitsu e o rendeu, e disse que soltaria quando o sino batesse, ou melhor, quando a PM chegasse! E assim o fez, o fato aconteceu no Estado do Maranhão, o ladrão gritava socorro Jesus, chame a Polícia pai. O ruim da historia é que o outro ladrão fugiu e levou o celular de Monique! Veja o vídeo.
PMPE: ROCAM detém 5 elementos com mais de 7 Kg de maconha.
PMPE: ROCAM prende suspeito com chinerai roubada! O acusado foi levado à Central de Plantões - CP, para os procedimentos cabíveis.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Justiça autoriza bancos a não abrirem por falta de policiamento por causa do aquartelamento da PM no RS.
Justiça autoriza bancos a não abrirem por falta de policiamento - Zero Hora

Os bancos podem não abrir as portas a partir de quarta-feira no Rio Grande do Sul. A autorização foi dada na noite desta terça pelo desembargador federal do Trabalho do Tribunal de Justiça do Trabalho 4ª Região (TRT4), Marcelo José Ferlin D’Ambroso, atendendo a mandado de segurança impetrado pelo sindicato dos bancários (SindBancários) e pela federação ligada aos trabalhadores de bancos (Fetrafi-RS), que alegaram falta de policiamento devido à greve dos servidores públicos estaduais.
Desde o início da manhã, parte dos policiais militares iniciou um aquartelamento, deixando de fazer o policiamento ostensivo. Na Capital, três dos seis batalhões da Brigada Militar chegaram a ser bloqueados por PMs grevistas e mulheres de policiais.
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— Não há condições de abrir as agências nos próximos dias. A Justiça agiu com cautela, com responsabilidade e protegeu trabalhadores, como os bancários e bancárias, que já estão expostos à violência e muito vulneráveis em dias em que há policiamento ostensivo. Sem garantias de segurança, não há condições de trabalho — avaliou o presidente do SindBancários, Everton Gimenis.
Na decisão, o desembargador também mandou oficiar o governador José Ivo Sartori e o Ministério da Justiça para que avaliem a possibilidade de pedir a utilização da Força Nacional para suprir a falta de policiais nas ruas.
A possibilidade de acionar reforço havia sido descartada, por ora, pela Brigada Militar, sob a justificativa de que há efetivo suficiente. Nesta terça, o comandante-geral da BM, coronel Alfeu Freitas, disse que 90% dos PMs que entraram nos quartéis saíram para trabalhar.
O sindicato também confirma que outras duas liminares haviam sido negadas anteriormente pela Justiça, porque os juízes entenderam que havia policiamento. No entanto, desta vez, por conta das notícias desta terça-feira, o desembargador entendeu que trabalhadores e clientes poderiam estar vulneráveis com redução do policiamento.
Pernambuco: jornal do commercio diz: Pressão pode criar novos "Flávios"
Pressão pode criar novos "Flávios"
Estresse da profissão de policial pode turbinar problemas psicológicos
Publicado em
Bobby Fabisak/JC Imagem
Entre os pouco mais de 20 mil servidores da Polícia Militar de Pernambuco, há outros Flávio Oliveira em potencial. O soldado, que matou um colega – o cabo Adriano Silva, de 41 anos – dentro de uma viatura da corporação em plena manhã de domingo e por conta de uma discussão banal, corresponde a um estereótipo descrito com frequência pelos militares: o de policial esgotado, com claros sinais de problemas psicológicos, e mesmo assim colocado nas ruas. Armado.
Nos últimos três anos, 74 policiais foram afastados da corporação por problemas psicológicos, que vão de depressão, ansiedade e abuso de drogas, como o álcool. O soldado Flávio chegou a ser atendido, entre os anos de 2012 e 2013, no Núcleo de Apoio a Dependentes Químicos (Nadeq) da PM por causa de problemas com bebida. Era, nas palavras de colegas, explosivo e imprevisível. “Uma vez, só para mostrar que a arma dele estava travada, colocou na própria cabeça e ficou apertando o gatilho. Isso é contra qualquer procedimento, é muito perigoso”, conta um policial do 19º Batalhão, em Boa Viagem, onde o soldado serviu por quase quatro anos, entre 2011 e 2015. “Ele é torcedor doente do Sport. Qualquer discussão sobre futebol com colegas que torciam para outros clubes era motivo para brigas sérias, o pessoal ficava assustado”, revela um outro praça do mesmo batalhão.
Na única entrevista que concedeu antes de ser recolhido ao Centro de Reeducação da PM, em Paulista, no Grande Recife, à TV Jorna, Flávio Oliveira alegou ter sofrido um surto psicótico. “Não lembro do que fiz. Só lembro que ele (Adriano) gritou para eu calar a boca. Ele disse que negros não deveriam entrar na universidade se não fosse fazendo provas. Estou arrependido, ele deixou um filho. Mas agora não tem mais jeito”.
Os problemas psicológicos dos policiais são potencializados por uma rotina onde o risco é constante e as condições de trabalho nem sempre são as ideais. Longe dos olhos da sociedade, o resultado desse coquetel explosivo às vezes nem chega aos divãs da corporação. “A Polícia se preocupa em cuidar dos outros, enquanto ela está doente. Temos policiais que abusam de álcool, maconha e até crack. O que os serviço de acompanhamento estão fazendo a respeito?”, questiona um policial que trabalhou no Centro de Assistência Social (CAS) da polícia. A reportagem visitou as sedes do CAS e do Nadeq, ambas no bairro do Derby, área central da cidade, mas foi informada de que só poderia conversar com a assessoria de Comunicação da corporação.
“Falta acompanhamento psicológico”, explica o presidente da Associação dos Praças de Pernambuco (Aspra), José Roberto Vieira. O presidente da Associação de Cabos e Soldados, Alberisson Carlos faz coro. “As pessoas que deram o laudo permitindo que o soldado voltasse às ruas erraram feio, e o erro custou uma vida”. O comandante da Polícia Militar, coronel Antônio Pereira Neto, afirma que Flávio foi liberado por uma junta médica. “Não cabe a nós duvidar do que eles disseram”.
ACS-PE dá entrada em três petições no Ministério Público com os seguintes pedidos: ilegalidade do Comando de guarnição por Cabos e Soldados, ilegalidade da custódia de presos por Policiais Militares, ilegalidade do Patrulhamento unipessoal. Veja o documento da entrada.
ACS-PE através do seu coordenador geral Albérisson Carlos e sua diretoria deram entrada na tarde de hoje 31/08/15, em uma documentação junto ao Ministério Público Estadual, com uma Petição com os seguintes temas:
A) Da ilegalidade do Comando de guarnição por Cabos e Soldados;
B) Da ilegalidade da custódia de presos por Policiais Militares;
C) Da ilegalidade do Patrulhamento unipessoal.
Portanto aguardamos a análise dos pedidos acima citados.
http://www.acspe.com.br/site/acs-pe-entra-com-pedido-no-ministerio-publico-para-que-policiais-militares-nao-tirem-mais-custodia-de-presos/









