Informação policial e Bombeiro Militar

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

PM usava farda e viatura para vender droga em sorveteria, diz polícia no AM


'Operação Iglu' realizou investigações durante quatro meses. Denúncias anônimas e escutas telefônicas levaram à prisão de suspeitos.Amazonas
Sorveteria era utilizada como ponto de venda de drogas, diz polícia (Foto: Reprodução/TVAM)
Após quatro meses de investigações realizadas pela 'Operação Iglu', um cabo da Polícia Militar do Amazonas, de 44 anos, foi preso suspeito de comandar um esquema de tráfico de drogas em Manaus . De acordo com o delegado titular do 18º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Ivo Martins, a venda de drogas era realizada dentro de uma sorveteria, no bairro Novo Israel, Zona Norte da capital. Ainda segundo o delegado, o infrator usava viatura e farda da PM para facilitar a atividade ilegal. Uma vizinha do cabo, de 31 anos, também foi presa.

A Operação Iglu é resultado de uma ação conjunta entre policiais civis do 18º DIP, o grupo Fera, e a Força-Tarefa. A operação foi deflagrada por volta das 16h deste quarta (31) para cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos.
Após quatro meses de investigações baseadas em denúncias anônimas e escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, os policiais conseguiram abordar os suspeitos e identificar a atividade criminosa na sorveteria. Segundo o delegado, foi constatado que no local funcionava um laboratório para o preparo de entorpecentes.

O delegado Ivo Martins informou que o cabo estava lotado na 6ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Ainda segundo o delegado, o policial utilizava o fardamento da Polícia Militar e viaturas para a atividade de tráfico.
"As denúncias dão conta de que ele usava farda da polícia e as viaturas da PM para traficar. Isso, inclusive, facilitava a ação deles. Esse policial preso chegou, inclusive, a trabalhar no 18º DIP. Ele já estava no tráfico há, pelo menos, dois anos. Não descartamos o envolvimento de mais policiais no caso", disse.

Na casa da vizinha e na residência do cabo, foram apreendidas balanças, uma pistola PT40, uma espingarda calibre 28, ambas do policial, além de 400 trouxas de pasta base, oxi e maconha. A Polícia também apreendeu um carro modelo Fiat Strada, celulares, câmeras, relógios e duas TVs.
O cabo foi autuado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo. Ele foi conduzido para o Batalhão de Guarda da PM, no Monte das Oliveiras, na Zona Norte. A vizinha dele presa na operação também vai responder processo por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ela será encaminhada para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, no centro da capital.

Soldados fazem segurança particular e até constroem casa de comandante da Brigada Militar RS


Comando metropolitano da Briga está investigando o caso há cerca de duas semanas
  • Do R7, com Fala Brasil
Imagens flagram motos da Brigada entrarem no clube particularReprodução/ Rede Record
Um comandante da Brigada Militar de Gravataí, no Rio Grande do Sul, é acusado de usar viaturas e o serviço de soldados em benefício próprio. Os carros da corporação foram flagrados fazendo a segurança do clube particular onde o oficial é presidente.
Segundo um dos agentes, até a casa onde o comandante mora foi construída por soldados e tudo pago com o dinheiro público. O homem disse ainda que a permanência dos profissionais na Brigada Militar depende de bons serviços prestados no clube.
O comando metropolitano da Briga Militar está investigando o caso há cerca de duas semanas. A corrgedoria já foi acionada e deve apurar os fatos.

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Assista ao vídeo:

Polícia investiga rap com ameaças contra policiais do Piauí.


Polícia investiga rap com ameaças contra policiais do Rone no Piauí
Os autores do rap chamam os policiais do Rone de 'marginais fardados'. Polícia Civil investiga a autoria da música e já tem dois suspeitos.
Fábio Abreu, comandante do Rone, fala sobre as ameaças feitas em música (Foto: Catarina Costa/G1)
A Polícia Civil do Piauí abrirá um inquérito para investigar autores de um vídeo que foi publicado na internet com um rap fazendo apologia ao crime e ameaças diretas ao comandante da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone), capitão Fábio Abreu e a outros policiais. O aúdio com a música foi publicado e compartilhado em uma rede social. Os autores do rap chamam os policiais de 'marginais fardados'.
Um dos trechos da música diz: ‘eu não tenho medo do Avelar, eu não tenho medo do Fábio Abreu. Eu não vou andar com medo. Podem querer calar a minha boca, mas não meu coração’. Outro trecho deixa clara a ameaça aos policiais do Rone: ‘Vocês sabem que uma vida custa caro e é bom pensar na vida de vocês, porque qualquer vacilo pode ser baby. O dia de vocês está chegando’ .
De acordo com o capitão Fábio Abreu, a polícia já identificou dois suspeitos, que seriam irmãos e que já têm passagem por porte ilegal de armas.  A dupla apontada pelo comandante teria sido presa na semana passada na Zona Sul de Teresina .
“Essas pessoas ao serem levadas para a Central de Flagrantes estavam cantando esse mesmo rap. Eles têm um familiar envolvido com o tráfico de drogas e por esta razão teriam feito essa música como forma de afrontar o nosso trabalho”, disse Fábio Abreu.
O rap feito pelos criminosos encerra com a seguinte frase: ‘Somos seres humanos falhos, mas aí estamos aqui para bater de frente com vocês. Tá ligado?’.

O comandante do Rone disse ainda que fará um boletim de ocorrência junto com o outro policial ameaçado. “Esta não é a primeira vez que somos alvos de ameaça por parte dos criminosos. Eles se sentem ameaçados pelo nosso trabalho e fazem esse tipo de coisa através das redes sociais. Vamos pedir mais segurança porque essa é uma ameaça direta”, disse.


OUÇA A MUSICA CLICANDO AQUI

Tarso pra quem não sabe é o ex-ministro da justiça do Governo Lula e atual Governador do Rio Grande do Sul.


Alô Tarso!



Data:1/ago/2013, 8h34min

Fonte: Sul 21



Aqui quem fala é João Hermínio Marques, presidente da Frente Nacional dos Torcedores. Nosso movimento, por óbvio, além de lutar por um futebol justo, democrático e popular, ou seja, contra a máfia da bola e por mais democracia nas instâncias decisórias do esporte, que outrora já foi do povo (e que queremos retomar), luta, também, pela defesa dos direitos e interesses dos torcedores. Nesse sentido, mais do que clara a nossa preocupação pelo assunto da segurança pública nos jogos.
Não é a primeira vez, mas espero seja última a falar contigo sobre abuso policial, truculência e despreparo da Brigada Militar. Evidentemente que gostaria nunca mais escutar, ver, presenciar ou ler sobre episódios de abuso policial no cotidiano social, especialmente nas vilas e favelas onde esses horrendos casos são mais recorrentes. Contudo, considerando minha posição de representante da arquibancada, admito que já esboce um sorriso caso de fato o acontecimento de domingo na Arena do Grêmio, momentos antes da partida entre Grêmio e Fluminense, válida pelo campeonato brasileiro, seja o derradeiro caso de abuso policial em jogo de futebol no Rio Grande do Sul, para que então, nossa legítima pauta reivindicatória seja atendida por definitivo.
Os torcedores já estão cansados do estado de exceção imposto nos estádios do Rio Grande do Sul. Sem entrar no embate sobre o estatuto do torcedor, haja vista que lutamos por profundas reformas no referido diploma legal, ficamos atentos somente aos desvios comportamentais, eufemisticamente (claro), da tropa comandada pelo senhor. Certa vez escutei pessoalmente do Coronel Fábio Duarte acerca do desejo governamental pela retirada da Brigada Militar nos estádios. Certa vez escutei o senhor falar sobre a instalação da tal “Câmara de justiça restaurativa. Até hoje esperamos boa conduta dos comandados do Coronel, bem como esperamos ansiosamente esse tal fórum de denúncias e resoluções justas e céleres do Governo para os casos de abusos policiais.
Enquanto nada disso acontece, seguimos na prática uma relação de tensão em dia jogo de futebol. Inaceitavelmente, o que era pra ser lazer do trabalhador tornou-se espaço para descarrego das raivas e iras de seus comandados. Além disso, percebe-se claramente que as tropas escaladas para os jogos estão cada vez mais submissas às vontades e interesses dos empresários que comandam os estádios. E, na busca da elitização e da teatralização das novas arenas, os empresários pedem uma postura ostensiva e agressiva às tropas no sentido de sufocar as torcidas, asfixiando a cultura torcedora, matando o último suspiro do verdadeiro futebol dentro dos pós-modernos teatros de elite. Ilegais regulamentações do estatuto do torcedor são feitas pelo policiamento da capital, o tempo inteiro, criando invencionices tais como proibir uso de muletas e proporcionalizar quantidade de materiais festivos pelo número de cadastrados de cada torcida, coisas que não estão na lei. Mas, nos estádios gaúchos, a lei quem faz é a Brigada. Não por acaso acreditamos que seus comandados agem na defesa de interesses da máfia do futebol, e assim, estão fragilizando ainda mais seu governo.
Para seguir nas ações persecutórias contra as torcidas, vale tudo! Vale, inclusive, contrariando o estado democrático de direito, praticar o nazista direito penal do inimigo! Vale sair imputando nos torcedores a contravenção penal de conduta inconveniente, ignorando totalmente a inconstitucionalidade flagrante da lei de contravenção penal. Aliás, saber a inconstitucionalidade, talvez saibam, mas forçar a barra somente para gerar conflito, irritabilidade e dor de cabeça nos torcedores, é a vontade da polícia militar. O senhor, como advogado, não poderia prontamente ensinar os brigadianos de inteligência escassa, ao menos informando a origem ditatorial varguista da lei de contravenções penais?
Pois, inexiste conduta inconveniente maior do que a ação despreparada de vossos comandados. Inexiste conduta inconveniente maior do que a perceptível inabilidade dos comandantes da BM para, obviamente, comandar a tropa militar insubordinada, patológica e sem rumo. Os policias militares parecem ser treinados para uma permanente guerra, que na doentia teoria de suas formações, seria guerra contra o crime, porém na prática cotidiana vira guerra contra o povo. É de vexatória incompetência o governo petista não conseguir mudar a doutrina direitosa, conservadora e fascistóideque determina a linha política da Brigada Militar. Destarte, nesse aspecto não há distinção entre o governador, militante da democracia nos tempos de chumbo, da senhora neoliberal (projetinho fracassado de Margaret Thatcher dos pampas) e de tantos outros governadores da assumida direita. Não há distinção nesse aspecto. Caro governador, reflita sobre isso!
A desmilitarização da Brigada Militar não é bandeira surreal militantesca, ao contrário, é uma orientação acertada para desmantelar a podridão militarista no seio da segurança pública. A segurança pública deve ser formada e pensada para a proteção humana e para a cidadania, não para a guerra. De militar já basta o exército. Todavia, pede-se aqui algo menor, e algo extremamente possível e imediato: a retirada da Brigada Militar dos estádios gaúchos.

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Diante do cenário de turbulência, considerando que futebol seja um lazer, considerando o histórico de atrocidades e incompetência da Brigada Militar e de seus comandantes, e igualmente, levando em consideração a vontade do Comandante Geral da Brigada Militar, tem-se imperiosa a imediata retirada da Brigada Militar dos estádios de futebol do Rio Grande do Sul. Motivo justo não falta para tomar essa decisão, afinal, basta lembrar que os jogos de futebol são eventos privados, ora exercidos por clubes que são associações privadas, ora jogados em estádios que são ambientes privados, com lucros altos em decorrência de ingressos, infelizmente, abusivos. Por que manter a segurança pública? Por que os organizadores não realizam sua própria segurança? Sabemos que os clubes, por razões econômicas, devem chorar. Mas, antes a corja de cartolas que não presta conta, que não tem qualquer transparência, chorando por migalhas, do que as mães de torcedores chorando.
Mais fácil cobrar providências no clube contra seguranças abusados e despreparados do que cobrar do governo, de corregedorias extremamente corporativistas, de secretários covardes que não conseguem derrotar a hegemonia direitosa, o despreparo fascista e o culto à violência bélica, que claramente pautam a linha política da Brigada Militar desde muito.
Antes de desligar a ligação, gostaria de exigir uma audiência pública com todos os envolvidos para cuidar do tema. Da mesma maneira, exigimos uma apuração transparente, sem vícios corporativistas, acerca do ocorrido, com justa punição para os envolvidos. Por tudo, é urgente a queda do seu Vieira, ora Major do Batalhão de Operações Especiais (quanta especialização…), devido sua absoluta incompetência e baixa capacidade cognitiva. Igualmente, já passou da hora para a segurança pública de seu governo, a mesma que “visa proteger a vida humana (segundo o senhor), agir com proatividade, identificando, em costura, todas as fardas de todos os policiais militares, para que não mais ocorram domingos quase sangrentos, como o último, quando todos os policiais envolvidos não estavam identificados. O que é pior: manifestante com máscara ou policial sem identificação?
Passar bem Tarso! Passar bem, porque eu e toda a arquibancada gaúcha não estamos nada bem! Esperamos retorno positivo. Enquanto isso, vamos lutando para mudar o estatuto do torcedor e criar uma nova lei contra abuso policial. Não furtaremos da luta social para que o futebol possa respirar mais democracia, e menos restos mortais da ditadura, afinal Marin e Brigada Militar são verdadeiras cinzas dos anos de chumbo. Precisamos acabar com esses resquícios! O futebol precisa respirar democracia.
Aliás, por favor, o senhor permitirá que durante seu Governo aconteça o primeiro Grenal de torcida única, em plena demonstração de fracasso da cidadania diante da violência forjada e provocada por sua polícia? Esperamos que o senhor não permita essa crueldade com a história do futebol gaúcho. (*)
E, se nada mudar, aviso: ninguém vai nos segurar! Nem a BM!
Total solidariedade ao Gaúcho da Geral (torcedor Juliano Franczak, que não possui qualquer condenação criminal, tendo notório comportamento festivo, e sendo nacionalmente conhecido como ícone gremista e bairrista. Inaceitavelmente tem sofrido perseguição de Bandidos Militares)!
Pela célere apuração e punição dos brigadianos envolvidos!
Pela queda do seu Vieira, ora Major!
Pela identificação policial costurada em todas as fardas!
Pela retirada da Brigada Militar dos estádios!
Fora BM truculenta!
(*) Texto escrito antes da decisão desta quata-feira (31/07), que permitiu o ingresso de 1500 torcedores do Inter na Arena Tricolor.
João Hermínio Marques é presidente da Frente Nacional dos Torcedores, advogado e aventureiro em blog (http://enfrentandobatalhoes.blogspot.com.br/)

Cabos e soldados debatem PEC 300 nesta sexta-feira


Cassilândia Jornal  
A ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) realiza, na próxima sexta-feira (2), uma reunião com policiais militares, bombeiros e policiais civis para tratar sobre a PEC 300, proposta que cria um piso salarial nacional para os servidores da segurança pública em todo o Brasil. A audiência acontece na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), a partir das 16h.

Segundo Edmar Soares da Silva, presidente da entidade, o objetivo do encontro é discutir as estratégias de mobilização que serão adotadas antes e durante o ato que será realizado nos dias 20 e 21 de agosto, em Brasília (DF). Na ocasião, trabalhadores da segurança pública de todo o País devem marchar na capital federal para pressionar a Câmara dos Deputados a colocar em pauta a proposta, que segue emperrada desde 2010, quando foi aprovada em primeiro turno.

No início do mês, membros da ACS foram até Brasília para tentar apressar o trâmite da PEC 300. No entanto, alguns líderes de partidos se recusaram a assinar o requerimento que pedia a colocação da proposta em pauta, caso do deputado José Guimarães (CE), líder do PT na Câmara. Durante a viagem, os militares se reuniram com os deputados sul-mato-grossenses Fábio Trad e Marçal Filho, ambos do PMDB. 

O primeiro fez um compromisso, registrado em vídeo, de empenho em prol da PEC 300. Já o segundo protocolou um requerimento na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara para conseguir uma audiência pública que debatesse a proposta.

“Estamos acompanhando diversos protestos pelo País afora, o que deu origem a algumas medidas a serem implantadas pelo Governo Federal. No entanto, não foi observada nenhuma medida que venha atender a área de segurança pública. Temos pelo menos dois assuntos em andamento no Congresso que são de suma importância, entretanto, o Governo Federal sempre virou as costas e impediu a votação”, disse Edmar, referindo-se às PECs 300 e 24.

Fonte: Assessoria/VS

PEC 300: O Sargento está falando com você que fica em casa mesmo estando aposentado, de ferias, de licença prêmio, médica e etc. Que era pra está lá lutando pela a aprovação da PEC 300, e quando os companheiros chegam da lutar você quer ligar pra ele pra saber o que aconteceu, mas não vai ao Congresso pressionar como eles estão indo. Vai dizer que estava na viração, que ficou tomando conta do filho, que estava doente e etc. Companheiro vá, arregace as mangas, vá lutar pelo seus Direitos. O maior Homem do mundo morreu de braços abertos, o que você está fazendo aí de braços cruzados. Se essas palavras lhe doeu, doeu bem mais em mim lhe dizer a verdade. Veja o que o Sargento disse lá em Brasília - DF.

Acusado de matar policial militar a golpes de faca é preso preventivamente.



Acusado de matar policial militar a golpes de faca é preso preventivamente em Florianópolis

O sargento Paulo Roberto Cláudio foi morto no dia 9 de junho, na Costeira do Pirajubaé


A Delegacia de Homicídios de Florianópolis prendeu na manhã desta quinta-feira o  acusado de matar o sargento da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), Paulo Roberto Cláudio, no dia 9 de junho, na Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis. 

Após a ordem de prisão preventiva decretada pela Justiça, a polícia civil prendeu Jonas Ferreira, de 46 anos, que seria vizinho do policial. Ele foi preso no local de trabalho, no Estreito, e encaminhado para a delegacia na Capital. Jonas deve ser encaminhado durante a tarde à Central de Triagem da Polícia Civil.

O pedido de prisão preventiva foi feito pelo Ministério Público na tarde de quarta-feira. Segundo o delegado Ênio de Oliveira Matos, o acusado confessou o crime e afirma desde o começo das investigações que os ataques aconteceram em legítima defesa.

Segundo a Polícia Civil, Ferreira acumula 38 registros de ocorrência, de casos como violência doméstica, tentativa de homicídio, lesão corporal contra mulher e desobediência de ordem judicial.

Cláudio foi morto a facadas e a motivação do assassinato, conforme policiais civis, foi uma discussão gerada por desentendimentos entre vizinhos. No dia do crime, os familiares faziam um churrasco no local. A polícia afirma que já havia boletins de ocorrência registrados por perturbação, entre elas, uma por causa de latidos de cachorro.

O acusado prestou depoimento no dia 11 de junho, mas foi liberado em seguida. No dia 29 de junho, familiares do policial morto realizaram um protesto em frente à Delegacia de Homicídios pedindo mais agilidade nas investigações.


Fonte: Diario Catarinense

Isso é ato de terrorismo e as autoridades brasileiras estão fingindo que os problemas não são com eles! Adolescentes jogam coquetel molotov em casa de policial militar

Adolescentes jogam coquetel molotov em casa de policial militar 

 Caso foi registrado em Laguna 

01 de Agosto de 2013 

 Amanda Garcia Ludwig - amanda.garcia@engeplus.com.br 

 Os pais de um policial militar de Laguna se assustaram, na noite da última terça-feira, quando dois adolescentes jogaram um coquetel molotov no pátio de sua residência. 

Conforme informações do jornal Notisul, a Polícia Militar acredita que a intenção dos suspeitos seria, provavelmente, incendiar o automóvel que estava na garagem. O caso foi registrado no bairro Portinho, em Laguna. O explosivo bateu no portão de alumínio, que pegou fogo. 

O policial tem 22 anos e trabalhava no momento. Testemunhas passaram as características dos suspeitos e repassaram à polícia, e minutos depois os dois foram apreendidos. O jovem de 15 anos foi liberado logo na sequência, mas o adolescente de 17 anos - que jogou o coquetel - ficou à disposição da Justiça. Os dois já tem passagens pelo meio policial. 

 Fonte: engeplus

Mas rapaz que bando de ladrões cabra safados, tocaram fogo num carro e ligaram para a polícia militar quando os PMs do destacamentos foram verificar o incêndios eles usaram maçaricos para arrombar três caixas eletrônicos


  • Ladrões incendeiam carro e arrombam caixas eletrônicos em Centenário do Sul









Alexandre Sanches

Uma tentativa de assalto ousada a caixas eletrônicos foi registrado na madrugada desta quarta-feira (31), em Centenário do Sul (86 km de Londrina). Os assaltantes colocaram fogo em um veículo em um canavial, próximo da cidade, comunicaram o crime ao destacamento da Polícia Militar e, então, com a saída dos dois soldados do destacamento, usaram maçaricos para arrombar três caixas eletrônicos do Banco Itaú.
Segundo informações da Polícia Civil, o Boletim de Ocorrência deste atendimento não havia sido entregue até o início da manhã desta quarta-feira, mas de acordo com os relatos dos policiais militares eles havia recebido a notícia de um incêndio a um veículo, com vítimas, em meio a um canavial.
Os dois PMs plantonistas foram rapidamente para o local e confirmaram o incêndio de um Escort com placas de São Paulo. No entanto, ao verificarem no sistema da polícia, descobriram que as placas eram na verdade de um veículo Saveiro.
Neste mesmo momento, homens invadiam o Banco Itaú da cidade, munidos de maçarico, e arrombavam os caixas eletrônicos. Pelo menos três equipamentos teriam sido danificados. Não há informações de quanto teria sido levado do banco. Uma equipe do Instituto de Criminalística de Londrina foi acionada para fazer a perícia no local. O banco está interditado até nova determinação do delegado de polícia da cidade.
Com 12 mil habitantes, Centenário do Sul é considerada uma cidade pacífica. No entanto, até pouco tempo o município contava apenas com um policial militar de plantão, passando há pouco tempo a contar com mais um reforço.
Este é o segundo dano a caixas eletrônicos registrados na região norte. No domingo (28), vândalos depredaram um equipamento do Banco Itaú, em Santa Mariana (88 km de Londrina). Porém, uma carteira com documentos pessoais foi esquecida sobre o equipamento e foi entregue para a Polícia Civil que está investigando o dano ao patrimônio.
Fonte: o Diário Paraná

Policial Militar é acusado de mata homem e provoca revolta da população



Policial mata homem e provoca revolta da população


Respondendo pela Delegacia de Polícia Civil de Cachoeira do Arari, o delegado Arilson da Silva Caetano deverá ter muito trabalho para elucidar as circunstâncias que levaram à morte de Luis Carlos Amaral do Nascimento, 34, conhecido como “Pinduca”, baleado por um policial militar na madrugada de ontem, após suposta confusão na saída de uma festa dançante naquele município.

Segundo a versão apresentada ao delegado Arilson Caetano pelo policial militar Edivaldo da Silva Pereira, que se apresentou espontaneamente, após o baleamento de “Pinduca”, este afirma que fazia ronda, juntamente com a guarnição da Polícia Militar, quando foi acionado por um cidadão que se encontrava dentro da sede de festa “Caiçara Club”, que teria se incomodado com a presença de um homem conhecido como “Pinduca”, por ele estar sem camisa.

O policial militar afirma que “conduziu o rapaz para fora da festa e, quando ia realizar uma revista nele, a vítima teria oculta, dentro de uma camisa que segurava em uma das mãos, uma faca, com a qual investiu contra mim”. 

Ainda segundo Pereira, só restou a “legítima defesa”, mas antes deu uns gritos com “Pinduca” na ânsia de que o mesmo desistisse da ação. Ainda assim, continua o militar, “Pinduca” ainda insistiu em tentar furá-lo. E, na falta de outra opção, disparou um tiro para o chão, e que acabou atingindo a coxa da vítima.

Ele informou que mesmo ferido “Pinduca” fugiu correndo do local, sendo perseguido, detido e conduzido imediatamente ao hospital municipal de Cachoeira do Arari, onde não resistiu ao ferimento e morreu. O policial cita o testemunho de seus colegas de farda, os cabos PMs Cunha, Neves e soldados Santana, James e Nogueira que teriam presenciado toda a ação.

O policial Edivaldo da Silva Pereira afirma que está lotado no município de Cachoeira do Arari há dois meses e não conhecia a vítima, muito embora relate que “Pinduca”. em outra ocasião, teria enfrentado uma guarnição policial durante uma desordem no bar do Pio.

A versão do policial é contestada por testemunhas que afirmam ter Luis Carlos Amaral do Nascimento sido baleado, e em seguida, perseguido até a residência de um amigo, onde teria batido na porta pedindo socorro, sendo seguido pelos policiais em motocicletas. os PMs teriam então abordado o rapaz e o levado até o hospital, onde morreu.

Revoltados com a situação, dezenas de moradores protestaram, por todo o dia de ontem, em frente à delegacia da Polícia Civil, à Prefeitura e no local onde a vítima foi abordada, em Cachoeira do Arari, cobrando uma investigação mais detalhada para apurar a morte de “Pinduca”.

Familiares e amigos da vítima, com quem o DIÁRIO conversou por telefone, afirmam que pode ter havido excesso dos policiais. “Ele tinha suspeita de fratura no maxilar e no braço e marcas no pescoço além de unhas do pé arrancadas e ferimentos nas costas como se tivesse sido arrastado”, disse uma testemunha que esteve no hospital municipal de Cachoeira do Arari.

Devido a essas denúncias, o corpo de Luis Carlos Amaral do Nascimento foi transportado, em uma lancha, para a capital do Estado, onde passará por perícia no Instituto de Criminalística.

(Diário do Pará)

Coronel condenado a 228 anos de prisão quer cumprir pena em casa.



Coronel Pantoja quer cumprir pena em casa


O coronel Mário Pantoja, condenado a 228 anos de prisão sob a acusação do Ministério Público de ter comandado a operação da Polícia Militar na rodovia PA-150, que em abril de 1996 redundou na morte de 19 trabalhadores rurais sem-terra e ferimentos em outras 66 pessoas em Eldorado dos Carajás, Sudeste do Pará, quer cumprir a pena em regime domiciliar. 

Por intermédio de seus advogados, ele alega ter problemas graves de saúde e de não estar recebendo atendimento adequado na penitenciária. Um pedido anterior já havia sido indeferido pelo juiz das Execuções Penais, João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior. “É um senhor que tem problemas sérios de saúde, inclusive cardíacos. Por conta disso, algumas vezes já precisou de atendimento médico de emergência em hospitais, porque na penitenciária não há condições de tratamento”, disse ao Diário o advogado Roberto Lauria. 
Segundo o advogado, dentre os diversos laudos médicos anexados ao pedido de cumprimento da pena em regime domiciliar, um deles é do próprio Sistema Penal, que reconhece as deficiências na assistência aos apenados em estado de saúde na situação do coronel.

O juiz informou que Lauria havia protocolado o pedido em favor de Pantoja e que estava analisando o caso. Ele já havia negado, anteriormente, a saída do réu do presídio de Americano. No despacho, Oliveira Júnior observa que se há a informação do não cumprimento por parte do Estado do dever de prover a assistência à saúde, torna-se imprescindível a manifestação dos órgãos fiscalizadores, uma vez que, se confirmada, gerará o não atingimento do objetivo da execução penal que é efetivar as disposições da sentença.
Oliveira salienta que, ainda atento ao fundamento da dignidade da pessoa humana garantiu, na decisão, o direito do apenado, também previsto na Lei de Execução Penal, de ser assistido por medico particular, o que assegura sua integridade física, que é o próprio objetivo do pleito de prisão domiciliar formulado pelo advogado. Lauria disse que aguarda com serenidade a nova decisão do juiz, mas enfatiza que o coronel, que tem 68 anos, não tem saúde para continuar no presídio.

ABSOLVIDOS

O processo de condenação de Pantoja já transitou em julgado e não cabe mais qualquer recurso. Ele está no presídio desde maio de 2012, juntamente com o major José Maria Pereira de Oliveira, condenado a 158 anos. Os dois oficiais foram os únicos condenados pela ação da PM que resultou na morte de 19 trabalhadores sem-terra em Eldorado dos Carajás.
O confronto ocorreu em 17 de abril de 1996, quando 1,5 mil sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras na rodovia PA-150. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local.

Além de bombas de gás lacrimogêneo, os policiais atiraram contra os manifestantes, alegando que antes haviam sido atingidos por disparos de arma de fogo dos lavradores.

(Diário do Pará)

Casal de Sargentos da Polícia Militar passa por constrangimento no Supermercado Walmart que aqui em Pernambuco seria a rede Bompreço: depois de fazer as compras e efetuar o pagamento, tentaram deixar o local, mas foram surpreendidos pelo alarme antifurto. O gerente confirmou que a Sargento poderia estar usando alguma peça de roupa íntima (lingerie) do estabelecimento e algum dispositivo estaria provocando o acionamento do alarme, a Sargento se sentiu constrangida, pois juntou um número grande de pessoas ao redor do local da abordagem. Na presença da guarnição militar solicitada no Copom e de funcionárias e testemunhas, foi realizada uma busca, inclusive nas peças íntimas dela, e nada foi localizado. Na presença do oficial o casal prestou queixa na Polícia Civil por constrangimento ilegal. Veja



Casal de militares é vítima de constrangimento

Minas Gerais

Casal de policiais militares acionou o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom/190) na noite de terça-feira (30), no hipermercado Walmart, para registrar queixa de constrangimento ilegal. Conforme o documento, depois de fazer as compras e efetuar o pagamento, tentaram deixar o local, mas foram surpreendidos pelo alarme antifurto. A policial militar passou revista, inclusive em suas roupas íntimas, e nada foi encontrado. Um documento foi encaminhado à Polícia Civil.
Uma guarnição militar foi designada, por volta de 19h30, a atender ocorrência na avenida Santa Beatriz da Silva, no hipermercado Walmart, onde os solicitantes eram o sargento PM M.C.A., 43 anos, e sua esposa, também sargento da PM, J.R.S.A., 40. Conforme o casal, após realizar compras no hipermercado, saiu com o carrinho e, ao passar pelas antenas de segurança existentes no início da escada rolante, os alarmes antifurtos foram acionados. Dois fiscais da loja se aproximaram e disseram que poderia ser algum cartão de guarda-volume que estava no carrinho de compras. Ao passar novamente, o alarme não soou. Porém, quando a policial militar passou, o alarme soou novamente.
Neste instante, os fiscais pediram que aguardasse a presença do gerente de perdas M.D.S., 32 anos. Ao chegar, o gerente confirmou que a militar poderia estar usando alguma peça de roupa íntima (lingerie) do estabelecimento e algum dispositivo estaria provocando o acionamento do alarme. Diante disto, segundo a policial militar, ela se sentiu constrangida, pois juntou um número grande de pessoas ao redor do local da abordagem. Na presença da guarnição militar solicitada no Copom e de funcionárias e testemunhas, foi realizada uma busca, inclusive nas peças íntimas dela, e nada foi localizado.
As vítimas também disseram que foram tratadas de forma ríspida pelo gerente de perdas. Mesmo depois de ter sido realizada busca e nada encontrado, a policial militar passou de novo pelo alarme e novamente soou. Os funcionários do hipermercado Walmart disseram que apenas sugeriram que a cliente poderia ter comprado uma peça de roupa íntima em data anterior e o dispositivo de segurança não ter sido removido por inteiro. O Registro de Defesa Social (Reds) por constrangimento ilegal, na presença do oficial do turno, foi lavrado e encaminhado à Polícia Civil.

Fonte: Jornal da Manhã online